segunda-feira, 28 de setembro de 2026

Podcast - Ninguém pertence a ninguém


A violência contra a mulher e o feminicídio são o assunto do podcast Análise & Crítica, que você assiste em:

Abordagem de Marcus De Mario à luz da doutrina espírita e dos direitos iguais.

Viver sempre


As pesquisas mostram que o número de suicídios na sociedade brasileira vem aumentado ano após ano, e o que era restrito ao mundo dos adultos, passou a fazer parte também do mundo dos jovens, dos adolescentes e até das crianças, numa gama variada de causas, quando o ser humano procura como solução aos seus problemas o ato do suicídio ou autoextermínio, num gesto extremo que causa muita comoção e dor aos que ficam. Diante disso, temos que perguntar: tirar-se a própria vida é mesmo solução?

Para o Espiritismo essa ação é um atentado contra a vida, que pertence a Deus, e não é solução, pois a vida continua no mundo espiritual; a morte é apenas do corpo biológico. Essa informação é fundamental, ou seja, somos almas imortais, não morremos, apenas passamos por uma transição entre dois planos, ou duas dimensões da vida, o que significa que os problemas que aqui carregávamos, continuarão conosco, com o agravante de ter de assumir as consequências desse ato, que é um atentado contra a lei divina.

Pessoas há argumentando que a vida terrena está muito difícil, que as aflições se acumulam, e que diante das dores e sofrimentos a única saída é o autoextermínio. Equivocam-se essas pessoas, pois Deus, o Senhor da Vida, é justo, bom e misericordioso, e nos oportuniza a encarnação para podermos reparar o que fizemos em existências passadas, ao mesmo tempo em que temos todas as possibilidades de continuar nosso aperfeiçoamento intelectual, moral e espiritual.

Nada, absolutamente nada nos acontece por acaso, pois tudo tem a sua razão de ser. Face às nossas imperfeições morais, estamos inseridos num mundo de expiações e provas, onde o mal ainda predomina sobre o bem, mas onde temos o potencial divino para resistir às más tentações, cabendo-nos acionar a vontade para superarmos as más influências e, com resignação, perseverança e paciência, darmos continuidade ao viver, e viver sempre, pois é isso o que Deus quer de cada um dos seus filhos.

Para fazer face às provas e expiações, temos um roteiro seguro e infalível: o Evangelho. Seguindo os ensinos de Jesus, teremos fortaleza de ânimo para prosseguir, sabendo que toda dor, que todo sofrimento, passará, pois não estamos abandonados, tendo um Anjo da Guarda que vela por nós, além de Espíritos Amigos e Familiares que nos amam e nos auxiliam, mas sem nunca atropelar nosso livre arbítrio.
Disse Jesus que seu fardo é leve e seu jugo é suave, pois o Evangelho é todo amor, assim como a vida é regida pela lei de amor, provinda de Deus, o Pai e Criador.

Aqui na Terra muitas vezes amargamos provas que foram solicitadas por nós mesmos antes de reencarnarmos, então não temos do que nos queixar, e sim trabalhar com todo esforço para seguirmos em frente, dia após dia, sem murmurações inconvenientes, procurando nos melhorar, praticando sempre o bem ao nosso alcance. Quanto às expiações, são consequência do que fizemos em outras existências, mas não estamos aqui apenas para sofrer, e sim para aprender a amar, a fazer a caridade, lembrando que todo bem realizado automaticamente repara um mal cometido no passado.

As comunicações de suicidas, através da mediunidade, como vemos, por exemplo, na segunda parte do livro O Céu e o Inferno, de Allan Kardec, atestam que o suicídio é a pior escolha, acarretando muitos sofrimentos, e nunca sendo solução.

Para fazer face às desilusões e ao desgosto pela vida, é necessário uma mudança completa na educação que hoje desenvolvemos. Há que se realizar uma transformação nos seus fundamentos e nos seus valores, para que a educação seja regida por uma filosofia espiritualista tal qual o Espiritismo, dando às crianças e aos jovens um novo sentido de viver, ideais mais enobrecidos, numa formação do caráter que leve em conta o bem para todos, o respeito aos direitos dos outros e a continuidade da vida após a morte.

Que os pais, como primeiros educadores das almas que se apresentam como filhos, orientem-nos através dessa visão imortalista; que os professores, como mestres da educação, trabalhem a formação do caráter em conjunto com a formação do intelecto. Pais e professores, famílias e escolas, numa união de esforços para atacar e destruir o egoísmo, e por consequência o orgulho, que são as causas de todos os males, numa exaltação à vida, pois o melhor remédio, apontado pela Doutrina Espírita, é sempre viver, e viver com alegria, tendo no Evangelho o suporte para tudo vencer, elegendo o amor e o bem como construtores da felicidade, hoje e amanhã.

terça-feira, 22 de setembro de 2026

Pestalozzi, Educador da Humanidade


Conheça a vida, a obra e o pensamento do educador Pestalozzi, que entre os séculos 18 e 19 revolucionou a educação e a escola.

Allan Kardec, o codificador do Espiritismo, estudou com Pestalozzi no famoso Instituo de Yverdon, na Suíça.

Na leitura do livro Pestalozzi, Educador da Humanidade, você vai mergulhar num universo educacional e vivencial importante e profundo, daquele que é o pioneiro da educação moral e da psicologia da educação.

O livro é publicação da Casa Editora O Clarim.

143 páginas
14x21 cm

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Vídeo - A educação e a responsabilidade pelo mundo


Qual é o nosso papel individual na humanidade? Como a educação está proporcionando sermos conscientes da nossa ação pela melhora do mundo em que vivemos?

Essa é a abordagem do vídeo da série Educação Espírita que entregamos a você.

Os vídeos são publicados toda terça-feira, pela manhã, no canal Orientação Espírita:

segunda-feira, 21 de setembro de 2026

Podcast - Construir e reconstruir


O processo evolutivo é realizado com acertos e erros, aprendendo e se aperfeiçoando. É o que nos explica o Espiritismo, e é abordado em mais um podcast da série Análise e Crítica.

Ouça em:

Guia e modelo


Marcus De Mario

Para o Espiritismo, Jesus é o espírito mais perfeito que já esteve na Terra, servindo-nos de guia e modelo, e aqui estamos para trabalhar com ele na redenção e evolução humanas. Quem aceita trabalhar com Jesus não pode iniciar a jornada e ficar olhando para trás, para o que deixou, nem ficar reclamando dos desafios existenciais, pois sabe que o trabalho sempre é árduo num mundo de expiações e provas qual o nosso, e que para transformá-lo em mundo de regeneração, fazendo com que o bem seja maior que o mal, será preciso tempo e muito esforço.

Podemos fazer uma comparação que nos servirá de exemplo para melhor entendimento. Imaginemos que um homem comprou um bom pedaço de terra para ali construir sua casa e cultivar sua lavoura. Acontece que a terra comprada está inculta, repleta de árvores, plantas, ervas daninhas, pedras, impossibilitando assim qualquer plantio. O que fará o homem? Pacientemente trabalhará para limpar o terreno, o que lhe exigirá esforço, sacrifício e tempo. Em seguida terá que adubar a terra. Depois providenciará um sistema de irrigação, pois sem água será impossível qualquer tentativa. Confiante no seu trabalho, com perseverança alcançará bons resultados, e o terreno que antes era puro matagal entre pedras, tornar-se-á um belo sítio.

Assim igualmente com a Terra, do ponto de vista moral. Combater e destruir o egoísmo, a maiar chaga da humanidade, leva tempo e exige muito esforço pessoal, pois esse combate deve ter início conosco mesmo e não pode mais ser adiado, afinal o Evangelho já está conosco há mais de dois mil anos.
É urgente adentramos à vinha do Senhor, ou seja, é urgente permitirmos que seus ensinos morais nos transformem.

Seja onde estivermos, esteremos na vinha do Cristo, pois ele é o enviado de Deus para nos ensinar a lei de amor, e conosco está desde tempos imemoriais, auxiliando-nos para chegarmos também à perfeição. Estejamos, pois, com ele.

Todo aprendizado evangélico precisa ser seguido pela vivência do mesmo junto às outras pessoas, pois se assim não acontecer, teremos apenas conhecimento acumulado, e nada mais.

É muito cômodo aguardar que Jesus faça o que é de nossa competência, ou que os benfeitores espirituais realizem o que é nosso dever realizar.

Se discursar sobre o Evangelho tem sua validade, todo discurso que não é acompanhado do exemplo, perde força diante do Cristo, que aguarda pelas nossas obras no amor e na caridade, traduzindo seus ensinos em benefícios para todos.

Sem o empenho de nossas energias, pouco adiantará clamarmos aos céus por dias melhores.

Sem o empenho de nossas energias, o aperfeiçoamento espiritual que podemos realizar, ficará perdido.

Sem o empenho de nossas energias, o mal continuará sua presença no mundo.

Precisamos nos esforçar em construir o reino dos céus na Terra, ou seja, construir o reino espiritual, com o Cristo, neste mundo em que nos situamos, por meio de nossos esforços em nos tornarmos cada vez mais espiritualizados, levando os outros, através do nosso exemplo, a também alavancarem o processo de espiritualização de si mesmos.

Necessitamos não somente de apontamentos e observações em torno da Boa Nova, isso porque somente discursos não haverão de regenerar as pessoas. Necessitamos do trabalho incessante na seara do bem, a iniciar por nós mesmos, que não podemos mais ficar à margem das necessidades individuais e coletivas que se traduzem em dores e sofrimentos os mais variados em toda a humanidade.

Deus, nosso Pai, aguarda façamos nossa parte na divulgação e exemplificação do Evangelho e da imortalidade da alma, indo além do discurso, trabalhando com todas as nossas energias para a renovação de valores e ideais, nossos e de todos.

Se devemos respeitar o livre arbítrio e o tempo de cada pessoa, isso não significa que devamos deixar que as traças e as ferrugem tomem conta de nossas energias na vivência do amor.

terça-feira, 15 de setembro de 2026

Vídeo - As palavras e as redes sociais


Como estamos utilizando as redes sociais? O que publicamos? O que compartilhamos? Nossas palavras edificam ou atormentam?

Essa é a abordagem do episódio da série Educação Espírita para sua reflexão.

Para acessar os vídeos basta entrar no canal Orientação Espírita:

Podcast - Ninguém pertence a ninguém

A violência contra a mulher e o feminicídio são o assunto do podcast Análise & Crítica, que você assiste em: https://open.spotify.com/ep...