quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Terceiro Setor

Muitas pessoas ainda não se aperceberam da força da Internet na divulgação e troca de informações das atividades desenvolvidas pelo Terceiro Setor, ou seja, as organizações não governamentais. Existe um verdadeiro mundo virtual através de redes sociais, blogs e grupos de discussão, fortalecendo as ações dessas organizações a benefício da sociedade.

Dois grupos de discussão e divulgação se sobressaem: a Rede 3º Setor e a Rede 3º Setor Brasil, ambas alocadas no Yahoo.

A Rede 3setor (Rede de Informação e Discussão do Terceiro Setor) possui mais de 12 mil inscritos e mais de 65 mil mensagens arquivadas para consulta. Todas as informações e inscrições podem ser feitas no site http://br.groups.yahoo.com/group/3setor.

Já a Rede 3º Setor Brasil é pela democratização, disseminação do conhecimento, informação e sustentabilidade econômica para as organizações sociais de base do Brasil. Para fazer contato e se inscrever basta enviar uma mensagem para terceirosetorbrasil@yahoogrupos.com.br.

Essas redes facilitam a troca de experiências, a crítica, a denúncia e muito mais.

Se você pertence a alguma Organização não Governamental, deve conhecer essas redes e fazer parte.

Não perca tempo, não deixe para amanhã, pois as ONGs são muito importantes para o desenvolvimento social com qualidade.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Encantos Verdes

Viajo nas minhas lembranças e recordo as férias escolares de minha infância, quando meus pais me levavam para passar belos dias em pequena cidade do interior paulista, repleta de terra e verde. Na casa em que ficávamos, do extenso terreno brotavam mangas, carambolas, mamões, laranjas, goiabas, limões, mandiocas e muito mais. Era uma festa aos olhos e uma fartura para as brincadeiras de correr, pular, jogar bola, soltar pipa e tudo o que a imaginação solta inventava. Foi assim que tomei contato com a natureza e gosto pelas plantas e animais. Como era bom caminhar até a represa da usina de açúcar e se deliciar com a queda d'água! E pescar no rio, conversar com a gente simples e bonita e passar o fim de tarde na praça ouvindo as cigarras cantarem.

As crianças de hoje dos centros urbanos não vivem o que eu vivi. Podem até conhecer pela televisão, pela internet e pelos livros escolares, mas não é a mesma coisa, e por não terem essa vivência tão rica e próxima, não conseguem valorizar o meio ambiente e nem mesmo o meio em que vivem.

Não adianta forçar uma situação ecologicamente correta se a criança não quer por si mesma. Ela precisa ser sensibilizada e estimulada a querer, e isso só acontece através do desenvolvimento do pensamento crítico e do contato com o meio ambiente natural, quando ela perceberá as conseqüências do bom e do mau uso dos recursos planetários, e, repito, por si mesma, quererá preservar a morada de todos nós.

Por isso é tão importante ter plantas e flores em casa, em todos os cantos possíveis, e, também, um aquário, e desde cedo acostumar a criança a cuidar, a acariciar, a perceber a importância da natureza. Os pais devem cuidar de fazer passeios ao jardim botânico, horto florestal, jardim zoológico, um parque, provocando o contato com a natureza e tendo conversas sobre preservação ambiental, reciclagem do lixo, reflorestamento.

Nesses passeios, levar os filhos a prestar atenção no canto dos pássaros e nas variadas espécies animais que contribuem para o equilíbrio ecológico, pois há necessidade de entendermos que a nossa ação deve ser harmônica e não predatória.

Crianças educadas serão adultos conscientes.

Triste é verificar diariamente que a Floresta Amazônica continua sendo desmatada, que o Pantanal Matogrossense continua sendo poluído, que os rios continuam virando lixeiras a céu aberto. É a nossa falta de educação ambiental, é a falta de nos encantarmos com tudo o que a natureza significa de bom para o homem e o planeta.

Se realmente queremos um basta ao aquecimento global e uma vida mais saudável, está na hora de possibilitarmos que as novas gerações conheçam o que ainda resta da natureza, para que, sensibilizadas, conservem e ampliem esse patrimônio.

Pensemos nisso!

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Tão Longe das Brincadeiras

O governo federal admite: o Brasil tem aproximadamente cinco milhões de crianças exercendo o trabalho escravo, sem nenhum tipo de remuneração para elas ou suas famílias. Nem boneca, nem bola; nem sonho, nem fantasia; apenas trabalho árduo acima da sua capacidade física, todo dia, sem espaço para a escola, para o estudo, para a brincadeira. E o que é brincar para uma criança nessas condições? Ela não sabe, pois nunca pode experimentar. Quando chega em casa está cansada, extenuada mesmo, só quer comer alguma coisa e dormir.

O trabalho escravo infantil não acontece apenas nas zonas rurais, é crime cometido igualmente nas zonas urbanas, através do trabalho doméstico, da prostituição e da profissionalização da mendicância. Uma criança pedindo esmola ou vendendo balas numa esquina é mais comovente, é um apelo que consegue sensibilizar os corações alheios.

Infelizmente essa sensibilidade dos adultos não chega ao nível de ação para acabar com essa indignidade humana. O trabalho infantil é proibido por lei. Nenhuma criança com menos de dezesseis anos pode trabalhar, exceção feita se na condição de aprendiz, mas com todos os direitos garantidos e respeitando-se as normas legais.

Precisamos mobilizar a sociedade para acabar com essa mancha. O governo mantém o programa Bolsa Família para amparar as famílias que necessitam de renda complementar, podendo assim manter seus filhos na escola e longe do trabalho. Então, se alguém souber de um empresário inescrupuloso, que utiliza mão de obra infantil, deve denunciar. Se você sabe de alguma família que está utilizando seus filhos para trabalhar e obter renda, também deve denunciar.

A denúncia é muito importante, mas essencial é amparar essa família, é orientar esses pais. Isso cabe também às Prefeituras Municipais, que não podem se omitir, alegando que a questão pertence à esfera federal, pois o município pode e deve envidar todos os esforços para o atendimento e a promoção social da sua população.

Exercer a cidadania é ficar atento ao que estamos fazendo com nossas crianças. Elas se tornarão pessoas adultas, e se não fornecermos educação, esporte, lazer e saúde com qualidade, que adultos serão?

Pensemos nisso!

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Eleições e Educação

Terminado o domingo eleitoral, chama-nos atenção a sujeira das ruas da Cidade do Rio de Janeiro. Não faltam os famosos "santinhos" espalhados pelas ruas, prontos para entupir os bueiros e dar muito trabalho para os garis da limpeza urbana. E isso porque a boca de urna é proibida, só permitida a propaganda silenciosa através de bonés, camisetas, botons e bandeiras. Infelizmente assistimos eleitores e representantes de partidos políticos jogando folhetos das janelas de carros em movimento, uma operação sem nenhum efeito a não ser o de sujar a cidade.

As eleições municipais mostraram o quanto estamos longe de mostrar uma boa educação, o quanto estamos distantes de exercer com qualidade a cidadania. Desrespeitamos a lei, fazemos ouvidos surdos à propaganda feita pela Justiça Eleitoral no rádio e na televisão, e depois queremos criticar os outros, quando somos os primeiros a merecer uma crítica contundente. Felizmente, como contrapeso, temos aqueles que souberam exercer a cidadania, respeitando a lei e os outros, dando bom exemplo de educação.

Perto do que foi visto por toda a cidade, o balanço do TRE (Tribunal Regional Eleitoral) foi minimizante. Poucas apreensões de material de propaganda, quase ninguém preso por fazer boca de urna. É triste, pois fiscalizaram as eleições a Polícia Militar, as Forças Armadas e os Fiscais da Justiça Eleitoral. Muita fiscalização para pouca eficácia.

Outra questão, ligada à educação, é o voto. Parece que uma parte da população ainda não está consciente da força do voto e da importância da escolha dos seus representantes no poder público. Basta olharmos a lista dos Vereadores eleitos. Infelizmente nem todos mereciam o voto popular.

Resumindo, necessitamos ainda de muita educação, pois sem isso não haverá cidadania de qualidade, não haverá respeito às leis e não haverá conscientização da importância do voto.

Pensemos nisso!

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

A Dor

Quem, uma vez ou outra na vida, não tem uma dor, seja ela física ou moral? Todos estamos sujeitos à dor. Uma pancada involuntária, um problema de saúde, uma crítica maldosa que nos foi endereçada, e a dor aparece. Ela faz parte da vida, e como está sempre fazendo sua presença, é preciso saber conviver com ela e dela tirar lições proveitosas, transformando a dor em excelente educadora.

Isso é possível, pois a dor sempre indica a necessidade de limites, de auto-educação, de necessidade de mudança de hábitos. O que ocorre é que a maioria de nós somos teimosos e fazemos da dor um verdadeiro suplício, gerando sofrimentos sem conta.

No lugar de um salutar aprendizado, temos desespero, imprecações contra tudo e todos, supervalorização do sofrimento, impaciência. Tudo isso deságua em dores ainda maiores, pois quando fazemos "tempestade em copo d'água" a situação fica ainda pior.

Será que maldizer a vida, gritar de dor, explodir em nervosismo, esgotar a paciência dos outros, será que essas coisas resolvem, são medicamentos eficazes no combate à dor? A experiência tem mostrado que, pelo contrário, são atitudes, são comportamentos que duplicam ou mesmo triplicam a sensação de dor e desconforto. Então, vamos aprender, diante da dor, a ter paciência, calma, tranqüilidade e a fazer somente aquilo que possamos fazer, sem ferir aos outros e a nós mesmos.

E não adianta, depois de bater a cabeça na parede, justificar o acontecido colocando a culpa na parede, ou, o que é mais comum, colocando a culpa nos "nervos", como se eles tivessem vida própria, o que não é verdade.

Somos muito imprevidentes e a maior causa das nossas dores e sofrimentos está na nossa maneira de ser e agir. Uma boa auto-educação, lutando para reformar hábitos, pendores, manias fará muito bem, tendo como conseqüência uma dia-a-dia mais alegre e mais fácil de ser vivido.

Que tal começar a transformar a dor numa aliada para se viver melhor? E, melhor ainda, fazendo isso, que tal começar a viver com menos dor?

Pensemos nisso!

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Sobre a Crise Financeira

Depois de gastar bilhões de dólares numa guerra insana no Iraque, e sem somarmos os gastos no Afeganistão, tendo como motivo não explícito lucrar com o petróleo da região, lucro esse que a nação norte-americana não viu, pois desviado foi pelos interesses de grupos comerciais e financeiros, agora o governo dos Estados Unidos acena com a benesse de 700 bilhões de dólares para os bancos e financeiras particulares, no intuito caridoso de salvaguardar o país de um desastre anunciado há bastante tempo.

Existirá algum empresário que seja contra esse auxílio? Quem não quer vender seus títulos imobiliários podres para o governo, lucrando muito bem e refazendo seus negócios? E os experts ainda dizem que no futuro o governo federal até poderá lucrar com essa operação. A bola de cristal só não diz quando, mas isso será problema dos próximos presidentes.

As grandes corporações riem à toa, mandando e desmandando no mercado de ações, subindo os juros para obter mais lucros, e cortando o crédito do consumidor para poder aplicar em paraísos fiscais a maior soma possível desse dinheiro abençoado que sairá do Tesouro Americano.

Estamos assistindo a hipocrisia humana aliada ao egoísmo dos interesses pessoais e de grupo mais uma vez comandando a história. E parece que a grande maioria se satisfaz em se fazer de cego, acreditando em discursos que objetivam apenas encobrir os interesses escusos.

Esse estado de coisas, esse comportamento desumano, só haverão de ser combatidos quando compreendermos a educação moral, seus objetivos e suas conseqüências salutares, pois a educação moral trabalha a construção do ser interior, ético, de bom caráter, moralizando-o, o que vai contra as atuais filosofias e políticas que regem o mundo capitalista.

Temos muito o que fazer para humanizar, espiritualizar, moralizar, os verbos que acabarão com a corrupção, o egoísmo, os interesses escusos. Muitas inciativas espalhadas pelo mundo estão dando bom exemplo e bons frutos, é uma questão de tempo.

Se individualmente aprendermos a nos educar, mudar objetivos de vida e pensarmos nos outros, mais rapidamente transformaremos a sociedade e o mundo.

Pense nisso!

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Livro Eletrônico

Portabilidade e baixo custo final são os grandes trunfos do Ebook, ou livro eletrônico, que você pode adquirir através da Internet através da Interior da Alma Editora, uma empresa socialmente responsável, com lançamentos nas áreas educação, gestão, auto-ajuda, conto, romance, espiritismo e esperanto.

No momento o Ebook está fazendo sua reserva de espaço no mercado editorial, convivendo pacificamente com o livro impresso, mas a tendência é de um crescimento rápido e vertiginoso, pois o Ebook é ecologicamente correto, preserva a natureza e pode ser transportado num simples pen-drive, ou diretamente no Ebook Reader. Você pode ler o livro através de qualquer computador ou notebook, em qualquer lugar do mundo.

E o preço de um Ebook não tem comparação com o que você paga por um livro impresso, pois o Ebook pode chegar ao consumidor final, ou seja, o leitor, por metade do preço convencional de um livro impresso, ou até menos.

As novas tecnologias possuem a tendência de sepultar as tecnologias tradicionais, mas não sou daqueles que anunciam um mundo novo extraordinário e sem conexão com o mundo atual, pois tudo está interligado e o progresso tecnológico é fruto da soma de experiências ao longo do tempo, mas que o livro eletrônico é uma realidade, não resta dúvida.

Nos países asiáticos, principalmente Japão e Coréia do Sul, o Ebook já é um sucesso, e a tendência nos Estados Unidos e países europeus é de um crescimento sólido.

A Interior da Alma Editora convidou-me para publicar meus livros no formato Ebook e agora eles estão disponíveis no site www.interiordaalma.com.br.

Vale a pena conferir e começar a se acostumar com uma nova maneira de ver e ler um livro.

Vídeo - O espírito e a reencarnação

As implicações da reencarnação na educação do espírito, é o tema da série Educação Espírita, com Marcus De Mario. Vamos refletir juntos! Tod...