terça-feira, 19 de maio de 2026

Vídeo - Evangelização Espírita


Por que temos que desenvolver a evangelização das crianças e dos jovens no centro espírita?

Essa é a abordagem desse vídeo da série Educação Espírita, publicada toda terça-feira, às 09 horas, no Youtube.

Acompanhe os vídeos em:

segunda-feira, 18 de maio de 2026

Podcast - O amor é tudo


A transformação da família e da escola é dependente da aplicação do amor na educação.

Essa é a abordagem do episódio 0163 do podcast Análise & Crítica, que você assiste em:

Toda segunda-feira um novo episódio é publicado no Spotoify.

Acompanhe! 

A educação do espírito


Marcus De Mario


Para falar do Projeto Educação do Espírito, primeiramente passo a palavra ao espírito Benedita Fernandes, que através do médium Divaldo Franco, tece os seguintes comentários sobre a educação à luz da doutrina espirita:


A educação tem regime de urgência. Na tarefa da educação devem ser investidos os melhores recursos de que se pode dispor, a fim de que se colimem os objetivos elevados em prol de uma sociedade mais justa, portanto, feliz.
Desejando homens nobres, no futuro, deve-se educar a criança desde hoje. Educar é fomentar a vida sob qualquer aspecto em que se apresente.
A abrangência do verbo educar envolve o compromisso espiritual de criar, desenvolver e estimular os valores transcendentes do ser, não se atendo, apenas, a qualquer programática exclusivista, cuja ótica distorcida limita o vasto campo das suas realizações.
Por isso, o Espiritismo é uma doutrina essencialmente educativa, plasmadora de funções e aquisições de sabor eterno, porque penetra nas causas geradoras dos fenômenos humanos, solucionando os problemas vigentes onde quer que se manifestem.
Dessa forma, a educação espírita, de profundidade, portanto, não se limita à contribuição de recursos intelectuais, artísticos e convencionais, senão, à equação dos desafios evolutivos, preparando o indivíduo para tentames elevados e grandiosos.
Não se há porque descurar o dever da educação de todos os homens, especial e principalmente da criança e do jovem. A educação é compromisso de todo o dia e instante, em razão da sua complexidade.
A educação espírita – que se baseia no amor e na instrução, que iluminam a consciência e libertam o ser das injunções perniciosas – tem como instrumento o exemplo do educador que deve pautar a conduta pelo que ensina, superando-se em atos, de modo que as sementes de que se vale, de superior qualidade, manifestem-se em forma de paz e realização nele próprio.
Allan Kardec, como Jesus, foi educador, ensinando e vivendo as lições de que se fez intermediário com elevada abnegação e estima pela criatura, em consequência, pela humanidade.
Parafraseando Jesus, que disse: “Somente pelo amor será salvo o homem”, permitimo-nos afirmar que “Somente pela educação serão salvos o amor e o homem.”


Essas palavras do espírito Benedita Fernandes estão publicadas no livro Antologia Espiritual.

Falemos agora do Projeto Educação do Espírito.

Considerando que o Espiritismo, como doutrina de educação do ser imortal, tem por objetivo a formação do homem de bem e a consequente transformação moral do indivíduo e da sociedade, entendemos que isso só pode ser alcançado pela aplicação da educação moral desde a infância, servindo de antídoto eficaz contra o materialismo, o egoismo e a indiferença que ainda caracterizam as gerações de espíritos reencarnados. E como o Centro Espírita é escola de almas, a Educação Espírita Infantojuvenil, também conhecida como Evangelização Espírita, é tarefa essencial e urgente a ser desenvolvida para que o amor, a caridade e a ética promovam homens de bem e um planeta de regeneração.

São objetivos da Educação do Espírito:
1 - Desenvolver o senso moral do educando.
2 - Conscientizar o educando de sua realidade como espírito imortal.
3 - Discutir e analisar valores éticos.
4 - Permitir a inclusão social e cultural.
5 - Estimular a integração dos pais no processo da educação espírita infantojuvenil.

E nessa tarefa devem ser levados em conta os seguintes princípios, ou valores:
Respeito – Seguindo o ensino de Jesus: fazer ao outro somente o que gostaria que o outro me fizesse.
Solidariedade – Colocando a cooperação e a colaboração acima dos interesses pessoais, no trabalho em grupo.
Afetividade – Humanizando as relações com o outro, pois todos somos irmãos, filhos de Deus, Pai e Criador de tudo o que existe.
Honestidade – Reconhecendo as próprias limitações e tendências, assim como nos outros, dando do que temos e recebendo o que necessitamos.
Responsabilidade – Colocando em prática o ensino de Jesus: a cada um segundo suas obras, significando assumir os deveres.
Autonomia – Respeito ao livre arbítrio, no desenvolvimento das potencialidades, pois a lei divina é de evolução para a perfeição.
Convivência – Ninguém foi criado para viver sozinho, nem para impor aos outros suas crenças e ideias, mas sim para aprender o viver democrático.

O Projeto Educação do Espírito está inteiro no livro de minha autoria Educando o Espírito, que você adquire pela internet, tanto na Amazon quanto no Clube de Autores.

terça-feira, 12 de maio de 2026

Podcast - Prece por Aqueles que Amamos


Da Coletânea de Preces Espíritas de O Evangelho Segundo o Espiritismo, dedicamos a você a Prece por Aqueles que Amamos.

As preces são publicadas no Sptify.

Assista essa prece em:

Podcast - Deus Sabe


Aqui está o episódio Deus Sabe, do podcast Coragem e Esperança, que publicamos no Spotify, com mensagens de conforto e esclarecimento através da doutrina espírita.

Assista o episódio em:

Sigamos em frente!

segunda-feira, 11 de maio de 2026

Podcast - Projeto educação do espírito


Conheça o Projeto Educação do Espírito no episódio #0162 do Podcast Análise & Crítica.

Você vai conhecer uma proposta pedagógica inovadora para a evangelização espírita.

Ouça em:

Lembrando que toda segunda-feira é dia de um novo episódio, que você acessa no Spotify.

Amor e criatividade


Marcus De Mario

Disse um professor que para transformar a educação só o amor não basta. Temos um pensamento um pouco diferente sobre esse tema, pois consideramos que o amor é o fundamento da educação, ou em outras palavras, é a essência da educação. Então, o amor deve ter a força de transformar o processo educacional, de romper paradigmas, de fazer uma nova escola. O problema não está no amor, mas em como o entendemos e aplicamos, confundindo-o com paternalismo, com acomodação, com afetividade melosa, quando o amor, como profundo sentimento, deve estar aliado à criatividade, a uma visão dinâmica da educação.

De fato, não basta dizer amar a educação, ou melhor dizendo, amar dar aula, pois aula não é sinônimo de educação, nem de escola. Professor que somente sabe reproduzir conteúdo curricular, que aplica sempre o mesmo tipo de avaliação, que gosta de ensinar mas não de dialogar, não pode ser visto como um educador. Falta a ele dinâmica, criatividade e, acima de tudo, falta-lhe compreender efetivamente o que é educação.
Agora, sendo o amor a base do trabalho educacional que deveria ser desenvolvido na escola, e isso não acontecendo, a culpa não é do amor, e sim das pessoas que se distanciam desse sublime sentimento, deixando-se engessar por rotinas excludentes, e por isso mesmo violentas, fazendo da escola um mero instituto de ensino, quando ela deveria ser uma instituição educadora, no mais profundo entendimento.

Quem ama, como bem lembrava Içami Tiba, educa! E para educar trabalha com entusiasmo, perseverança, criatividade, renovando-se constantemente, respeitando os educandos, compartilhando saberes e preocupando-se com a ética do respeito aos direitos de cada um.

Se a escola anda longe da educação, é porque está faltando amor nos corações dos professores, e assim não conseguem sensibilizar os alunos. É preciso, através do amor, superar os entraves burocráticos e pedagógicos que hoje mantém a escola parada no tempo, distanciada da modernidade e da verdadeira ciência da educação, que é o significado da palavra pedagogia.

Muitas pessoas clamam por uma escola diferente, pela transformação da escola, mas esquecem que isso é dependente de um novo olhar sobre a educação, recolocando o amor no centro do processo, pois somos pessoas lidando com pessoas. Como pode haver relacionamento sadio onde o amor não existe, ou está encoberto por camadas de poeira de preconceitos?
Neste ponto, devemos fazer uma pergunta: existem escolas onde se trabalha com amor e criatividade? E se existem, essas escolas fazem a diferença?

Sim, essas escolas existem e fazem a diferença. Comecemos pela Escola da Ponte, lá em Portugal, na cidade do Porto. Se você não a conhece, faça um passeio pelo YouTube, e você ficará encantado com sua história, com sua metodologia. Em terras brasileiras vamos destacar o Centro Educacional Conhecer, das famosas terras mineiras, lá na cidade de Leopoldina. Faça uma visita online acessando o Instagram, e você ficará encantado, novamente, com uma escola onde o amor rege o trabalho com as crianças.

Amor e criatividade devem estar sempre juntas, transformando a educação e a escola, mesmo porque o amor é criativo, é fonte inesgotável de ação.
E como estamos falando de educação, lembremos que ela não está circunscrita à escola. A educação abrange igualmente a família, pois o lar também deve ser considerado uma escola, ou melhor, um instituto de educação. É a conjugação da família com a escola, tendo o amor como essência pedagógica, que haverá de transformar as pessoas, que por sua vez transformarão a sociedade.

Estamos falando de um processo de médio e longo prazo que, se não o estivéssemos adiando, já estaria mostrando seus resultados. Você não acredita? Recomendo a leitura do livro Leonardo e Gertrudes, do educador Pestalozzi, que pode ser classificado como um romance pedagógico, cuja história bem retrata o que estamos afirmando. E por falar em Pestalozzi, aproveite seu passeio pelo YouTube para conhecer um pouco do Instituto de Yverdon, lá na Suíça, que em sua época, século XIX, foi considerado exemplo para todas as escolas.

O que está matando a educação, e também a escola e a família, é a acomodação ao processo de ensinagem (ensinar, ensinar…), quando deveríamos educar (amar, amar…).

quinta-feira, 7 de maio de 2026

Vídeo - Educação do espírito


O que é a educação do espírito e como aplicá-la estão no vídeo Educação do Espírito.

Toda terça-feira, às 09 horas, disponibilizamos um vídeo da série Educação Espírita no YouTube.

Acompanhe em:

Podcast - Importância da evangelização espírita


O processo educacional da evangelização espírita e o futuro da humanidade é abordado no podcast Anális & Crítica, em seu episódio #0161.

Assista em:

Precisamos pensar


O pensamento é um dos atributos da inteligência, e se há algo que nunca podemos parar de fazer é pensar. Podemos nos acomodar a várias situações da vida, mas é fato que estamos sempre pensando alguma coisa, mesmo quando estamos em repouso, A questão a ser encarada de frente é que temos muitos pensamentos aleatórios, desconexos, e nem sempre, quando pensamos sobre algo, sabemos utilizar o raciocínio aliado ao bom senso. Isso se aplica perfeitamente nos debates sobre a educação, normalmente confundida com a metodologia, a didática, os recursos técnicos, o conteúdo curricular, as dependências físicas da escola, as tecnologias utilizadas. Todas essas coisas fazem parte do processo educacional, mas não são a educação. Elas têm a ver com a instrução, mas desacompanhadas da arte da formação do caráter, e desrespeitando o ritmo individual do educando, não promovem a educação.


Insistimos nisso, pois esse é o entendimento muito claro do Espiritismo, cuja doutrina é essencialmente educativa, vendo no educando uma alma imortal em progresso, trazendo das existências passadas uma bagagem refletida em suas ideias inatas e suas tendências de caráter. E pensando sobre isso, damos razão a Allan Kardec quando este nos diz que a educação deve corrigir as más tendências dessa alma, pois se isso não for feito, adentrará à sociedade com ideias egoístas e materialistas, como estamos assistindo há um bom tempo. Ora, indivíduos egoístas e materialistas não pensam no bem dos outros, não dão valor à fraternidade e solidariedade, e isso já é um mal que a todos atinge indistintamente.


O pensamento de Kardec está no comentário que faz à questão 685a de O Livro dos Espíritos, nos remetendo a um entendimento mais profundo sobre a educação, considerada, do ponto de vista moral, como prioritária para termos uma sociedade mais justa e alcançarmos a felicidade. Essa educação, muitas vezes, nem mesmo nas escolas de evangelização espírita encontramos, pois a base deveria ser o Evangelho, através do estudo e vivência dos ensinos morais de Jesus, unindo a teoria com a prática, numa educação dinâmica e ao mesmo tempo afetiva, desenvolvendo o senso moral e o sentimento, pois somente assim a criança e o jovem compreenderão que a inteligência deve ser fomentadora do bem, sendo esse bem para todos.


A educação moral é a única capaz de destruir o egoísmo que nos caracteriza, espíritos inferiores que somos, que ainda nos comprazemos com a violência, com os gozos materiais, desdenhando da própria realidade espiritual.

É urgente pensar a educação através da ótica moral e espiritual. Enquanto não fizermos isso continuaremos a assistir programas governamentais naufragarem, sem conseguirem corrigir as diferenças sociais, sem conseguir combater com eficácia a maldade, pois não adiantam leis e programas sem a contrapartida da educação que promove os valores humanos, a ética, a empatia, a resiliência, a partir de uma visão espiritualista sobre o ser e a vida, como nos apresenta o Espiritismo..

Insistir em aulas disso e daquilo no ambiente escolar, sem a devida adesão do educando, e sem levar em conta seus interesses e seu ritmo de aprendizagem, lotando-o de informações que ele não sabe para que servem, é desviar a educação, e a escola, de sua finalidade.

Passemos a palavra ao espírito Amélia Rodrigues, que em sua última existência foi professora nas terras baianas. Em texto intitulado Criança e Escola, psicografado pelo médium Divaldo Franco, e publicado no livro Sementeira da Fraternidade, ela nos entrega os seguintes pensamentos:

O primeiro passo de quem ensina deve ser dado no sentido de educar-se Não se educa sendo deseducado. Não se disciplina sem estar disciplinado.

A escola não é apenas um templo dedicado à instrução. É um altar para o culto da educação e um santuário para o amor.

Para educar é indispensável amar. Quem ama gera simpatia e afinidade. Na escola onde o amor se desdobra, a educação se aprimora.

Deixamos essas reflexões para você, para pensar com profundidade e sentir a importância da 4educação para transformar os rumos futuros da humanidade.

terça-feira, 21 de abril de 2026

Podcast Coragem e Esperança - Nunca Perca a Esperança


Do podcast Coragem e Esperança, que publicamos no Spotify, trazemos o episódio Nunca Perca a Esperança, com palavras à luz da doutrina espírita para você.

Assista em:

Vídeo - Jesus, o Educador


A visão do Espiritismo sobre Jesus enquanto mestre, é a abordagem desse vídeo da série Educação Espírita.

Os vídeos da série podem ser assistidos no YouTube, no canal Orientação Espírita.

Toda terça-feira, às 09 horas, um novo vídeo é publicado.

segunda-feira, 20 de abril de 2026

Podcast - O mundo de regeneração e a educação


A influência da educação na transição planetária é a abordagem do episódio #160 do podcast Análise & Crítica, com Marcus De Mario.

Assista em:

Toda segunda-feira um novo episódio é publicado. Acompanhe e reflita! 

O que é educação


Marcus De Mario

Para nós, a educação é o conjunto de estudos e experiências que propiciam ao educando desenvolver suas potencialidades de forma equilibrada, objetivando sua formação integral com o fim de termos o homem moral.


Fica implícito em nossa definição o finalismo superior da educação: o homem moral. E também o caminho para esse fim: a formação integral, equilibrada, que podemos ao nível do ensino destacar como sendo a aplicação da interdisciplinaridade, ou seja, o conjunto das disciplinas e dos temas de estudo em ação cooperativa, e não isolada. Também está caracterizado na definição a aplicação da experiência própria, do trabalho por parte do educando, assim como o reconhecimento de que ele é o agente de si mesmo, por ser portador de suas próprias potencialidades. Estamos falando da educação integral, aquela que conjuga de forma dinâmica os agentes sociais, o eu indivíduo e a vida num processo interativo. É sem dúvida, um processo educativo elaborado, mas o único que assegura o cumprimento de seu finalismo superior.

As ações equilibradas da natureza, do meio social, dos estados afetivos, da personalidade, etc., formam o processo da educação. Essa é a visão integral que leva em consideração as trocas e influências entre a família, a escola, os meios de comunicação, o trabalho, o lazer e tudo o mais. Isso importa em estabelecer que vida é educação, e tão rica é a vida que todo artificialismo é dispensável.

Muitos educadores - professores, assistentes sociais, psicólogos, pais, etc. - se desestimulam frente a atividades de estudo, pesquisa e elaboração prática em grupo, denunciando sua falta de visão do homem e do mundo, não conseguindo funcionar satisfatoriamente no âmbito das relações. Esses educadores são sistemas fechados, responsáveis pelo verbalismo inconsequente e pela constante troca de atividades na busca de soluções. Estão sempre à procura de receitas prontas sem perceber a dinâmica e profundidade da vida.

Em nossa definição dizemos que a educação deve levar o indivíduo a ser um homem moral, e isso acontecerá quando priorizarmos a formação no lugar da informação. Quando colocarmos a teoria e a prática a serviço da educação integral do ser.

Preconizamos através destas palavras a reformulação dos cursos de formação de educadores. Também defendemos a recapacitação dos educadores em atividade, pois toda teoria será derrotada se os responsáveis por sua aplicação não forem qualificados para colocá-la em prática. Enquanto os educadores estiverem arraigados ao ensino compartimentado, disseminado em disciplinas e matérias estanques, sem visão de totalidade, sem compreensão da interatividade das partes que compõem o todo, esse ensino não conseguirá promover de forma equilibrada as potencialidades do educando.

Ainda mais grave é constatarmos que, enquanto os educadores não se conscientizarem que a educação possui o finalismo superior de formar o ser, e não apenas de instruí-lo, essa educação que é promovida desde muito tempo jamais conseguirá estabelecer condutas éticas e relações de ordem moral. Para estabelecê-las será necessário resgatar os valores humanos: materiais, intelectuais, morais, espirituais, que encontram-se marginalizados, substituídos pela instrução, pelo imediatismo. É necessário conjugar, com o mesmo peso, os valores humanos com a instrução, ou em outras palavras, equilibrar no processo da educação a formação do caráter com a formação intelectual. Ao mesmo tempo desenvolvermos capacidades motoras e intelectuais com a sensibilização dos sentimentos e aquisição de virtudes.

Realmente, temos de concluir que não é a falta de conhecimento o motivo de tantos problemas no âmbito do ensino, mas, isto sim, a falta de visão integral do mesmo e a falta de conscientização sobre a vida e o finalismo superior da existência do ser humano. Quando os educadores compreenderem essa verdade, eis que surgirá plena a educação.

O estudo dos princípios do Espiritismo, informando que todos somos almas imortais, remete-nos a uma série de novas considerações sobre a educação. Essas novas considerações devem revolucionar, transformar a educação, não apenas fazendo pensar em novos rumos, mas levando-nos a considerar a educação moral do Espírito reencarnado a prioridade das prioridades, tanto na família quanto na escola.

terça-feira, 14 de abril de 2026

Vídeo - O que deve fazer o educador


Da série Educação Espírita, convidamos a asistir o vídeo O Que Deve Fazer o Educador, com reflexões e práticas para os professores e evangelizadores.

Toda terça-feira, às 09 horas, um novo vídeo é publicado. Acompanhe:

segunda-feira, 13 de abril de 2026

Podcast - A Criança


O episódio #0159 do Análise & Crítica traz importantes reflexões espíritas sobre a criança, e você está convidado a fazer comigo essas reflexões.

Assista o episódio em:

Liberdade e responsabilidade


Marcus DE Mario

É relativamente comum vermos crianças e jovens reclamarem o direito à sua liberdade, o direito à sua livre expressão, esquecendo, porém, que a liberdade deve ser acompanhada pela responsabilidade, pois não sendo assim fere o respeito que devemos ter com o direito do outro, pois a minha liberdade termina onde começa a liberdade do outro. Somos seres sociais, e na convivência uns com os outros, não podemos simplesmente fazer e falar o que bem entendemos. Aprendemos com Jesus que somente devemos fazer ao outro o que desejamos que ele nos faça, diretriz segura para uma conduta que produza apenas o bem. Se nos pomos a agir e falar o que bem entendemos, o outro terá o mesmo direito, e assim instalaremos o caos na sociedade, com diversos males que, fatalmente, acabarão por nos atingir também.

Para cada liberdade reclamada sempre haverá a contrapartida de uma responsabilidade a assumir. É assim o funcionamento da justiça divina, onde a cada um é dado sempre segundo as suas obras, ou seja, cada um responde pelo que faz do seu livre arbítrio. Não sendo assim, bastaria pedir perdão a Deus e tudo estaria resolvido, mas todo mal deve ser reparado e substituído pelo bem, motivo pelo qual muitas vezes, aqui na Terra, passamos por expiações, quando arcamos com as consequências do que fizemos em existências passadas, ou mesmo nesta atual existência, pois muitas vezes nos deixamos levar pelo egoísmo, pelo orgulho e pela imprevidência. Em outras palavras, o Espiritismo nos ensina que temos as causas anteriores e as causas atuais das nossas aflições neste mundo, não sendo possível transferir a nossa liberdade e responsabilidade para terceiros.

Estamos fazendo uma abordagem educacional, pois pertence ao processo de educação o esclarecimento sobre o uso da liberdade, assim como o assumir as responsabilidades pelas consequências desse uso. Esse processo tem início no lar, no seio da família, e deve ter continuidade na escola, assim conjugando-se pais e professores na sublime tarefa de educar. Agora, essa educação somente terá força se for acompanhada dos bons exemplos dos educadores, pois não basta ensinar, é preciso fazer o ensino ser acompanhado do exemplo de quem ensina.

Se o educador usa de sua liberdade de modo irresponsável; se não mede as consequências do uso que está fazendo do seu livre arbítrio,; se não assume a responsabilidade pelos danos causados aos outros, é um irresponsável, não podendo estar no papel de educador, seja como pai, mãe, professor, avô, avó, professora, tio, tia, evangelizador, evangelizadora, enfim, se tem aos seus cuidados uma criança ou um jovem.

O Espiritismo considera sagrada a missão de educar, compreendendo que o educador deve o tempo todo acionar o processo de sua autoeducação. Um sermão inteiro nunca terá a mesma força de um único bom exemplo.

Você dirá que o livre arbítrio é considerado sagrado pela lei divina; que os bons espíritos sempre respeitam o nosso livre arbítrio; nisso você terá plena razão, pois a Doutrina Espírita é essencialmente libertadora das consciências, o que não significa que tudo possamos fazer sem nada responder perante a lei maior que rege todo o universo. Ter o direito à liberdade de ação e expressão, não nos dá o direito de mentir, de caluniar, de fazer o mal, e ficar tudo por isso mesmo. Isso não acontece perante a lei humana, que é imperfeita, quanto mais perante a lei divina, que é perfeita. Mais cedo ou mais tarde, quer quando estivermos encarnados, quer no mundo espiritual, vamos ter que enfrentar as consequências do mal uso feito da liberdade, tendo compromisso de refazer, de reparar, de pedir perdão, levando-nos a enfrentar provas e expiações necessárias na reconstrução de nós mesmos e reconstrução dos laços de convivência.

Quando o processo educacional do espírito reencarnado deixa de lado a conjugação liberdade e responsabilidade, permitindo que o indivíduo adentre à sociedade ainda egoísta, orgulhoso, vaidoso, prepotente, hipócrita, indiferente, imediatista, gera uma infinidade de males, como a corrupção, a violência generalizada, a guerra e assim por diante.
Por tudo isso, acreditamos que as diretrizes morais emanadas do Mestre Jesus, encontradas no Evangelho, devam ser o parâmetro educacional para renovação dos indivíduos e da humanidade, no processo de transformação moral de que carecemos na atualidade. Essas diretrizes, estudadas e ampliadas pelo Espiritismo com a imortalidade da alma e a reencarnação, haverão de colocar a educação no caminho que verdadeiramente ela deve seguir, para que tenhamos um mundo de paz e justiça, fazendo o bem preponderar sobre o mal, até subjugá-lo completamente.

Somente a educação moral poderá destruir o egoísmo, que é a maior chaga da humanidade. Não esqueçamos disso.

terça-feira, 7 de abril de 2026

Vídeo - O Livro dos Espíritos e a Educação


Da série Educação Espírita, que publicamos toda terça-feira, às 09 horas, no canal Orientação Espírita, trazemos o vídeo com o tema O Livro dos Espíritos e  a Educação.

Conheça o conteúdo pedagógico da obra básica do Espiritismo.

Acesse os vídeos no YouTube:

Programa - Espiritismo e Educação


Toda segunda-feira, ao vivo, com início às 20h30, o programa Espiritismo e Educação está no ar através da Web Rádio Estação da Luz.

Os educadores Marcus De Mario e Ronaldo Gomes abordam temas relevantes da educação através do pensamento da Dourtina Espírita.

Os vídeos do programa ficam depois disponíveis em dois canais no YouTube: Estação da Luz - Tavares e Orientação Espírita.



terça-feira, 31 de março de 2026

Vídeo - Educar é Libertar


Assista o episódio Educar é Libertar da série Educação Espírita, que vai ao ar toda terça-feira, às 09 horas.

Acompanhe a série no YouTube:

Podcast Coragem e Esperança - Paciência


Você sabia que ninguém, de fato,"perde a paciência"? É o que nos ensina a Doutrina Espírita, e você vai aprender nesse episódio do podcast Coragem e Esperança, que você acessa no seguinte link:

Acompanhe o podcast no Spotify.

terça-feira, 24 de março de 2026

Prece - Para Corrigir Um Defeito


Entregamos a você mais uma oração contida na Coletânea de Preces Espíritas, publicada por Allan Karcec, em O Evangelho Segundo o Espiritismo.

Ouça e medite a Prece para Corrigir um Defeito:

As preces estão disponíveis no Spotify.

Vídeo - Valores morais e espirituais


Em mais um vídeo da série Educação Espírita, abordamos a importância do desenvolvimento dos valores morais e espirituais na infância.

A série Educação Espírita apresenta um novo vídeo toda terça-feira, às 09 horas.

Acompanhe no YouTube:

quarta-feira, 11 de março de 2026

Podcast - Manter a Esperança


Agora você acompanha no Spotify o podcast Coragem e Esperança, com palavras de conforto e esclarecimento à luz da Doutrina Espírita.

Aqui está, para você assistir, o episódio Manter a Esperança:

terça-feira, 10 de março de 2026

Vídeo - Biblioteca viva

 

Na série Educação Espírita apresentamos a Biblioteca Viva, como apoio pedagógico ao processo educacional no centro espírita, e também na escola.

Conheça essa iniciativa!

A série Educação Espírita vai ao ar toda terça-feira, às 09 horas, no canal Orientação Espírita, pelo YouTube.

segunda-feira, 9 de março de 2026

Podcast - O desenvolvimento integral


A necessidade de equilíbrio entre o desenvolvimento cognitivo e o emocional do espírito reencarnado, é abordado no episódio O Desenvolvimento Integral, do podcast Análise & Crítica.

Assista em:

Acompanhe o podcast no Spotify.

A importância do estudo e o livro


Marcus De Mario

Como aprender uma ciência sem realizar seu estudo profundo? Como realizar esse estudo profundo sem mergulhar na leitura dos livros que abordam essa ciência? Essas perguntas também se referem ao Espiritismo ou Doutrina Espírita, que é uma ciência e uma filosofia com vastas consequências morais, portanto, não se pode aprender o Espiritismo com leituras esparsas, superficiais, ou assistindo este ou aquele vídeo na internet; não se aprende o Espiritismo apenas ouvindo palestras na reunião pública do centro espírita. Apressamo-nos a dizer que não estamos, em absoluto, dizendo que pequenas leituras, vídeos e palestras não sejam importantes, pois têm a sua importância, mas afirmamos que são insuficientes para o real conhecimento sobre a Doutrina Espírita.

O livro, seja ele físico (impresso) ou digital, é muito importante, é essencial para o conhecimento de qualquer ciência, de qualquer sistema filosófico, e isso não é diferente com o Espiritismo, que surgiu no mundo através do lançamento de um livro em 18 de abril de 1857, ou seja, O Livro dos Espíritos, e teve seu desdobramento doutrinário com o lançamento de outros livros: O Livro dos Médiuns; O Evangelho Segundo o Espiritismo; O Céu e o Inferno e A Gênese, todos assinados por Allan Kardec em conjunto com os Espíritos Superiores. E foram surgindo outros livros, autoria de diversos pesquisadores como Léon Denis, Gabriel Delanne, Camille Flammarion, entre outros, isso nos primórdios do Espiritismo, hoje chegando a alguns milhares de livros catalogados como espíritas, tanto de autores encarnados quanto desencarnados, por meio de variados médiuns.

Observamos, contristados, que muitas pessoas frequentadoras dos centros espíritas, inclusive participantes de grupos de estudo, não leem, mantendo-se na superfície do conhecimento da Doutrina Espírita. Por isso, são muito influenciáveis pela palavra de qualquer pessoa, que consideram autoridade no assunto, sem se darem ao trabalho de verificação, de pesquisa, para saber se essa palavra está com a verdade. E assistimos dizerem “fulano ou fulana falou num vídeo que eu assisti…”. Agora, será que essa fala está doutrinariamente correta? Ninguém, neste mundo, é isento de se equivocar, ou de misturar uma opinião pessoal com o que, de fato, ensina a doutrina.

Precisamos tomar cuidado com os lobos em pele de ovelha, com os hipócritas que, se fosse permitido, enganariam até os eleitos, até os espíritos missionários, como nos alertou Jesus. Tudo deve ser passado pelos crivos da razão, da lógica, do bom senso, e pela universalidade do ensino dos espíritos, mas como fazer isso sem estudar? Lembrando que esse estudo, como adverte Kardec, deve ser feito com profundidade, com metodologia, com perseverança, com seriedade, pois de outra maneira não há como compreender e apreender o Espiritismo. Por isso ele também adverte da existência dos falsos espíritas, que são aquelas pessoas que dizem abraçar o Espiritismo, mas não transformam suas opiniões, seus valores, suas ideias e suas condutas, fazendo da doutrina apenas uma casca, um verniz social e nada mais, continuam tão egoístas, orgulhosas, preconceituosas, radicais, como sempre foram.

Os dirigentes espíritas precisam apoiar a divulgação do livro espírita e o estudo profundo do Espiritismo, mas infelizmente muitos centros espíritas não possuem biblioteca, nem tão pouco livraria; muitos alegam falta de pessoas interessadas para implementar os grupos de estudo, e assim o tempo vai passando, e o conhecimento do Espiritismo, para muitos, é incipiente e, ainda mais grave, misturado a crenças e ideias que nada tem a ver com a Doutrina Espírita.

Em todas as atividades do centro espírita o livro espírita deve ser exaltado, divulgado, incentivando-se a sua leitura, assim como o mesmo deve acontecer com relação à participação nos grupos de estudo, Mesmo sendo a instituição pequena, com poucos recursos, devem-se fazer esforços para, pelo menos, manter uma biblioteca espírita para empréstimo de livros, facultando assim aos seus frequentadores o acesso a essa literatura tão importante.

Quanto à desculpa de não se ter tempo para ler, isso é apenas uma questão de formação do hábito, que muitas vezes depende apenas da vontade da pessoa, do seu querer. Qualquer pessoa pode reservar alguns minutos por dia para leitura de uma obra espírita, ou para ouvir, pois hoje temos o recurso do áudio book, iniciando pelos livros da Codificação Espírita, as obras assinadas por Kardec, que, aliás, devem sempre ser relidas, anotadas e meditadas.

O Espiritismo é um proposta ética de vida, não é simplesmente uma religião, assim como o centro espírita não é uma igreja onde comparecemos para um ritual de devoção semanal. O Espiritismo é, ao mesmo tempo, uma ciência e uma filosofia com amplas consequências morais, revivendo o Evangelho, daí sendo, desse ponto de vista, também uma religião.
Incentivemos a leitura do livro espírita e o estudo do Espiritismo!

sábado, 7 de março de 2026

Podcast - Coragem e Esperança


Está disponível no Spotify o podcast Coragem e Esperança, com áudios feitos para esclarecer e consolar através do Espiritismo. São áudios de até dois minutos com palavras de encorajamento para sua vida.

Os seguintes episódios já estão publicados:

Agir e Servir
Com Jesus
Confia e Serve
Coragem Moral
Jesus
Jesus, o Líder Perfeito
Liderança
Manter a Esperança
Tempo e Serviço

Acesse o podcast Coragem e Esperança em:

terça-feira, 3 de março de 2026

Prece - Pai Nosso


Da Coletânea de Preces Espíritas, publicada no último capítulo da obra O Evangelho Segundo o Espiritismo, ofertamos ao seu coração o Pai Nosso, ensinado por Jesus:

Publicamos a coletânea no Spotify.

Vídeo - Desenvolvendo a Espiritualidade


Conheça a proposta pedagógica de desenvolvimento da espiritualidade do educando no vídeo que faz parte da série Educação Espírita.

Toda terça-feira, às 09 horas, um novo vídeo está disponível para você assistir:

segunda-feira, 2 de março de 2026

Podcast - Educação, base da vida


Está no ar o episódio #0157 do podcast Análise & Crítica, com o tema Educação, Base da Vida.

Assista em:

Toda segunda-feira publicamos um novo áudio.

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O mundo de regeneração e a educação


Marcus De Mario

Comenta-se muito no movimento espírita que estamos em plena transição planetária da categoria de mundo de expiações e provas para mundo de regeneração, e não poucas vezes a data para tal acontecimento já foi marcada, mas sem que as condições necessárias ocorressem, isso porque qualquer datação está sujeita aos desígnios de Deus, o verdadeiro Senhor da vida, e ao uso que fazemos do livre arbítrio, ou seja, não há como prever uma data, mesmo porque a transição planetária é um processo, não possuindo linhas demarcatórias, e não se verificará quando toda a humanidade estiver promovendo o bem, pois ainda durante muito tempo viveremos a mescla entre o bem e o mal, mas com predomínio do primeiro, o que ainda não é verdadeiro, mas não temos dúvida que o será com o decorrer do tempo. O que devemos saber quanto a esse processo de transição, que é de ordem moral e não material, é se existe a possibilidade de acelerá-lo e, se existe, qual o meio mais eficaz para tal.

O Espiritismo é apresentado pelos Espíritos Superiores e por Allan Kardec, como sendo uma doutrina ao mesmo tempo científica, filosófica e religiosa, ou seja, com vastas consequências morais, num conjunto de princípios que nos remetem à imortalidade da alma, à reencarnação, a Deus como Pai e Criador, à lei de progresso, ao relacionamento entre o mundo espiritual e o mundo corporal, caracterizando-se por ser, em sua essência, uma doutrina eminentemente educativa, pois informa que todos estamos reencarnados para darmos continuidade ao nosso aperfeiçoamento, pois nossa destinação é alcançar o estado de Espírito Puro, também conhecido como Espírito Perfeito, entendendo que essa perfeição será sempre relativa, pois o perfeito absoluto pertence unicamente a Deus.

Ora, ninguém alcança a perfeição sem esforço próprio, sem acionar a vontade, sem adquirir conhecimentos e passar pelas mais diversas experiências existenciais, exatamente como faz um aluno matriculado na escola, que sabe que galgar os anos escolares, obtendo os certificados de cada grau de ensino, exigem dele esforço pessoal, pois ninguém pode aprender por ele, do mesmo modo que ninguém pode nos substituir diante da lei divina do progresso, motivo pelo qual Jesus, nosso guia e modelo, sentenciou sabiamente: a cada um é dado segundo as suas obras.

Diante disso, entendemos que não basta ter o conhecimento do Espiritismo, é necessário praticá-lo no dia a dia, vivenciando seus princípios com todas as pessoas, em todas as circunstâncias, o que requer naturalmente valoroso trabalho de autoconhecimento e autoeducação, cada um combatendo em si o egoísmo e o orgulho, que são a base de todo mal, ao mesmo tempo em que desenvolve a caridade e a humildade, base de todo o bem. É um trabalho que se sucede de encarnação a encarnação, com a conquista de si mesmo; o reconhecimento do amor, da misericórdia e da justiça divinas; a ação da caridade para com todos, pois sem ela a fé fica sem obras, que são o testemunho de quem efetivamente somos e do grau espiritual de nosso progresso.

Da educação individual, passamos para a educação coletiva através da família, da escola e demais instituições humanas, ressaltando-se as duas primeiras pela sua importância e finalidade. Sim, podemos acelerar o processo de transição planetária, o que depende do que estamos fazendo com a educação, até o momento confundida com o ensinar, o instruir, o adquirir conhecimentos, o desenvolver habilidades técnicas. Se essas coisas fazem parte da educação, entretanto não a representam completamente, pois está faltando o desenvolvimento do senso moral, a sensibilização dos sentimentos, motivo pelo qual o Espiritismo defende a aplicação da educação moral, considerando a criança um espírito reencarnado, um ser integral dotado de inteligência e sentimento.

Infelizmente temos visto famílias e escolas completamente perdidas, sem saberem realizar o processo educacional dos seus filhos e alunos, desdenhando das ideias inatas e das tendências de caráter trazidas pelo espírito reencarnado, e poucos esforços fazendo para correção das más tendências e aperfeiçoamento das boas tendências morais, assim permitindo que o egoísmo e o orgulho, que o materialismo e a indiferença, façam-se presentes com muita força, tendo como consequências a violência de toda ordem, o desrespeito aos direitos humanos, a injustiça social espelhada na miséria, e tantos outros males.

Somente a educação moral aplicada com perseverança, geração a geração, pode alterar esse quadro. Algumas pessoas reclamarão que esse é um processo demorado, lento, e que as soluções de que a humanidade necessita são urgentes. Contudo, de nossa parte perguntamos: por acaso leis severas, punições, planos econômicos, ações de segurança pública e outras medidas que vivem sendo adotadas, têm tido o resultado esperado? Que adianta termos conhecimento se este não é acompanhado do sentimento?

A transição planetária para mundo de regeneração passa pela educação, e enquanto esta não for entendida como educação moral do ser integral, que é um espírito reencarnado, muito tempo ainda teremos pela frente nessa verdadeira guerra entre o bem e o mal que assistimos todos os dias. Acelerar ou retardar o processo é dependente do que entendemos por educação e como a estamos promovendo.

sábado, 28 de fevereiro de 2026

Veredas do Amor


Já está disponível meu novo lançamento literário. É o romance Veredas do Amor, onde narro a história de meus avós Alfredo e Carmem, filhos de famílias de imigrantes italianos, separados por diferenças sociais, mas unidos pelo coração.

A história abrange as décadas de 1920 e 1930, na cidade de São Paulo e no interior paulista, trazendo lances emocionantes e muitos fatos de uma época onde existiam muitos preconceitos e poucos conhecimentos científicos.

Acompanhe o farmacêutico que se aventura pelo interior, acompanhado da esposa e dois filhos pequenos, e que relata, de viva voz, a história de amor que vai lhe encantar.

Você não pode deixar de ler!

O livro está publicado em dois formatos: impresso (físico) e digital.

Adquira o livro Veredas do Amor no seguinte link:

Vídeo - Evangelização Espírita

Por que temos que desenvolver a evangelização das crianças e dos jovens no centro espírita? Essa é a abordagem desse vídeo da série Educação...