terça-feira, 6 de outubro de 2026

Vídeo - A educação precisa de uma nova escola


Aqui está mais um vídeo da série Educação Espírita, com novas reflexões sobre a educação e a escola.

Toda terça-feira, 09h, você tem um novo vídeo publcado.

Acompanehe no canal Orientação Espírita:

segunda-feira, 5 de outubro de 2026

Podcast - Diante da ingratidão


Assista o podcast com o tema Diante da Ingratidão, aprendendo com o Espiritismo a compreender, tolerar e perdoar.

Toda segunda-feira um novo episódio de Análise & Crítica é publicado no Spotify.

A finalidade do centro espírita


Marcus De Mario

Da coleção de obras ditadas pelo espírito Manoel P. de Miranda através do médium Divaldo Franco, destacamos o livro Trilhas da Libertação, lançado no ano de 1996, com a bandeira editorial da Federação Espírita Brasileira, onde encontramos preciosas lições acerca do centro espírita e da mediunidade, trazendo para nossa reflexão pequeno trecho, mas muito elucidativo, que transcreveremos a seguir. Antes, esclareçamos que trata-se de uma explicação dada pelo espírito Vicente, que à época era o dirigente espiritual de um centro espírita que estava às voltas com desvios doutrinários por parte dos seus integrantes encarnados. A uma pergunta que lhe foi endereçada a esse respeito pelo autor do livro, ele respondeu:

“Numa sociedade espírita, a tarefa primacial é a de iluminação da consciência ante a realidade da vida, seus fins, sua melhor maneira de agir, preparando os indivíduos para a libertação do jugo da ignorância, a grande geradora de males incontáveis.”

É muito importante conversarmos sobre a finalidade do centro espírita, pois temos visto muitos dirigentes preocupados com a quantidade de frequentadores e tarefeiros, em muitos casos essa preocupação chegando ao ponto de vincularem o funcionamento do centro espírita aos serviços mediúnicos de tratamento espiritual, pois a mediunidade curativa atrai as pessoas, lota as dependências da instituição; em outros casos recorre-se à mediunidade psicográfica na obtenção de mensagens de entes queridos desencarnados, o que também é chamariz para um grande público ávido de informações de quem agora vive no mundo espiritual. Em ambos os casos, o fenômeno assume o lugar da doutrina, e isso caracteriza desvio de finalidade do centro espírita, que deve sempre ser fiel representante do Espiritismo.

Nas obras básicas, que conhecemos como Codificação Espírita, ou seja, os livros assinados e publicados por Allan Kardec, reunindo os ensinos dos espíritos superiores, temos essa questão muito bem esclarecida, mostrando que o fenômeno mediúnico não é o principal, mas sim a filosofia e as consequências morais dos ensinos espíritas. A mediunidade faz parte das atividades do centro espírita, mas jamais deve ser espetáculo público, não devendo ser utilizada como meio de atrair público, pois em assim acontecendo, são grandes os riscos de desvios de conduta por parte dos médiuns, que podem até mesmo deixar-se levar pela mistificação, pressionados que ficam em ser intermediários constantes dos fenômenos de cura ou de psicografia.

Temos assistido centros espíritas transformarem-se em verdadeiros hospitais, com suas dependências repletas de macas, camas hospitalares, com médiuns e apoiadores vestidos de branco, quando isso nada tem a ver com o Espiritismo e sua prática. As pessoas que ali comparecem têm o objetivo de apenas melhorarem da saúde com o tratamento aos seus males orgânicos ou psíquicos, sem nenhuma preocupação com o estudo da doutrina espírita, sem vinculação com a necessidade da autoeducação e da moralização que, na verdade, carecem profundamente. O mesmo percebemos nas organizações espíritas que promovem sessões para obtenção de cartas mediúnicas de entes queridos desencarnados, com dia e hora marcados, como se os espíritos estivessem sob nossas ordens e não fossem dotados de livre arbítrio. Os médiuns são considerados meras máquinas reprodutoras de mensagens do além, na maioria sem oferecer detalhes significativos dos autores das mesmas, à frente de um público que pouco ou nada quer saber dos princípios e vivência do Espiritismo e do Evangelho.

Essas situações configuram desvio da finalidade do centro espírita, que deve proporcionar aos que o procuram o estudo do Espiritismo, para que assim as pessoas possam ter uma nova visão sobre a vida, podendo responder por si mesmas quem são, de onde vieram, o que estão fazendo aqui e para onde vão, pois é isso o que a doutrina espírita proporciona aos seus adeptos, motivo pelo qual o espírito Vicente acentua que “a tarefa primacial é a de iluminação da consciência ante a realidade da vida”, realidade essa que significa olhar para si como alma imortal em caminhada evolutiva até a perfeição, numa visão reencarnacionista, dando um novo sentido ao viver.

Vivendo numa aura mística, bem ao gosto cultural brasileiro, compreendemos que o fenômeno exerça um forte poder de atração sobre as pessoas, mas o dirigente do centro espírita deve deixar de lado qualquer injunção com o misticismo e o espetáculo, lembrando que a qualidade deve ser o objetivo, e não a quantidade; que a libertação das consciências dessa cultura fenomênica é o objetivo a ser perseguido, conforme as diretrizes doutrinárias seguras apresentadas por Allan Kardec.

Recomendamos a leitura atenta e o estudo dessa obra magnífica que é Trilhas da Libertação, pois temos certeza que muito contribuirá para o melhor entendimento e a melhor prática do Espiritismo, além de trazer subsídios importantes para sérias reflexões sobre o centro espírita e a mediunidade. Nada temos a perder, mas muito a ganhar, abrindo espaço para essa leitura, estudo e séria reflexão.

terça-feira, 29 de setembro de 2026

Vídeo - A evangelização e a comunidade


A evangelização espírita e sua interação com a comunidade no entorno do centro espírita, é o tema do vídeo da série Educação Espírita que convidamos você a assistir.

Toda semana, na terça-feira, às 09 horas, um novo vídeo é publicado.

Acompanhe a série no canal Orientação Espírita:

segunda-feira, 28 de setembro de 2026

Podcast - Ninguém pertence a ninguém


A violência contra a mulher e o feminicídio são o assunto do podcast Análise & Crítica, que você assiste em:

Abordagem de Marcus De Mario à luz da doutrina espírita e dos direitos iguais.

Viver sempre


As pesquisas mostram que o número de suicídios na sociedade brasileira vem aumentado ano após ano, e o que era restrito ao mundo dos adultos, passou a fazer parte também do mundo dos jovens, dos adolescentes e até das crianças, numa gama variada de causas, quando o ser humano procura como solução aos seus problemas o ato do suicídio ou autoextermínio, num gesto extremo que causa muita comoção e dor aos que ficam. Diante disso, temos que perguntar: tirar-se a própria vida é mesmo solução?

Para o Espiritismo essa ação é um atentado contra a vida, que pertence a Deus, e não é solução, pois a vida continua no mundo espiritual; a morte é apenas do corpo biológico. Essa informação é fundamental, ou seja, somos almas imortais, não morremos, apenas passamos por uma transição entre dois planos, ou duas dimensões da vida, o que significa que os problemas que aqui carregávamos, continuarão conosco, com o agravante de ter de assumir as consequências desse ato, que é um atentado contra a lei divina.

Pessoas há argumentando que a vida terrena está muito difícil, que as aflições se acumulam, e que diante das dores e sofrimentos a única saída é o autoextermínio. Equivocam-se essas pessoas, pois Deus, o Senhor da Vida, é justo, bom e misericordioso, e nos oportuniza a encarnação para podermos reparar o que fizemos em existências passadas, ao mesmo tempo em que temos todas as possibilidades de continuar nosso aperfeiçoamento intelectual, moral e espiritual.

Nada, absolutamente nada nos acontece por acaso, pois tudo tem a sua razão de ser. Face às nossas imperfeições morais, estamos inseridos num mundo de expiações e provas, onde o mal ainda predomina sobre o bem, mas onde temos o potencial divino para resistir às más tentações, cabendo-nos acionar a vontade para superarmos as más influências e, com resignação, perseverança e paciência, darmos continuidade ao viver, e viver sempre, pois é isso o que Deus quer de cada um dos seus filhos.

Para fazer face às provas e expiações, temos um roteiro seguro e infalível: o Evangelho. Seguindo os ensinos de Jesus, teremos fortaleza de ânimo para prosseguir, sabendo que toda dor, que todo sofrimento, passará, pois não estamos abandonados, tendo um Anjo da Guarda que vela por nós, além de Espíritos Amigos e Familiares que nos amam e nos auxiliam, mas sem nunca atropelar nosso livre arbítrio.
Disse Jesus que seu fardo é leve e seu jugo é suave, pois o Evangelho é todo amor, assim como a vida é regida pela lei de amor, provinda de Deus, o Pai e Criador.

Aqui na Terra muitas vezes amargamos provas que foram solicitadas por nós mesmos antes de reencarnarmos, então não temos do que nos queixar, e sim trabalhar com todo esforço para seguirmos em frente, dia após dia, sem murmurações inconvenientes, procurando nos melhorar, praticando sempre o bem ao nosso alcance. Quanto às expiações, são consequência do que fizemos em outras existências, mas não estamos aqui apenas para sofrer, e sim para aprender a amar, a fazer a caridade, lembrando que todo bem realizado automaticamente repara um mal cometido no passado.

As comunicações de suicidas, através da mediunidade, como vemos, por exemplo, na segunda parte do livro O Céu e o Inferno, de Allan Kardec, atestam que o suicídio é a pior escolha, acarretando muitos sofrimentos, e nunca sendo solução.

Para fazer face às desilusões e ao desgosto pela vida, é necessário uma mudança completa na educação que hoje desenvolvemos. Há que se realizar uma transformação nos seus fundamentos e nos seus valores, para que a educação seja regida por uma filosofia espiritualista tal qual o Espiritismo, dando às crianças e aos jovens um novo sentido de viver, ideais mais enobrecidos, numa formação do caráter que leve em conta o bem para todos, o respeito aos direitos dos outros e a continuidade da vida após a morte.

Que os pais, como primeiros educadores das almas que se apresentam como filhos, orientem-nos através dessa visão imortalista; que os professores, como mestres da educação, trabalhem a formação do caráter em conjunto com a formação do intelecto. Pais e professores, famílias e escolas, numa união de esforços para atacar e destruir o egoísmo, e por consequência o orgulho, que são as causas de todos os males, numa exaltação à vida, pois o melhor remédio, apontado pela Doutrina Espírita, é sempre viver, e viver com alegria, tendo no Evangelho o suporte para tudo vencer, elegendo o amor e o bem como construtores da felicidade, hoje e amanhã.

terça-feira, 22 de setembro de 2026

Pestalozzi, Educador da Humanidade


Conheça a vida, a obra e o pensamento do educador Pestalozzi, que entre os séculos 18 e 19 revolucionou a educação e a escola.

Allan Kardec, o codificador do Espiritismo, estudou com Pestalozzi no famoso Instituo de Yverdon, na Suíça.

Na leitura do livro Pestalozzi, Educador da Humanidade, você vai mergulhar num universo educacional e vivencial importante e profundo, daquele que é o pioneiro da educação moral e da psicologia da educação.

O livro é publicação da Casa Editora O Clarim.

143 páginas
14x21 cm

Faça seu pedido:
www.oclarim.com.br
oclarim@oclarim.com.br
Whatsapp (16) 99270-6575
Tel. (16) 3382-1066

Vídeo - A educação precisa de uma nova escola

Aqui está mais um vídeo da série Educação Espírita, com novas reflexões sobre a educação e a escola. Toda terça-feira, 09h, você tem um novo...