terça-feira, 21 de abril de 2026

Podcast Coragem e Esperança - Nunca Perca a Esperança


Do podcast Coragem e Esperança, que publicamos no Spotify, trazemos o episódio Nunca Perca a Esperança, com palavras à luz da doutrina espírita para você.

Assista em:

Vídeo - Jesus, o Educador


A visão do Espiritismo sobre Jesus enquanto mestre, é a abordagem desse vídeo da série Educação Espírita.

Os vídeos da série podem ser assistidos no YouTube, no canal Orientação Espírita.

Toda terça-feira, às 09 horas, um novo vídeo é publicado.

segunda-feira, 20 de abril de 2026

Podcast - O mundo de regeneração e a educação


A influência da educação na transição planetária é a abordagem do episódio #160 do podcast Análise & Crítica, com Marcus De Mario.

Assista em:

Toda segunda-feira um novo episódio é publicado. Acompanhe e reflita! 

O que é educação


Marcus De Mario

Para nós, a educação é o conjunto de estudos e experiências que propiciam ao educando desenvolver suas potencialidades de forma equilibrada, objetivando sua formação integral com o fim de termos o homem moral.


Fica implícito em nossa definição o finalismo superior da educação: o homem moral. E também o caminho para esse fim: a formação integral, equilibrada, que podemos ao nível do ensino destacar como sendo a aplicação da interdisciplinaridade, ou seja, o conjunto das disciplinas e dos temas de estudo em ação cooperativa, e não isolada. Também está caracterizado na definição a aplicação da experiência própria, do trabalho por parte do educando, assim como o reconhecimento de que ele é o agente de si mesmo, por ser portador de suas próprias potencialidades. Estamos falando da educação integral, aquela que conjuga de forma dinâmica os agentes sociais, o eu indivíduo e a vida num processo interativo. É sem dúvida, um processo educativo elaborado, mas o único que assegura o cumprimento de seu finalismo superior.

As ações equilibradas da natureza, do meio social, dos estados afetivos, da personalidade, etc., formam o processo da educação. Essa é a visão integral que leva em consideração as trocas e influências entre a família, a escola, os meios de comunicação, o trabalho, o lazer e tudo o mais. Isso importa em estabelecer que vida é educação, e tão rica é a vida que todo artificialismo é dispensável.

Muitos educadores - professores, assistentes sociais, psicólogos, pais, etc. - se desestimulam frente a atividades de estudo, pesquisa e elaboração prática em grupo, denunciando sua falta de visão do homem e do mundo, não conseguindo funcionar satisfatoriamente no âmbito das relações. Esses educadores são sistemas fechados, responsáveis pelo verbalismo inconsequente e pela constante troca de atividades na busca de soluções. Estão sempre à procura de receitas prontas sem perceber a dinâmica e profundidade da vida.

Em nossa definição dizemos que a educação deve levar o indivíduo a ser um homem moral, e isso acontecerá quando priorizarmos a formação no lugar da informação. Quando colocarmos a teoria e a prática a serviço da educação integral do ser.

Preconizamos através destas palavras a reformulação dos cursos de formação de educadores. Também defendemos a recapacitação dos educadores em atividade, pois toda teoria será derrotada se os responsáveis por sua aplicação não forem qualificados para colocá-la em prática. Enquanto os educadores estiverem arraigados ao ensino compartimentado, disseminado em disciplinas e matérias estanques, sem visão de totalidade, sem compreensão da interatividade das partes que compõem o todo, esse ensino não conseguirá promover de forma equilibrada as potencialidades do educando.

Ainda mais grave é constatarmos que, enquanto os educadores não se conscientizarem que a educação possui o finalismo superior de formar o ser, e não apenas de instruí-lo, essa educação que é promovida desde muito tempo jamais conseguirá estabelecer condutas éticas e relações de ordem moral. Para estabelecê-las será necessário resgatar os valores humanos: materiais, intelectuais, morais, espirituais, que encontram-se marginalizados, substituídos pela instrução, pelo imediatismo. É necessário conjugar, com o mesmo peso, os valores humanos com a instrução, ou em outras palavras, equilibrar no processo da educação a formação do caráter com a formação intelectual. Ao mesmo tempo desenvolvermos capacidades motoras e intelectuais com a sensibilização dos sentimentos e aquisição de virtudes.

Realmente, temos de concluir que não é a falta de conhecimento o motivo de tantos problemas no âmbito do ensino, mas, isto sim, a falta de visão integral do mesmo e a falta de conscientização sobre a vida e o finalismo superior da existência do ser humano. Quando os educadores compreenderem essa verdade, eis que surgirá plena a educação.

O estudo dos princípios do Espiritismo, informando que todos somos almas imortais, remete-nos a uma série de novas considerações sobre a educação. Essas novas considerações devem revolucionar, transformar a educação, não apenas fazendo pensar em novos rumos, mas levando-nos a considerar a educação moral do Espírito reencarnado a prioridade das prioridades, tanto na família quanto na escola.

terça-feira, 14 de abril de 2026

Vídeo - O que deve fazer o educador


Da série Educação Espírita, convidamos a asistir o vídeo O Que Deve Fazer o Educador, com reflexões e práticas para os professores e evangelizadores.

Toda terça-feira, às 09 horas, um novo vídeo é publicado. Acompanhe:

segunda-feira, 13 de abril de 2026

Podcast - A Criança


O episódio #0159 do Análise & Crítica traz importantes reflexões espíritas sobre a criança, e você está convidado a fazer comigo essas reflexões.

Assista o episódio em:

Liberdade e responsabilidade


Marcus DE Mario

É relativamente comum vermos crianças e jovens reclamarem o direito à sua liberdade, o direito à sua livre expressão, esquecendo, porém, que a liberdade deve ser acompanhada pela responsabilidade, pois não sendo assim fere o respeito que devemos ter com o direito do outro, pois a minha liberdade termina onde começa a liberdade do outro. Somos seres sociais, e na convivência uns com os outros, não podemos simplesmente fazer e falar o que bem entendemos. Aprendemos com Jesus que somente devemos fazer ao outro o que desejamos que ele nos faça, diretriz segura para uma conduta que produza apenas o bem. Se nos pomos a agir e falar o que bem entendemos, o outro terá o mesmo direito, e assim instalaremos o caos na sociedade, com diversos males que, fatalmente, acabarão por nos atingir também.

Para cada liberdade reclamada sempre haverá a contrapartida de uma responsabilidade a assumir. É assim o funcionamento da justiça divina, onde a cada um é dado sempre segundo as suas obras, ou seja, cada um responde pelo que faz do seu livre arbítrio. Não sendo assim, bastaria pedir perdão a Deus e tudo estaria resolvido, mas todo mal deve ser reparado e substituído pelo bem, motivo pelo qual muitas vezes, aqui na Terra, passamos por expiações, quando arcamos com as consequências do que fizemos em existências passadas, ou mesmo nesta atual existência, pois muitas vezes nos deixamos levar pelo egoísmo, pelo orgulho e pela imprevidência. Em outras palavras, o Espiritismo nos ensina que temos as causas anteriores e as causas atuais das nossas aflições neste mundo, não sendo possível transferir a nossa liberdade e responsabilidade para terceiros.

Estamos fazendo uma abordagem educacional, pois pertence ao processo de educação o esclarecimento sobre o uso da liberdade, assim como o assumir as responsabilidades pelas consequências desse uso. Esse processo tem início no lar, no seio da família, e deve ter continuidade na escola, assim conjugando-se pais e professores na sublime tarefa de educar. Agora, essa educação somente terá força se for acompanhada dos bons exemplos dos educadores, pois não basta ensinar, é preciso fazer o ensino ser acompanhado do exemplo de quem ensina.

Se o educador usa de sua liberdade de modo irresponsável; se não mede as consequências do uso que está fazendo do seu livre arbítrio,; se não assume a responsabilidade pelos danos causados aos outros, é um irresponsável, não podendo estar no papel de educador, seja como pai, mãe, professor, avô, avó, professora, tio, tia, evangelizador, evangelizadora, enfim, se tem aos seus cuidados uma criança ou um jovem.

O Espiritismo considera sagrada a missão de educar, compreendendo que o educador deve o tempo todo acionar o processo de sua autoeducação. Um sermão inteiro nunca terá a mesma força de um único bom exemplo.

Você dirá que o livre arbítrio é considerado sagrado pela lei divina; que os bons espíritos sempre respeitam o nosso livre arbítrio; nisso você terá plena razão, pois a Doutrina Espírita é essencialmente libertadora das consciências, o que não significa que tudo possamos fazer sem nada responder perante a lei maior que rege todo o universo. Ter o direito à liberdade de ação e expressão, não nos dá o direito de mentir, de caluniar, de fazer o mal, e ficar tudo por isso mesmo. Isso não acontece perante a lei humana, que é imperfeita, quanto mais perante a lei divina, que é perfeita. Mais cedo ou mais tarde, quer quando estivermos encarnados, quer no mundo espiritual, vamos ter que enfrentar as consequências do mal uso feito da liberdade, tendo compromisso de refazer, de reparar, de pedir perdão, levando-nos a enfrentar provas e expiações necessárias na reconstrução de nós mesmos e reconstrução dos laços de convivência.

Quando o processo educacional do espírito reencarnado deixa de lado a conjugação liberdade e responsabilidade, permitindo que o indivíduo adentre à sociedade ainda egoísta, orgulhoso, vaidoso, prepotente, hipócrita, indiferente, imediatista, gera uma infinidade de males, como a corrupção, a violência generalizada, a guerra e assim por diante.
Por tudo isso, acreditamos que as diretrizes morais emanadas do Mestre Jesus, encontradas no Evangelho, devam ser o parâmetro educacional para renovação dos indivíduos e da humanidade, no processo de transformação moral de que carecemos na atualidade. Essas diretrizes, estudadas e ampliadas pelo Espiritismo com a imortalidade da alma e a reencarnação, haverão de colocar a educação no caminho que verdadeiramente ela deve seguir, para que tenhamos um mundo de paz e justiça, fazendo o bem preponderar sobre o mal, até subjugá-lo completamente.

Somente a educação moral poderá destruir o egoísmo, que é a maior chaga da humanidade. Não esqueçamos disso.

terça-feira, 7 de abril de 2026

Vídeo - O Livro dos Espíritos e a Educação


Da série Educação Espírita, que publicamos toda terça-feira, às 09 horas, no canal Orientação Espírita, trazemos o vídeo com o tema O Livro dos Espíritos e  a Educação.

Conheça o conteúdo pedagógico da obra básica do Espiritismo.

Acesse os vídeos no YouTube:

Programa - Espiritismo e Educação


Toda segunda-feira, ao vivo, com início às 20h30, o programa Espiritismo e Educação está no ar através da Web Rádio Estação da Luz.

Os educadores Marcus De Mario e Ronaldo Gomes abordam temas relevantes da educação através do pensamento da Dourtina Espírita.

Os vídeos do programa ficam depois disponíveis em dois canais no YouTube: Estação da Luz - Tavares e Orientação Espírita.



terça-feira, 31 de março de 2026

Vídeo - Educar é Libertar


Assista o episódio Educar é Libertar da série Educação Espírita, que vai ao ar toda terça-feira, às 09 horas.

Acompanhe a série no YouTube:

Podcast Coragem e Esperança - Paciência


Você sabia que ninguém, de fato,"perde a paciência"? É o que nos ensina a Doutrina Espírita, e você vai aprender nesse episódio do podcast Coragem e Esperança, que você acessa no seguinte link:

Acompanhe o podcast no Spotify.

terça-feira, 24 de março de 2026

Prece - Para Corrigir Um Defeito


Entregamos a você mais uma oração contida na Coletânea de Preces Espíritas, publicada por Allan Karcec, em O Evangelho Segundo o Espiritismo.

Ouça e medite a Prece para Corrigir um Defeito:

As preces estão disponíveis no Spotify.

Vídeo - Valores morais e espirituais


Em mais um vídeo da série Educação Espírita, abordamos a importância do desenvolvimento dos valores morais e espirituais na infância.

A série Educação Espírita apresenta um novo vídeo toda terça-feira, às 09 horas.

Acompanhe no YouTube:

quarta-feira, 11 de março de 2026

Podcast - Manter a Esperança


Agora você acompanha no Spotify o podcast Coragem e Esperança, com palavras de conforto e esclarecimento à luz da Doutrina Espírita.

Aqui está, para você assistir, o episódio Manter a Esperança:

terça-feira, 10 de março de 2026

Vídeo - Biblioteca viva

 

Na série Educação Espírita apresentamos a Biblioteca Viva, como apoio pedagógico ao processo educacional no centro espírita, e também na escola.

Conheça essa iniciativa!

A série Educação Espírita vai ao ar toda terça-feira, às 09 horas, no canal Orientação Espírita, pelo YouTube.

segunda-feira, 9 de março de 2026

Podcast - O desenvolvimento integral


A necessidade de equilíbrio entre o desenvolvimento cognitivo e o emocional do espírito reencarnado, é abordado no episódio O Desenvolvimento Integral, do podcast Análise & Crítica.

Assista em:

Acompanhe o podcast no Spotify.

A importância do estudo e o livro


Marcus De Mario

Como aprender uma ciência sem realizar seu estudo profundo? Como realizar esse estudo profundo sem mergulhar na leitura dos livros que abordam essa ciência? Essas perguntas também se referem ao Espiritismo ou Doutrina Espírita, que é uma ciência e uma filosofia com vastas consequências morais, portanto, não se pode aprender o Espiritismo com leituras esparsas, superficiais, ou assistindo este ou aquele vídeo na internet; não se aprende o Espiritismo apenas ouvindo palestras na reunião pública do centro espírita. Apressamo-nos a dizer que não estamos, em absoluto, dizendo que pequenas leituras, vídeos e palestras não sejam importantes, pois têm a sua importância, mas afirmamos que são insuficientes para o real conhecimento sobre a Doutrina Espírita.

O livro, seja ele físico (impresso) ou digital, é muito importante, é essencial para o conhecimento de qualquer ciência, de qualquer sistema filosófico, e isso não é diferente com o Espiritismo, que surgiu no mundo através do lançamento de um livro em 18 de abril de 1857, ou seja, O Livro dos Espíritos, e teve seu desdobramento doutrinário com o lançamento de outros livros: O Livro dos Médiuns; O Evangelho Segundo o Espiritismo; O Céu e o Inferno e A Gênese, todos assinados por Allan Kardec em conjunto com os Espíritos Superiores. E foram surgindo outros livros, autoria de diversos pesquisadores como Léon Denis, Gabriel Delanne, Camille Flammarion, entre outros, isso nos primórdios do Espiritismo, hoje chegando a alguns milhares de livros catalogados como espíritas, tanto de autores encarnados quanto desencarnados, por meio de variados médiuns.

Observamos, contristados, que muitas pessoas frequentadoras dos centros espíritas, inclusive participantes de grupos de estudo, não leem, mantendo-se na superfície do conhecimento da Doutrina Espírita. Por isso, são muito influenciáveis pela palavra de qualquer pessoa, que consideram autoridade no assunto, sem se darem ao trabalho de verificação, de pesquisa, para saber se essa palavra está com a verdade. E assistimos dizerem “fulano ou fulana falou num vídeo que eu assisti…”. Agora, será que essa fala está doutrinariamente correta? Ninguém, neste mundo, é isento de se equivocar, ou de misturar uma opinião pessoal com o que, de fato, ensina a doutrina.

Precisamos tomar cuidado com os lobos em pele de ovelha, com os hipócritas que, se fosse permitido, enganariam até os eleitos, até os espíritos missionários, como nos alertou Jesus. Tudo deve ser passado pelos crivos da razão, da lógica, do bom senso, e pela universalidade do ensino dos espíritos, mas como fazer isso sem estudar? Lembrando que esse estudo, como adverte Kardec, deve ser feito com profundidade, com metodologia, com perseverança, com seriedade, pois de outra maneira não há como compreender e apreender o Espiritismo. Por isso ele também adverte da existência dos falsos espíritas, que são aquelas pessoas que dizem abraçar o Espiritismo, mas não transformam suas opiniões, seus valores, suas ideias e suas condutas, fazendo da doutrina apenas uma casca, um verniz social e nada mais, continuam tão egoístas, orgulhosas, preconceituosas, radicais, como sempre foram.

Os dirigentes espíritas precisam apoiar a divulgação do livro espírita e o estudo profundo do Espiritismo, mas infelizmente muitos centros espíritas não possuem biblioteca, nem tão pouco livraria; muitos alegam falta de pessoas interessadas para implementar os grupos de estudo, e assim o tempo vai passando, e o conhecimento do Espiritismo, para muitos, é incipiente e, ainda mais grave, misturado a crenças e ideias que nada tem a ver com a Doutrina Espírita.

Em todas as atividades do centro espírita o livro espírita deve ser exaltado, divulgado, incentivando-se a sua leitura, assim como o mesmo deve acontecer com relação à participação nos grupos de estudo, Mesmo sendo a instituição pequena, com poucos recursos, devem-se fazer esforços para, pelo menos, manter uma biblioteca espírita para empréstimo de livros, facultando assim aos seus frequentadores o acesso a essa literatura tão importante.

Quanto à desculpa de não se ter tempo para ler, isso é apenas uma questão de formação do hábito, que muitas vezes depende apenas da vontade da pessoa, do seu querer. Qualquer pessoa pode reservar alguns minutos por dia para leitura de uma obra espírita, ou para ouvir, pois hoje temos o recurso do áudio book, iniciando pelos livros da Codificação Espírita, as obras assinadas por Kardec, que, aliás, devem sempre ser relidas, anotadas e meditadas.

O Espiritismo é um proposta ética de vida, não é simplesmente uma religião, assim como o centro espírita não é uma igreja onde comparecemos para um ritual de devoção semanal. O Espiritismo é, ao mesmo tempo, uma ciência e uma filosofia com amplas consequências morais, revivendo o Evangelho, daí sendo, desse ponto de vista, também uma religião.
Incentivemos a leitura do livro espírita e o estudo do Espiritismo!

sábado, 7 de março de 2026

Podcast - Coragem e Esperança


Está disponível no Spotify o podcast Coragem e Esperança, com áudios feitos para esclarecer e consolar através do Espiritismo. São áudios de até dois minutos com palavras de encorajamento para sua vida.

Os seguintes episódios já estão publicados:

Agir e Servir
Com Jesus
Confia e Serve
Coragem Moral
Jesus
Jesus, o Líder Perfeito
Liderança
Manter a Esperança
Tempo e Serviço

Acesse o podcast Coragem e Esperança em:

terça-feira, 3 de março de 2026

Prece - Pai Nosso


Da Coletânea de Preces Espíritas, publicada no último capítulo da obra O Evangelho Segundo o Espiritismo, ofertamos ao seu coração o Pai Nosso, ensinado por Jesus:

Publicamos a coletânea no Spotify.

Vídeo - Desenvolvendo a Espiritualidade


Conheça a proposta pedagógica de desenvolvimento da espiritualidade do educando no vídeo que faz parte da série Educação Espírita.

Toda terça-feira, às 09 horas, um novo vídeo está disponível para você assistir:

segunda-feira, 2 de março de 2026

Podcast - Educação, base da vida


Está no ar o episódio #0157 do podcast Análise & Crítica, com o tema Educação, Base da Vida.

Assista em:

Toda segunda-feira publicamos um novo áudio.

Todas as publicações você acompanha no Spotify. 

O mundo de regeneração e a educação


Marcus De Mario

Comenta-se muito no movimento espírita que estamos em plena transição planetária da categoria de mundo de expiações e provas para mundo de regeneração, e não poucas vezes a data para tal acontecimento já foi marcada, mas sem que as condições necessárias ocorressem, isso porque qualquer datação está sujeita aos desígnios de Deus, o verdadeiro Senhor da vida, e ao uso que fazemos do livre arbítrio, ou seja, não há como prever uma data, mesmo porque a transição planetária é um processo, não possuindo linhas demarcatórias, e não se verificará quando toda a humanidade estiver promovendo o bem, pois ainda durante muito tempo viveremos a mescla entre o bem e o mal, mas com predomínio do primeiro, o que ainda não é verdadeiro, mas não temos dúvida que o será com o decorrer do tempo. O que devemos saber quanto a esse processo de transição, que é de ordem moral e não material, é se existe a possibilidade de acelerá-lo e, se existe, qual o meio mais eficaz para tal.

O Espiritismo é apresentado pelos Espíritos Superiores e por Allan Kardec, como sendo uma doutrina ao mesmo tempo científica, filosófica e religiosa, ou seja, com vastas consequências morais, num conjunto de princípios que nos remetem à imortalidade da alma, à reencarnação, a Deus como Pai e Criador, à lei de progresso, ao relacionamento entre o mundo espiritual e o mundo corporal, caracterizando-se por ser, em sua essência, uma doutrina eminentemente educativa, pois informa que todos estamos reencarnados para darmos continuidade ao nosso aperfeiçoamento, pois nossa destinação é alcançar o estado de Espírito Puro, também conhecido como Espírito Perfeito, entendendo que essa perfeição será sempre relativa, pois o perfeito absoluto pertence unicamente a Deus.

Ora, ninguém alcança a perfeição sem esforço próprio, sem acionar a vontade, sem adquirir conhecimentos e passar pelas mais diversas experiências existenciais, exatamente como faz um aluno matriculado na escola, que sabe que galgar os anos escolares, obtendo os certificados de cada grau de ensino, exigem dele esforço pessoal, pois ninguém pode aprender por ele, do mesmo modo que ninguém pode nos substituir diante da lei divina do progresso, motivo pelo qual Jesus, nosso guia e modelo, sentenciou sabiamente: a cada um é dado segundo as suas obras.

Diante disso, entendemos que não basta ter o conhecimento do Espiritismo, é necessário praticá-lo no dia a dia, vivenciando seus princípios com todas as pessoas, em todas as circunstâncias, o que requer naturalmente valoroso trabalho de autoconhecimento e autoeducação, cada um combatendo em si o egoísmo e o orgulho, que são a base de todo mal, ao mesmo tempo em que desenvolve a caridade e a humildade, base de todo o bem. É um trabalho que se sucede de encarnação a encarnação, com a conquista de si mesmo; o reconhecimento do amor, da misericórdia e da justiça divinas; a ação da caridade para com todos, pois sem ela a fé fica sem obras, que são o testemunho de quem efetivamente somos e do grau espiritual de nosso progresso.

Da educação individual, passamos para a educação coletiva através da família, da escola e demais instituições humanas, ressaltando-se as duas primeiras pela sua importância e finalidade. Sim, podemos acelerar o processo de transição planetária, o que depende do que estamos fazendo com a educação, até o momento confundida com o ensinar, o instruir, o adquirir conhecimentos, o desenvolver habilidades técnicas. Se essas coisas fazem parte da educação, entretanto não a representam completamente, pois está faltando o desenvolvimento do senso moral, a sensibilização dos sentimentos, motivo pelo qual o Espiritismo defende a aplicação da educação moral, considerando a criança um espírito reencarnado, um ser integral dotado de inteligência e sentimento.

Infelizmente temos visto famílias e escolas completamente perdidas, sem saberem realizar o processo educacional dos seus filhos e alunos, desdenhando das ideias inatas e das tendências de caráter trazidas pelo espírito reencarnado, e poucos esforços fazendo para correção das más tendências e aperfeiçoamento das boas tendências morais, assim permitindo que o egoísmo e o orgulho, que o materialismo e a indiferença, façam-se presentes com muita força, tendo como consequências a violência de toda ordem, o desrespeito aos direitos humanos, a injustiça social espelhada na miséria, e tantos outros males.

Somente a educação moral aplicada com perseverança, geração a geração, pode alterar esse quadro. Algumas pessoas reclamarão que esse é um processo demorado, lento, e que as soluções de que a humanidade necessita são urgentes. Contudo, de nossa parte perguntamos: por acaso leis severas, punições, planos econômicos, ações de segurança pública e outras medidas que vivem sendo adotadas, têm tido o resultado esperado? Que adianta termos conhecimento se este não é acompanhado do sentimento?

A transição planetária para mundo de regeneração passa pela educação, e enquanto esta não for entendida como educação moral do ser integral, que é um espírito reencarnado, muito tempo ainda teremos pela frente nessa verdadeira guerra entre o bem e o mal que assistimos todos os dias. Acelerar ou retardar o processo é dependente do que entendemos por educação e como a estamos promovendo.

sábado, 28 de fevereiro de 2026

Veredas do Amor


Já está disponível meu novo lançamento literário. É o romance Veredas do Amor, onde narro a história de meus avós Alfredo e Carmem, filhos de famílias de imigrantes italianos, separados por diferenças sociais, mas unidos pelo coração.

A história abrange as décadas de 1920 e 1930, na cidade de São Paulo e no interior paulista, trazendo lances emocionantes e muitos fatos de uma época onde existiam muitos preconceitos e poucos conhecimentos científicos.

Acompanhe o farmacêutico que se aventura pelo interior, acompanhado da esposa e dois filhos pequenos, e que relata, de viva voz, a história de amor que vai lhe encantar.

Você não pode deixar de ler!

O livro está publicado em dois formatos: impresso (físico) e digital.

Adquira o livro Veredas do Amor no seguinte link:

terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Vídeo - Finalidade da educação


Da série Educação Espírita, aqui está o episódio 099 com o tema Finalidade da Educação, para sua reflexão.

A série vai ao ar toda terça-feira, às 09 horas, no YouTube:

Prece - Para Afastar os Maus Espíritos


Dando continuidade à Coletânea de Preces Espírita, oferto ao seu coração a Prece para Afastar os Maus Espíritos:

Acesse as preces no Spotify.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Podcast - Educação sempre


Assista o episódio #0156 do podcast Análise & Crítica, postado no Spotify, com o tema Educação Sempre, acessando o link:

Toda segunda-feira pela manhã, um novo episódio é publicado.

Dinâmica da evangelização espírita


Marcus De Mario

Em visita a um centro espírita, onde fomos recebidos com muito carinho e fraternidade, a responsável pela evangelização infantojuvenil, uma simpática senhora que, por certo, a criançada já devia chamar de vovó, pois que ali estava nesse trabalho faziam quase cinquenta anos, narrou-nos os procedimentos, rotinas e atividades que ela praticava, junto com outra companheira, também de idade mais distante da juventude. Notava em seus olhos o brilho do amor e dedicação à tarefa evangelizadora das crianças, mas tudo o que me descreveu estava pedagogicamente ultrapassado, parado no tempo, como se ali não estivéssemos no século vinte e um, mas sim, quando muito, na década de mil novecentos e oitenta do século vinte.


Indaguei se ela acompanhava as orientações do movimento espírita, e se tinha leitura dos principais educadores espíritas, e ela confessou estar tão atarefada com a família e o centro espírita, onde também desenvolvia outras tarefas, que não tinha tempo para ler e estudar novos materiais, mas que ela tinha feito mais de um curso de capacitação de evangelizadores, isso, provavelmente, quando jovem, e digo provável, porque ela não me disse quando havia feito esses cursos. Acontece que um educador não pode se dar por satisfeito e parar de estudar e de se educar. A educação é um processo dinâmico e contínuo.


Então, veio a famosa queixa: as crianças estão sumindo do centro espírita; os pais não mostram mais interesse em levar os filhos para a evangelização. Perguntamos: porquê? Ela vagueou os olhos pelo ambiente, e respondeu depois de pensar por alguns instantes: “Deve ser por causa dessas coisas novas de tecnologia, hoje em dia as crianças só querem saber de celular, e aqui nós não permitimos seu uso. Falar de Jesus com elas é um problema.”

Bem, as tais coisas novas de tecnologia atestam a evolução científica, e portanto do conhecimento, que a humanidade vem realizando nas últimas décadas, dando-nos a internet, as telas digitais, a inteligência artificial e tantas outras coisas que agora fazem parte do nosso modo vivencial. Tempos atrás precisávamos ir a uma agência bancária para pagar as contas do mês, agora utilizamos um aplicativo instalado no celular e tudo fazemos: pagamentos, transferências, aplicações, quase tudo. Isso não pode ser desconsiderado pelos evangelizadores.

Já se foi o tempo do uso do flanelógrafo, do jogral e outras práticas educacionais que tiveram sua importância no passado, mas que hoje não mais correspondem à realidade das novas gerações. E o uso de dependências físicas não adaptadas às crianças é outro problema, pois muitos centros espíritas ainda utilizam do improviso para o desenvolvimento da evangelização.

Precisamos acordar para a importância e dinâmica da evangelização espírita infantojuvenil, que deve ser prioridade nos serviços prestados pelo centro espírita. Para uma melhor dinâmica, os evangelizadores precisam entender que devem parar de dar aula, de querer ensinar e ensinar, pois estamos lidando com seres humanos que são espíritos reencarnados, que possuem um determinado grau de progresso, que pensam e sentem, que sonham e são criativos, que possuem o potencial divino para desenvolver, e que necessitam dos devidos estímulos para isso. Não temos que ensinar, mas estimular, orientar, facilitar, por isso a aula deve ser substituída por rodas de conversa, pesquisas, debates, atividades mais práticas e ligadas à vida.

E, por mais amor tenhamos à tarefa evangelizadora espírita, devemos compreender a necessidade de ampliarmos a equipe de colaboradores, permitindo aos jovens se qualificarem para a tarefa, chegando o momento de nos retirarmos ou ficarmos apenas na supervisão ou coordenação geral, mas sem atrapalhar, sem ficarmos parados no tempo, o que somente irá prejudicar o processo.

Tanto a criança quanto o jovem gostam de participar, e trazem atualmente uma bagagem grande de conhecimentos, pois a tecnologia digital muito facilitou isso, e não podemos descartar sumariamente essa realidade. Recomendamos a leitura e estudo das obras dos educadores espíritas Lucia Moysés e Walter Oliveira Alves, cujos livros estão publicados e disponíveis, onde o evangelizador irá encontrar farto material teórico e prático voltado para a evangelização infantojuvenil. Devemos dizer que é uma obrigação, um dever de consciência, todo evangelizador espírita, individualmente e em grupo, fazer essas leituras e estudos.

Para terminar, deixemos uma indagação no ar: será que a queda de frequência das crianças e dos jovens, não é também motivada pela falta de dinâmica, criatividade e atualidade dos procedimentos utilizados pelos evangelizadores? Pensemos...

 

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Vídeo - Orientação aos Pais


Da série Educação Espírita trazemos para você o tema Orientação aos Pais, pois a educação dos filhos é de máxima importância.

Toda terça-feira, às 09 horas, um novo vídeo é publicado.

Não deixe de acompanhar no canal Orientação Espírita:

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Podcast - Como melhor educar


Assista o episódio 0155 do podcast Análise & Crítica, trazendo o tema Como Melhor Educar.

Acesse:

Tenha boas reflexões! 

Como a criança aprende


Marcus De Mario

Às vezes lidamos com a criança sem atentarmos que ela é um ser humano que carrega pensamentos, sonhos e emoções, e ainda mais, traz consigo uma bagagem de vidas passadas preenchida com aprendizados e vivências que, na verdade, não se perdem, só estão um tanto quanto adormecidas, mas que se manifestam gradativamente em suas ideias e tendências. Por não prestarmos atenção em tudo isso, somos meio mecânicos, burocráticos no trato com ela, querendo que nos obedeça e nos dê pouco trabalho, esquecidos que a criança não é uma máquina programável pelos nossos desejos.

Lendo o maravilhoso livro Vivendo, Amando e Aprendendo, do educador norte americano Léo Buscaglia, que nos deixou admiráveis obras, encontramos sua transcrição de um texto de Frederick Molfett, da Secretaria de Educação de Nova York, publicado no documento “Como a Criança Aprende”:

Assim é que a criança aprende, captando as habilidades pelos dedos das mãos e dos pés, para dentro de si. Absorvendo hábitos e atitudes dos que a rodeiam, empurrando e puxando o seu próprio mundo. Assim a criança aprende, mais por experiência do que por erro, mais por prazer do que pelo sofrimento, mais pela experiência do que pela sugestão e a dissertação, e mais por sugestão do que por direção. E assim a criança aprende pela afeição, pelo amor, pela paciência, pela compreensão, por pertencer, por fazer e por ser. Dia a dia a criança passa a saber um pouco do que você sabe, um pouco mais do que você pensa e entende. Aquilo que você sonha e crê é, na verdade, o que essa criança está se tornando. Se você percebe confusa ou claramente, se pensa nebulosa ou agudamente, se acredita tola ou sabiamente, se sonha sonhos sem graça – adoro isso – ou dourados, se você mente ou diz a verdade, é assim que a criança aprende.

Que maravilha esse texto, lembrando-nos que a criança é um ser humano, e que muito se espelha em nós, os adultos encarregados da sua educação. Não podemos esquecer isso!

Completando esse texto, afirma Buscaglia:

Temos de dizer às crianças que elas têm a escolha de se tornarem entusiastas ou perdedoras. Pois não encontrar o amor é não encontrar a vida.

Mas qual, nós as encaixotamos numa sala de aula, as obrigamos a estudar isso e aquilo, as repreendemos quando são muito curiosas e perguntadeiras, nos escandalizamos quando não seguem as regras que nós estabelecemos, e as avaliamos com famigeradas provas e notas, levando em consideração apenas o que memorizaram de conhecimentos, esquecidos que à nossa frente estão seres humanos com fome de participação, de acolhimento, enfim, de amor.

Por que não podemos deixar que, gradativamente, as crianças façam escolhas? Por que não podemos trabalhar o desenvolvimento do amor no processo educacional efetivado pela escola? Sim, o amor não é mensurável por uma prova, não há como avaliá-lo com uma nota de zero a dez, pois o amor se manifesta pela empatia, pela resignação, pela resiliência, pelo afeto com os outros, pelo sentido que se dá à própria vida. Como montar um currículo para ensinar o amor? Mas quem foi que disse que o amor requer um currículo com temas específicos a serem estudados progressivamente? O amor não é, na verdade, uma experiência de vida, acalentado nos relacionamentos com outros seres humanos?

Como a criança aprende? Aprende convivendo, aprende conversando, aprende tentando fazer, aprende sonhando, aprende buscando respostas para os seus porquês. A criança aprende através de tudo isso e muito mais, desde que tenha liberdade e não queiramos sempre lhe entregar respostas prontas e acabadas. Ela tem o direito de escolher se quer ser uma pessoa entusiasta, amante da vida, ou perdedora, triste e acomodada.

Não esqueçamos que estamos lidando com um Espírito reencarnado, que reencarnou para dar continuidade ao seu aperfeiçoamento não apenas intelectual, mas principalmente moral, e que, como educadores, não podemos fazê-lo perder essa oportunidade divina de progredir, mesmo porque responderemos por isso, não esqueçamos.

Quando aprendermos como a criança aprende, e já deveríamos saber isso, pois já fomos crianças, a educação fará a diferença neste mundo de Deus, e as novas gerações, com certeza, transformarão a humanidade para bem melhor.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Carta aos educadores


Rio de Janeiro, 29 de janeiro de 2026

O professor Mariano, dedicado ao seu trabalho na escola pública, exclamou numa live que o sistema não permitia que ele fizesse nada de diferente do que a organização escolar exigia, a partir dos parâmetros estabelecidos pela secretaria de educação, e sua fala fez com que vários outros professores e professoras que o ouviam, também se manifestassem, havendo concordância geral quanto ao engessamento do sistema, à alta burocracia, e que, enquanto docentes em sala de aula, pouco podiam fazer, a não ser seguir as diretrizes.

Isso me fez lembrar, e como é bom ter boas lembranças, da professora Marilda, lá nos meus tempos ginasiais, que já vão longe. Ela era professora de Técnicas Comerciais, e era revolucionária! Era extraordinariamente diferente! Não seguia o currículo pré-formatado, era questionadora, e nos levava para experiências de campo, extraescolares, como ir a uma agência bancária para entrevistar o gerente. Eu era tímido, e no início tive dificuldade, mas com o tempo passei a “adorar” aquelas aulas, que eram verdadeiras rodas de conversa.

Bem, ela foi acusada pelo sistema de ser subversiva, de ser comunista – estávamos em plena ditadura militar – e acabou afastada da escola. Apesar disso, a semente que ela havia plantado, ou seja, a semente da liberdade, já estava em ação em nossas mentes e nossos corações e, pelo menos comigo, deu frutos.
Conto essa história para lembrar que mesmo sobre pesado engessamento, é possível fazer diferente, é possível fazer a diferença, mesmo sabendo que as consequências possam não ser tão boas para si, mas que importa isso? Se ficarmos acomodados, nunca transformaremos a nós mesmos, os outros e o sistema.

Para reflexão recomendo assistir os filmes Sociedade dos Poetas Mortos e Escritores da Liberdade, num convite para a ação, pela humanização do ensino, pelo fazer diferente para fazer a diferença, olhando para o futuro, enquanto agimos no presente. Somente assim seremos agentes de mudança, fazendo nossos educandos pensarem e desenvolverem o senso moral, para que possam, amanhã, consolidar a educação que hoje sonhamos.

Vídeo - Grupos de trabalho e pesquisa


Você conhece a metodologia dos Grupos de Trabalho e Pesquisa no processo de aprendizagem? Assista o vídeo e mergulhe nesse universo pedagógico.

A série Educação Espírita publica vídeos semanais todas as terças-feiras, às 09 horas.

Acompanhe em:

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Podcast - Interpretações duvidosas


No podcast Análise & Crítica desta semana trazemos o tema Interpretações Duvidosas, com abordagem sobre o personalismo, achismo e ideais pessoais de muitos espíritas, deturpando o Espiritismo.

Ouça em:

E acompanhe por aqui o podcast, que está publicado no Spotify.