terça-feira, 22 de setembro de 2026

Pestalozzi, Educador da Humanidade


Conheça a vida, a obra e o pensamento do educador Pestalozzi, que entre os séculos 18 e 19 revolucionou a educação e a escola.

Allan Kardec, o codificador do Espiritismo, estudou com Pestalozzi no famoso Instituo de Yverdon, na Suíça.

Na leitura do livro Pestalozzi, Educador da Humanidade, você vai mergulhar num universo educacional e vivencial importante e profundo, daquele que é o pioneiro da educação moral e da psicologia da educação.

O livro é publicação da Casa Editora O Clarim.

143 páginas
14x21 cm

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Vídeo - A educação e a responsabilidade pelo mundo


Qual é o nosso papel individual na humanidade? Como a educação está proporcionando sermos conscientes da nossa ação pela melhora do mundo em que vivemos?

Essa é a abordagem do vídeo da série Educação Espírita que entregamos a você.

Os vídeos são publicados toda terça-feira, pela manhã, no canal Orientação Espírita:

segunda-feira, 21 de setembro de 2026

Podcast - Construir e reconstruir


O processo evolutivo é realizado com acertos e erros, aprendendo e se aperfeiçoando. É o que nos explica o Espiritismo, e é abordado em mais um podcast da série Análise e Crítica.

Ouça em:

Guia e modelo


Marcus De Mario

Para o Espiritismo, Jesus é o espírito mais perfeito que já esteve na Terra, servindo-nos de guia e modelo, e aqui estamos para trabalhar com ele na redenção e evolução humanas. Quem aceita trabalhar com Jesus não pode iniciar a jornada e ficar olhando para trás, para o que deixou, nem ficar reclamando dos desafios existenciais, pois sabe que o trabalho sempre é árduo num mundo de expiações e provas qual o nosso, e que para transformá-lo em mundo de regeneração, fazendo com que o bem seja maior que o mal, será preciso tempo e muito esforço.

Podemos fazer uma comparação que nos servirá de exemplo para melhor entendimento. Imaginemos que um homem comprou um bom pedaço de terra para ali construir sua casa e cultivar sua lavoura. Acontece que a terra comprada está inculta, repleta de árvores, plantas, ervas daninhas, pedras, impossibilitando assim qualquer plantio. O que fará o homem? Pacientemente trabalhará para limpar o terreno, o que lhe exigirá esforço, sacrifício e tempo. Em seguida terá que adubar a terra. Depois providenciará um sistema de irrigação, pois sem água será impossível qualquer tentativa. Confiante no seu trabalho, com perseverança alcançará bons resultados, e o terreno que antes era puro matagal entre pedras, tornar-se-á um belo sítio.

Assim igualmente com a Terra, do ponto de vista moral. Combater e destruir o egoísmo, a maiar chaga da humanidade, leva tempo e exige muito esforço pessoal, pois esse combate deve ter início conosco mesmo e não pode mais ser adiado, afinal o Evangelho já está conosco há mais de dois mil anos.
É urgente adentramos à vinha do Senhor, ou seja, é urgente permitirmos que seus ensinos morais nos transformem.

Seja onde estivermos, esteremos na vinha do Cristo, pois ele é o enviado de Deus para nos ensinar a lei de amor, e conosco está desde tempos imemoriais, auxiliando-nos para chegarmos também à perfeição. Estejamos, pois, com ele.

Todo aprendizado evangélico precisa ser seguido pela vivência do mesmo junto às outras pessoas, pois se assim não acontecer, teremos apenas conhecimento acumulado, e nada mais.

É muito cômodo aguardar que Jesus faça o que é de nossa competência, ou que os benfeitores espirituais realizem o que é nosso dever realizar.

Se discursar sobre o Evangelho tem sua validade, todo discurso que não é acompanhado do exemplo, perde força diante do Cristo, que aguarda pelas nossas obras no amor e na caridade, traduzindo seus ensinos em benefícios para todos.

Sem o empenho de nossas energias, pouco adiantará clamarmos aos céus por dias melhores.

Sem o empenho de nossas energias, o aperfeiçoamento espiritual que podemos realizar, ficará perdido.

Sem o empenho de nossas energias, o mal continuará sua presença no mundo.

Precisamos nos esforçar em construir o reino dos céus na Terra, ou seja, construir o reino espiritual, com o Cristo, neste mundo em que nos situamos, por meio de nossos esforços em nos tornarmos cada vez mais espiritualizados, levando os outros, através do nosso exemplo, a também alavancarem o processo de espiritualização de si mesmos.

Necessitamos não somente de apontamentos e observações em torno da Boa Nova, isso porque somente discursos não haverão de regenerar as pessoas. Necessitamos do trabalho incessante na seara do bem, a iniciar por nós mesmos, que não podemos mais ficar à margem das necessidades individuais e coletivas que se traduzem em dores e sofrimentos os mais variados em toda a humanidade.

Deus, nosso Pai, aguarda façamos nossa parte na divulgação e exemplificação do Evangelho e da imortalidade da alma, indo além do discurso, trabalhando com todas as nossas energias para a renovação de valores e ideais, nossos e de todos.

Se devemos respeitar o livre arbítrio e o tempo de cada pessoa, isso não significa que devamos deixar que as traças e as ferrugem tomem conta de nossas energias na vivência do amor.

terça-feira, 15 de setembro de 2026

Vídeo - As palavras e as redes sociais


Como estamos utilizando as redes sociais? O que publicamos? O que compartilhamos? Nossas palavras edificam ou atormentam?

Essa é a abordagem do episódio da série Educação Espírita para sua reflexão.

Para acessar os vídeos basta entrar no canal Orientação Espírita:

segunda-feira, 14 de setembro de 2026

Podcast - A violência e a educação


Diante da violência que está presente na sociedade, qual é o papel da educação e o que ela pode fazer?

Esse é o assunto do podcast Análise e Crítica que entregamos a você, com reflexões que trazem o pensamento espírita a respeito dessa importante questão.

Assista em:

Toda segunda-feira você tem um encontro, no Spotify, com mais um episódio do Análise & Crítica.

Problema de educação moral


Marcus De Mario

A humanidade está repleta de pessoas que só sabem reclamar; outras que carregam mágoas, ressentimentos, frustrações; ainda outras que se comprazem na hipocrisia; e ainda pessoas alimentadoras do ódio e da violência; sem nos esquecermos daquelas outras para quem corromper e burlar as leis é lema de vida. E assim temos uma variada e extensa classificação das pessoas que fazem mal a si mesmas e aos outros, nos mais diversos níveis de profundidade. Essas pessoas assemelham-se a casas construídas em bancos de areia e com telhado de vidro, isso porque não são bom exemplo para ninguém, e a qualquer momento podem cair, face aos escândalos que promovem ou em que estão inseridos. Pobres homens e mulheres que se deixam levar pelas ilusões do mundo, e também pelo egoísmo e orgulho que os tornam cegos para a realidade espiritual da vida.

Entretanto, não basta lastimá-los, nem lastimar a nós mesmos, pelas imperfeições que ainda carregamos. Algo precisa ser feito para mudar esse quadro vivencial, e esse algo responde pelo nome educação moral, que, de imediato, solicita-nos o exercício do autoconhecimento e da autoeducação. Alguém, e isso se perdeu na história, escreveu no pórtico de entrada da cidade de Delfos, lá na Antiga Grécia: Conhece-te a ti mesmo. O filósofo Sócrates, em visita à cidade, maravilhou-se com essa inscrição, e a tomou para si, desenvolvendo seu pensamento a partir de profundas meditações sobre sua pessoa, descobrindo seu potencial espiritual, e trabalhando incessantemente para se melhorar, para se tornar uma pessoa de bem.

Recordemos que muitas pessoas ficaram escandalizadas com os ensinos de Sócrates, acusando-o de corromper a juventude grega com ideias espiritualistas que não teriam fundamento, que subverteriam a ordem social estabelecida. Ele foi julgado e condenado à morte por ingestão de substância venenosa. Seus discípulos e sua esposa ficaram muito aborrecidos e queriam realizar sua fuga da prisão, mas ele, serenamente, informou-os que cumpriria a sentença, mesmo sendo injusta, pois acreditava no que ensinava, e a morte apenas faria com que ele reencontrasse os amigos e familiares que já estavam no além túmulo.

Seus ensinos e exemplos foram tão dignificantes, que suas palavras, transcritas em diversos livros pelo seu discípulo Platão, são estudadas até os dias de hoje. Infelizmente elas estão mais no âmbito acadêmico das discussões intermináveis, não se traduzindo em aplicação prática do “conhece-te a ti mesmo”. Temos perdido oportunidades em implantar e desenvolver a educação moral, e isso desde a antiguidade grega.
Veio então Jesus Cristo, e já se vão dois mil anos, afirmando que devemos amar ao próximo como a nós mesmos, o que somente é possível realizando o exercício salutar do autoconhecimento, permitindo que nos amemos tais quais somos, para então conseguir amar o próximo como ele é. Esse exercício é o que a educação moral desenvolve, mas criamos uma forte zona de conforto, estacionando na reclamação, na mágoa, na hipocrisia, na violência, na corrupção, no escândalo e outros males, mantidos por um caráter vicioso, dúbio, ligado somente ao aqui e agora imediatos, sem pensar nas consequências.

O tempo passou e surge o Espiritismo na metade do século dezenove. Comparece então o espírito Santo Agostinho para dizer da necessidade do autoconhecimento e como realizá-lo, o que você, leitor, poderá ver na questão 919a de O Livro dos Espíritos, que não vamos transcrever, pois ela merece leitura completa, muita reflexão, e disposição em sair da teoria para a prática, com o seu, e com o nosso esforço pessoal.

A verdade é que Sócrates, Jesus Cristo e Santo Agostinho, assim como vários outros personagens gravados pela história, defendem a aplicação da educação moral, pois ela é a única força capaz de destruir o egoísmo, fazendo com que o ser humano substitua os males que aqui listamos, pela caridade, bondade, fraternidade, solidariedade, abnegação, devotamento, numa palavra, pelo amor, que o fará não apenas a amar a si mesmo e ao próximo, mas também a amar a Deus acima de todas as coisas, como aprendemos com o Evangelho.

Somente a educação moral poderá melhorar a humanidade, isso porque, aplicada, melhorará as pessoas, que então farão a diferença, elevando a condição humana para patamares mais celestiais, onde o amor substituirá os vícios de caráter que hoje trazemos e que, seja dita a verdade, são alimentados pela educação falseada que temos desenvolvido.

A questão, como podemos entender, está toda na educação. Quando a compreendermos na amplitude da educação moral, teremos a solução para todos os males.

Pestalozzi, Educador da Humanidade

Conheça a vida, a obra e o pensamento do educador Pestalozzi, que entre os séculos 18 e 19 revolucionou a educação e a escola. Allan Kardec,...