terça-feira, 18 de agosto de 2026

Vídeo - O educador e o afeto


A necessidade do sentimento na ação educativa é a abordagem do vídeo da série Educação Espírita que agora publicamos para você assistir.

Lembramos que essa série disponibiliza um novo vídeo toda terça-feira, às 09 horas.

Acompanhe os vídeos aqui no blog e também no YouTube:

segunda-feira, 17 de agosto de 2026

Podcast - Mediunidade sem freios


O problema da fascinação que acomete muitos médiuns, é a abordagem do episódio do Podcast Análise & Crítica que entregamos a você.

Assista em:

Boa reflexão!

As ideias pessoais e o espiritismo


Marcus De Mario

Temos assistido com bastante preocupação, uma enxurrada de vídeos nas redes sociais sobre o Espiritismo, mas que trazem ideias que nada tem a ver com a Doutrina Espírita, tratando-se, em verdade, de interpretações pessoais, de acomodações indevidas do pensamento espírita a interesses próprios. Muitas falas contradizem francamente os princípios espíritas, conforme estão muito bem estabelecidos nas obras de Allan Kardec, que são a base do Espiritismo. Muitas pessoas, com ares de grande sabedoria, chegam mesmo a criticar Kardec, a encontrar erros nos Espíritos Superiores; outros vivem contextualizando os ensinos da codificação espírita com os tempos atuais, proclamando a necessidade de atualização dos textos; outros ainda rejeitam as produções mediúnicas; e o que é mais escandaloso, encontramos vídeos em que os princípios espíritas são adaptados às conveniências da pessoa, ou seja, são deturpados para defender uma posição pessoal ou de grupo.

Ainda temos que destacar, infelizmente, as afirmações gratuitas que são feitas com a citação de nomes de autores espíritas ou de médiuns, sem que a fonte seja declarada, ou seja, sem que se mostre a referência. Afirma-se que fulano disso aquilo, e pronto! Mas se disse, onde e quando disse? Se disse, onde está publicado? Há uma ocultação, deliberada ou não, da bibliografia doutrinária, sem que os livros espíritas apareçam.

Precisamos tomar muito cuidado. Não é porque um palestrante espírita afirmou isso ou aquilo, que devemos acreditar cegamente. Não é porque um espírito disse isto ou aquilo, que devemos confiar nele cegamente. Isso é dar provas de pouco estudo, de pouco conhecimento do Espiritismo, pois Allan Kardec sempre nos alertou que tudo deve passar pelos crivos da lógica, do bom senso, da razão e da universalidade do ensino dos espíritos. E como temos as obras básicas norteando nosso conhecimento, toda e qualquer fala deve ser comparada aos ensinos contidos nessas obras, e se estiver em desacordo, deve ser rejeitada.

Temos assistido dois fenômenos principais na divulgação do Espiritismo: primeiro, falta de estudo e conhecimento; segundo, inserção de ideias e interpretações pessoais.

A falta de estudo, que deve ter início com as obras assinadas por Allan Kardec, que nunca devem ser abandonadas, pelo contrário, devem ser lidas, estudadas e meditadas por toda a vida, acarreta males incontáveis na divulgação e prática do Espiritismo.
As ideias e interpretações pessoais devem ficar restritas aos que pensam em contrário ao Espiritismo, que não devem falar em nome do mesmo, pois falam por si próprios. Que essas pessoas se declarem espiritualistas, mas não espíritas.

Muitas pessoas são facilmente influenciáveis, acreditando no que estão assistindo e ouvindo, pois não sabem utilizar a razão, têm dificuldade em discernir entre o falso e o verdadeiro, e assim são enganadas por esses aproveitadores da boa fé. Frequentam o centro espírita, mas não estudam o Espiritismo, conhecendo-o superficialmente através das palestras nas reuniões públicas, e quando fazem parte de um grupo de estudo, normalmente ficam na dependência do facilitador, pois não criaram o hábito salutar da leitura e da meditação sobre o que estão lendo.

É necessário que os dirigentes das instituições espíritas priorizem a necessidade do estudo do Espiritismo, mantendo campanha permanente para mostrar essa necessidade e importância, fazendo todos os esforços para levar os frequentadores ao conhecimento mais aprofundado. Nesse esforço, a existência e funcionamento regular de uma biblioteca e de uma livraria são fundamentais. Agora, não adianta manter esses serviços sem fazer a sua divulgação constante. A livraria pode funcionar com uma coleção básica de livros, nunca faltando as obras da codificação espírita, e disponibilizando um catálogo para que os interessados possam fazer suas encomendas, ou seja, a livraria pode funcionar por demanda, sem necessidade de estoque, que nem todo centro espírita pode fazer.

Somente o conhecimento real do Espiritismo, por meio do estudo sério e aprofundado, pode minimizar os estragos que falsos espíritas estão fazendo pelas redes sociais e pelas transmissões online.

O assunto é sério e demanda esforços contínuos e corajosos dos verdadeiros espíritas, para que o Espiritismo, com o tempo, não seja descaracterizado, o que poderá acontecer se ficarmos omissos na defesa da Doutrina Espírita. 

terça-feira, 11 de agosto de 2026

Vídeo - Por uma nova evangelização espírita


Por Uma Nova Evangelização Espírita é a abordagem que fazemos em mais um vídeo da série Educação Espírita, que semanalmente publicamos no canal Orientação Espírita.

Assista e deixe seu comentário.

O canal Orientação Espírita oferece vários conteúdos, que você acompanha em:

segunda-feira, 10 de agosto de 2026

Podcast - O que acontece na gestação


O que acontece com o espírito durante o processo da gestação no útero materno? Essa é a abordagem que fazemos em mais um podcast Análise & Crítica.

Ouça em:

A alma e o corpo


Marcus De Mario

Para melhor abordagem do tema, destaquemos que para o Espiritismo a alma é o espírito encarnado, e o espírito é a alma desencarnada, portanto, alma e espírito designam o mesmo ser, a mesma individualidade em estágios diferentes da vida, ora na dimensão corporal ou material, ora na dimensão espiritual ou na espiritualidade, que Allan Kardec denominava erraticidade. Essa explicação é necessária diante da pergunta 344 de O Livro dos Espíritos, quando o codificador indaga: Em que momento a alma se une ao corpo? Ele poderia perfeitamente ter utilizado o termo espírito, mas isso, na verdade, é indiferente, desde que entendamos que alma e espírito signifiquem o ser espiritual, a individualidade pré existente ao nascimento e sobrevivente ao túmulo.

Vejamos agora a resposta dada pelos espíritos superiores, que é de grande importância, pois nos revela como se dá o processo da reencarnação, qual a sua importância, e como a alma/espírito se encontra diante desse fenômeno natural regido pela lei divina:

A união começa na concepção, mas não se completa senão no instante do nascimento. Desde o momento da concepção, o Espírito designado para tomar determinado corpo a ele se liga por um laço fluídico que se vai encurtando cada vez mais, até o instante em que a criança vem à luz; o grito que então se escapa de seus lábios anuncia que a criança entrou para o número dos vivos e dos servos de Deus.

Ressalta na resposta seu início, com a afirmação que a união do espírito com o corpo inicia no momento da concepção, completando-se no momento do nascimento. É um processo que vai ligando cada vez mais o espírito ao corpo em formação, com os laços fluídicos se apertando, até que o processo se completa nessa primeira fase da existência humana, dando início a uma segunda fase, a da infância corporal. Para o Espiritismo o espírito ou alma não é criado no nascimento, ele já existia, O corpo é uma vestimenta biológica que ele utilizará, e que tem sua formação iniciada na concepção, passando pelas fases fetal, infância, adolescência, juventude, madureza e velhice, quando ele se extingue e o espírito/alma retorna ao mundo espiritual com seu perispírito, que é o corpo espiritual que faz a ligação entre o espírito e a matéria.

Com essa informação, referendada pelos espíritos através de diversos médiuns, em tempos e locais diferentes, o Espiritismo se posiciona a favor da vida e contra o aborto, pois abortar é retirar da alma oportunidade divina de progresso, e a vida pertence a Deus e não a nós, os seres humanos que ainda pouco conhecemos dos desígnios divinos.

A volta do espírito para mais uma etapa encarnatória, é um processo sublime ainda desconhecido da ciência, que quando estudado e compreendido, muito influenciará a pedagogia, que é a arte e a ciência da educação, promovendo uma grande transformação no entendimento sobre a criança e, igualmente, sobre os métodos, técnicas e tudo o mais que se utiliza para sua formação, que deve ser ao mesmo tempo intelectual e moral.

A ligação do espírito ao corpo, tecnicamente falando, se dá pelos laços fluídicos entre o perispírito, que é o corpo espiritual, com o corpo biológico em formação, mas existem outros componentes que devem ser levados em consideração, como os laços afetivos que unem os pais ao filhos, e vive versa, normalmente laços esses construídos através das existências passadas em que já estiveram juntos.

Para uns, encarnar é uma provação, para outros é uma expiação, e ainda para outros é uma missão, mas isso pouco importa saber, devendo todos nós agradecer a Deus a bênção de aqui estarmos, quando temos oportunidade de dar continuidade ao nosso aperfeiçoamento, aprendendo a amar, a perdoar, assim renovando-nos e, por meio do amor e da caridade, reparar os débitos que estejamos trazendo, construindo paulatinamente a felicidade que será, no futuro, fruto de nossas próprias obras.

É nesse contexto que entendemos a importância da educação, não apenas no que concerne ao papel da escola, mas especialmente à família, na missão sagrada que os pais devem cumprir junto ao espírito que agora está na posição de filho, sendo dependente dos cuidados, dos exemplos e das orientações dos encarregados da sua educação para sua melhor formação do caráter.

A união da alma e do corpo no processo da encarnação insere-se no processo educacional divino, e grande é o papel exercido pela evangelização espírita, que procura estender esse entendimento à melhor formação do ser que é destinado a chegar à perfeição, e podemos vislumbrar o quanto isso dará bons frutos, quando a família e a escola também estiverem nesse entendimento.

terça-feira, 4 de agosto de 2026

Vídeo - Cenas de (Des)Educação Familiar


Quando os pais, na tentativa de melhor educar, acabam deseducando. Essa é a abordagem do vídeo da série Educação Espírita que entregamos a você.

Educação Espírita é um série com vídeos de até 10 minutos, publicada toda terça-feira, às 09 horas, no YouTube:

segunda-feira, 3 de agosto de 2026

Podcast - O melindre


Você já parou para perceber os estragos que o melindre causa nas relações humanas, inclusive no centro espírita?

Esse é o tema do Podcast Análise & Crítica desta semana.

Ouça o episódio em:

Você pode assistir todos os episódios no Spotify.

O estudo e o livro


Marcus De Mario

O Espiritismo ou Doutrina Espírita surgiu por meio de um livro lançado em 18 de abril de 1857, assinado por Allan Kardec, trazendo ensinos dos Espíritos através de diversos médiuns, assim constituindo O Livro dos Espíritos, considerada a obra básica, imprescindível, para se conhecer a doutrina. Na sequência, Kardec lançou a Revista Espírita, periódico mensal que teve sua direção por doze anos, num manancial muito rico de estudos e informações, assim como lançou outros livros: O Que é o Espiritismo, O Livro dos Médiuns, O Evangelho Segundo o Espiritismo, O Céu e o Inferno e A Gênese. E ainda temos, como publicações ocorridas após sua desencarnação, os livros Viagem Espírita em 1862 e Obras Póstumas. No total, considerando cada ano da Revista como um livro, temos 20 publicações literárias, enfeixando conteúdos sobre o Espiritismo e suas consequências na vida humana.

Se somarmos a isso os livros dos autores contemporâneos de Kardec, como, por exemplo, Léon Denis, Gabriel Delanne, Camille Flammarion, assim como outros autores que vieram depois, e ainda somando a literatura mediúnica que foi desenvolvida ao longo do século vinte, temos um manancial literário imenso que, para fazermos uma ideia dessa riqueza, basta citar a produção dos médiuns Francisco Cândido Xavier e Divaldo Pereira Franco que, juntos, somam aproximadamente 700 livros psicografados. Uma pesquisa no catálogo das principais distribuidoras do livro espírita nos lança num universo de três a quatro mil livros classificados como espíritas, de autores encarnados e desencarnados (Richard Simonetti e José Herculano Pires, só para citarmos esses dois autores, nos legaram mais de 100 obras).

Diante desse cenário literário imenso, não há como negar que o conhecimento correto e aprofundado do Espiritismo deve ser feito através da leitura, estudo e meditação do conteúdo dos livros espíritas, principalmente dos livros de Allan Kardec, que são a base do edifício doutrinário.

Na atualidade, temos o livro em dois formatos principais, o impresso (ou físico) e o digital, mas também temos o áudio book. Seja qual for a modalidade, um livro sempre será um livro, e não há como substituí-lo por vídeos curtos ou de palestras, que, necessariamente, têm por base o conteúdo dos livros, pois quem fala deve demonstrar conhecimento, e o conhecimento é obtido através de estudo, que, por sua vez, é feito por meio dos livros.

Segundo dados publicados pelas editoras e distribuidoras do livro espírita, as tiragens estão diminuindo. O lançamento de um livro obtinha, há dez ou quinze anos, a expressiva tiragem de 5 a 10 mil exemplares, hoje está no máximo em 3 mil exemplares, indicando acentuada queda nas vendas, com a diminuição da procura. Muitos Centros Espíritas deixaram de ter livraria, pois alegam que os frequentadores substituíram a leitura do livro por vídeos na internet.

Esses dados são muito preocupantes. Como podemos aprender uma doutrina que toca em todos os ramos do conhecimento humano, trazendo a informação da nossa realidade espiritual, se não estamos dando atenção e importância à leitura e estudo através da riqueza da literatura espírita?

Muitos coordenadores de grupos de estudo da Doutrina Espírita, sejam presenciais ou online, reportam a dificuldade em fazer com que os participantes leiam e estudem previamente, durante a semana que antecede a reunião do grupo. A maioria simplesmente não lê o tema de estudo, não se prepara adequadamente, não pesquisa, não faz leituras complementares, mesmo quando elas são indicadas, obrigando o coordenador a ter que ensinar, quando ele deveria ser um estimulador, facilitador e orientador do processo interativo de aprendizagem do Espiritismo.

Os dirigentes espíritas precisam urgentemente entender a necessidade de campanhas permanentes de incentivo à leitura do livro espírita; de estímulo à participação em grupos de estudo; de orientação sistematizada para esclarecimento da importância das obras básicas, ou seja, as obras assinadas por Allan Kardec.

Não é possível conhecer uma doutrina como o Espiritismo com leituras superficiais, ou apenas assistindo vídeos, por melhor que sejam, na internet. O livro espírita é imprescindível, e ele precisa não apenas ser lido, mas ser estudado e meditado.

Repetimos: o livro espírita, a partir das obras de Kardec, é a segurança para o melhor entendimento e vivência do Espiritismo.

quarta-feira, 29 de julho de 2026

Vídeo - Desenvolvendo o Senso Moral


A importância do desenvolvimento moral durante a infância, e como ele acontece, é a abordagem desse vídeo da série Educação Espírita.

Toda terça-feira um novo vídeo é publicado.

Acompanhe em:

terça-feira, 21 de julho de 2026

Vídeo - Espiritismo e Educação


A série Educação Espírita traz para você uma abordagem sobre o Espiritismo e a Educação, mostrando que a doutrina espírita é essencialmente uma doutrina educativa.

Assista o vídeo e faça seu comentário.

Lembrando que a série vai ao ar toda terça-feira, às 09 horas, no canal Orientação Espírita:

segunda-feira, 20 de julho de 2026

Podcast - Toda criança deve ser amada


O podcast Análise & Crítica traz o tema Toda Ctiança Deve Ser Amada, comentando à luz da doutrina espírita a grave questão da violência contra a criança.

Assista em:

Mais episódios você assiste no Spotify.

O jovem no centro espírita


Marcus De Mario

O jornal Correio Fraterno, de São Bernardo do Campo/SP, em sua edição 529, de maio/junho de 2026, publicou importante reportagem com o título A Inserção do Jovem nos Setores da Casa Espírita, onde traz os resultados de evento realizado pelo Grupo Espírita Paulista, em 26 de abril, na cidade de São Caetano do Sul/SP, reunindo aproximadamente 150 pessoas, de diversas localidades, que debateram o tema, e dele chegaram a conclusões e sugestões que vamos aqui destacar.

O Grupo Espírita Paulista existe desde 2020, reunindo importantes instituições espíritas do estado: a USE – União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo, a FEESP – Federação Espírita do Estado de São Paulo, a Aliança Espírita Evangélica e a União Fraternal dos Discípulos de Jesus, com o objetivo de promover encontros para compartilhamento de experiências nas áreas de infância, juventude, mediunidade, assistência social, gestão e comunicação.

Desse encontro foram propostas sete sugestões, enfeixadas sob o título Ações Propostas para Efetivar a Parceria do Jovem Trabalhador, que reproduzimos em seguida:

Atendimento fraterno – implantar curso para os jovens terem mais subsídios para a abordagem de outros jovens fora da casa espírita.

Assistência social – valorizar o empenho e o entusiasmo dos jovens para efetivar as ações voltadas à assistência social da casa.

Gestão – implantar o “jovem aprendiz”, dando oportunidade para que eles participem das reuniões de diretoria como estagiários.

Comunicação – oportunizar aos jovens a divulgação nas mídias sociais dos eventos e trabalhos da casa, sob a supervisão dos dirigentes.

Estudo – promover a integração entre o departamento de estudos e a mocidade, para maior proximidade doutrinária e pedagógica.

Evangelização infantil – implantar o “jovem evangelizador”, que será auxiliado por evangelizadores mais experientes.

Reunião mediúnica – implantar cursos de mediunidade para o jovem, para que ele possa gradativamente ir se aproximando desse trabalho na casa espírita.

Parabenizamos a iniciativa e as sugestões elaboradas, que, a nosso ver, devem ser amplamente divulgadas, por sua importância, para melhor dinamização do centro espírita, permitindo a inserção do jovem tanto no contexto do estudo do Espiritismo, quanto para sua real integração nas diversas atividades que são realizadas, e que não devem ficar apenas nas mãos dos adultos, das pessoas mais experientes.

Vindo de família espírita, tendo meus pais já frequentando o centro espírita, tenho muito que agradecer a eles, e também aos dirigentes espíritas dos diversos centros espíritas que na década de setenta formavam a 17ª União Distrital Espírita, órgão da USE – União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo. E faço esse agradecimento porque abriram as portas para minha participação, sem restrições, e com todos muito aprendi, tornando-me dirigente do Departamento de Mocidades, e foi também com o incentivo deles que fiz minha estreia como palestrante.

Hoje vemos jovens atuando em empresas de tecnologia, estando à frente de projetos, invenções e até mesmo sendo os principais gestores, e perguntamos: não está na hora dos dirigentes espíritas trabalharem para a inserção e integração dos jovens, visando não apenas o amanhã, mas também o hoje dos centros espíritas e do movimento espírita?

A iniciativa paulista precisa ter abrangência nacional, pois mostra que a união faz a força, ao reunir as principais instituições espíritas do estado para o diálogo, com a procura de caminhos possíveis para as demandas que as instituições espíritas estão enfrentando.

Fazemos votos que as ações propostas gerem frutos, com o empenho dos dirigentes espíritas em trabalhar cada vez mais com os jovens.

domingo, 19 de julho de 2026

A importância do estudo e do livro espírita


O escritor e palestrante espírita Donizete Pinheiro publicou importantíssimo artigo na Agenda Espírita Brasil, com o título O Evidente Desinteresse pelo Estudo, mostrando a queda no número de Clubes do Livro Espírita, as baixas tiragens do livro espírita, a falta de procura da livraria e da biblioteca nos centros espíritas, tudo isso refletindo a falta de interesse em ler e estudar, o que compromete o aprendizado sobre o Espiritismo.

Leia na íntegra esse artigo acessando o link abaixo:

O texto traz também sugestões de como ampliar a divulgação e o acesso ao livro espírita, seja ele físico ou digital.

O assunto é muito importante!

quarta-feira, 15 de julho de 2026

A natureza superior de Jesus


Está publicado na revista O Consolador, edição 982, de 12 de julho de 2026, meu artigo A Natureza Superior de Jesus, onde esclareço, com base em estudo de Allan Kardec, quem é Jesus na visão da doutrina espírita.

Leia o artigo em:

terça-feira, 14 de julho de 2026

Vídeo - Pedagogia da Sensibilidade


A série Educação Espírita traz para você a Pedagogia da Sensibilidade, numa abordagem humanizada e espiritualista.

Os vídeos da série são publicados toda terça-feira no canal Orientção Espírita:

segunda-feira, 13 de julho de 2026

Podcast - A questão das apostas online


Qual é a visão da doutrina espírita sobre as casas de apostas online, que tanto tem preocupado os especialistas em saúde pública?

Ouça o podcast e tire suas conclusões:

O podcast Análise & Crítica vai ao ar toda segunda-feira no Spotify.

Acompanhe!

Mãe e filho: a questão do exemplo


Marcus De Mario

Trazemos para reflexão o relato feito por um amigo acerca de uma cena ocorrida em plena via pública, retratando um acontecimento que nos oferta ocasião para um belo estudo de caso no campo da educação. Eis o fato

Estava esse amigo deslocando-se de volta à sua casa, depois de cumprido seu compromisso social, isso ainda dia claro, tendo que aguardar o sinal de trânsito oferecer-lhe oportunidade para atravessar a rua, no que era secundado por outras pessoas, entre elas uma senhora acompanhada de uma criança de seis ou sete anos de idade. Nisso que todos aguardavam, essa senhora, com a criança segura em sua mão, mostrando bastante impaciência, não esperou o sinal abrir, e foi atravessando a rua, quase sendo atingida por um carro. Ela não recuou, pelo contrário, continuou a atravessar, arrastando a criança e xingando o motorista, reclamando muito. Em sua opinião quem estava errado era o outro, no caso o motorista, e não ela, quando a verdade é que o sinal estava aberto para os veículos e não para os pedestres.

Pois bem, o que essa cena tem a ver com a educação?
Não sabemos ao certo se essa senhora era mãe ou avó da criança, mas isso é de menor importância, pois temos um adulto responsável por uma criança, e isso é o mais importante, visto que os pais têm a missão de educar os filhos, assim como os avós têm a missão de educar os netos, colaborando, portanto, com os pais. Mesmo que fossem tia e sobrinho, o papel educativo da pessoa adulta não estaria alterado.

Muitas vezes os responsáveis pela educação das crianças, que são espíritos reencarnados, esquecem da força que o exemplo possui na tarefa educativa, não vigiando suas falas e atitudes, que normalmente são imitadas e incorporadas pelo Espírito na fase infantil desta existência. Se o adulto não obedece as regras da melhor convivência social, se vive irritado, se não mede o que fala, a tendência da criança que convive com esse adulto é fazer o mesmo, pelo exemplo que está recebendo.

Temos pais que acreditam que isso é bobagem, afinal o filho é só uma criança, ainda não entende das coisas da vida, e não é uma única cena na rua, ou em casa, que fará a diferença. Pode ser que uma única vez caia no esquecimento, mas quando o comportamento é repetido várias vezes, torna-se uma marca, um padrão a ser seguido por quem está de camarote assistindo, absorvendo o que lhe é ensinado pelo exemplo.

São bem conhecidos os episódios ocorridos no ambiente escolar, quando a professora precisa conversar com os pais de um aluno agressivo, e acaba sendo agredida pelos mesmos. É aqui que vemos a propriedade do ditado popular que afirma “tal pai, tal filho”, ou seja, que os filhos tendem a seguir os valores e comportamentos dos pais, muitas vezes reforçando más tendências de caráter que este traz de suas existências passadas, quando elas deveriam ser corrigidas pela educação.

Essa senhora da cena descrita e que nos serve de estudo de caso, poderá alegar que ela sempre foi assim e não é agora que vai mudar. Já ouvimos isso muitas vezes, mas essa fala é um grande equívoco, porque a educação, e nesse caso mais particularmente a autoeducação, não tem prazo de validade, não possui um período de idade certo para acontecer, deve ser promovida incessantemente, ainda mais quando se é responsável por uma criança que, amanhã, será o adulto que vai fazer a sociedade em que vivemos. Não gostaríamos que ela fosse um adulto vinculado ao bem, ao respeito, à ética do viver? É bom que assim queiramos, pois amanhã poderemos estar na dependência dele.

Como nos ensinam os Espíritos Superiores nas lições que Allan Kardec compilou e publicou em O Livro dos Espíritos, a educação deve ser compreendida mais amplamente como sendo a educação moral do espírito reencarnado, motivo pelo qual temos trabalhado a Educação do Espírito, na proposta de integrar o desenvolvimento cognitivo com o desenvolvimento emocional, ou em outras palavras, o desenvolvimento da inteligência com o desenvolvimento moral, ou do sentimento.

Esse é o caminho para destruirmos o egoísmo e o orgulho, as duas chagas morais que entretém todos os vícios. Para que essa caminhada seja coroada de êxito, não podemos esquecer que é de nossa competência, dos adultos, o desenvolvimento constante da autoeducação, pois somente pode ser considerado um educador aquele que se educa.

Para isso, temos um exemplo inquestionável: Jesus, nosso guia e modelo. E se ele é nosso guia e modelo, a ele devemos fazer todos os esforços em seguir, com isso, ao mesmo tempo, servindo de exemplo, mesmo imperfeitamente, às crianças que o Pai nos confiou, procurando bem educá-las, para que o amanhã da humanidade seja melhor do que o hoje.

terça-feira, 7 de julho de 2026

Vídeo - A Escola do Sentimento


Assista o vídeo A Escola do Sentimento, apresentando uma nova proposta pedagógica para as escolas.

Toda terça-feira você tem um novo vídeo educacional à sua disposição.

segunda-feira, 6 de julho de 2026

Podcast - O que pretendemos com o Espiritismo


Sabemos o que é o Espiritismo e sua finalidade? Como o estamos praticando e divulgando?

Essa é a abordagem do episódio de hoje do podcast Análise & Crítica, convidando você para refletirmos juntos.

Acesse o podcast em:

Toda segunda-feira um novo episódio é publicado através do Spotify. 

Espiritismo, kardecismo e umbanda


Marcus De Mario

Muitas pessoas ainda confundem o Espiritismo com crenças e práticas que, na verdade, nada tem com a Doutrina Espírita. O Espiritismo é uma doutrina formada por um conjunto de princípios filosóficos, científicos e religiosos (ou de consequências morais), tendo surgido em 18 de abril de 1857 com o lançamento da obra O Livro dos Espíritos, por Allan Kardec (pseudônimo do professor Hippolyte Leon Denizard Rivail). Isso aconteceu na França, mais particularmente na cidade de Paris, em plena metade do século 19, depois de pouco mais de dois anos de intensas investigações e observações dos fenômenos de ordem mediúnica, ou espiritual. O Espiritismo não é obra de um homem, e sim dos Espíritos, que, através de diversos médiuns, ditaram as instruções, os esclarecimentos, os ensinos. Coube a Kardec organizar, selecionar, pensar, perguntar e publicar, motivo pelo qual ele sempre insistiu em dizer que o Espiritismo é doutrina dos Espíritos.


Podemos agora fazer outro esclarecimento: não existe o kardecismo e, portanto, também não existem kardecistas. Existe o Espiritismo e os espíritas, e ponto final. A palavra kardecismo nos remete ao entendimento da existência de uma doutrina formulada por Allan Kardec, o que não existe, não é verdadeiro. A doutrina partiu dos Espíritos, dos seres humanos que se encontram desencarnados, vivendo no mundo espiritual, e possui quatro princípios básicos que sustentam todo o edifício doutrinário: 1 – Deus – como Pai e Criador de tudo o que existe no universo; 2 – Imortalidade da Alma – proclamando a vida depois da morte, que é apenas do corpo físico; 3 – Comunicabilidade – a comunicação entre desencarnados e encarnados através da mediunidade; 4 – Evolução – porque todos somos destinados à perfeição.



A partir desses quatro princípios básicos desdobram-se outros princípios, como a reencarnação, o livre arbítrio, a lei de causa e efeito, entre outros, que estão muito bem estudados e consolidados nas demais obras de Allan Kardec, a chamada codificação espírita: O Livro dos Médiuns; O Evangelho segundo o Espiritismo; O Céu e o Inferno e A Gênese. Devemos também destacar, pela sua importância, os livros O Que é o Espiritismo, Obras Póstumas e a coleção da Revista Espírita, publicação mensal que Kardec dirigiu de 1858 a 1869 (quando desencarnou no final do mês de março).

E com relação à Umbanda? Os umbandistas não são também espíritas? Com todo respeito aos nossos irmãos umbandistas, às suas crenças e práticas, a bem da verdade devemos esclarecer que não, eles não são espíritas. Espírita é aquele que estuda e pratica o Espiritismo, conforme seus princípios publicados nas obras assinadas por Allan Kardec. Então, aquele que se insere na Umbanda é umbandista. O que acontece é que muitos templos umbandistas utilizam, de forma equivocada, a expressão espírita, causando então uma certa confusão entre os adeptos e, principalmente, entre os leigos.

Mas não existem pontos de contato entre o Espiritismo e a Umbanda? Sim, isso é verdade, mas nem por isso se confundem. São distintas na origem, na doutrina e na prática. O Espiritismo não possui nenhum tipo de ritual, não utiliza roupas especiais, paramentos, incensos, cantorias, pontos riscados etc. A Umbanda surge do sincretismo religioso entre as crenças e rituais trazidas pelos negros escravizados da África, com as crenças e rituais do Catolicismo, que à época do Brasil enquanto colônia de Portugal, e depois em sua fase imperial, era a religião oficial do país. Os pontos de contato através da crença na imortalidade da alma e na utilização da mediunidade, não confundem as duas doutrinas, que são muito diversas entre si.

Os espíritas se reúnem no Centro Espírita, que não é nem fraco nem forte, nem de mesa branca ou qualquer outra coisa, mas apenas Centro Espírita, onde desenvolvem atividades em diversas áreas: estudo, mediunidade, evangelização da família, promoção social e tantas outras, visando sempre o progresso intelectual e moral das pessoas e da humanidade.

Assim, vemos que a origem histórica é muito diversa: os cultos e crenças dos povos africanos, injustamente escravizados e trazidos ao Brasil, são antigos, perdem-se no tempo, e não possuem uma unidade, tendo muitas variantes de acordo com cada povo, com cada região. O Espiritismo surge em 1857, no solo europeu, sendo uma doutrina perfeitamente elaborada. Os cultos africanos sofreram simbiose com o Catolicismo, dando origem ao que hoje chamamos cultos afro-católicos, entre eles a Umbanda, o Candomblé, a Quimbanda. O Espiritismo insere-se na cultura para transformá-la, a partir de sua visão imortalista do ser e da vida, mantendo seus princípios e práticas isentos de mesclagens com outras doutrinas.

Nos cultos afro católicos que, repetimos, merecem todo nosso respeito, existe a utilização de altares, roupas especiais, atabaques, cantos específicos, ou seja, toda uma ritualística inexistente no Espiritismo, onde tudo é feito com simplicidade, sem qualquer vínculo com paramentos, sacerdócio, vestimentas especiais e outras coisas que são a característica das crenças e cultos originárias da África, e que tiveram uma identificação, forçada ou não, com o Catolicismo.

Espírita é aquele que segue os princípios do Espiritismo, conforme os encontramos nas obras da codificação espírita, assinadas por Allan Kardec. Os umbandistas são espiritualistas, mas não são espíritas. Os espíritas são, também, espiritualistas, mas não se confundem com outras crenças e doutrinas que acreditam na sobrevivência e manifestação da alma.

Convidamos os interessados para a leitura e estudo de O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec, magistral obra construída na forma de diálogo, para real conhecimento do Espiritismo. E pedindo licença a Kardec, que cunhou a frase “Fora da Caridade não há Salvação”, bandeira do verdadeiro espírita, podemos encerrar estes esclarecimentos afirmando que “Fora de Kardec não há Espiritismo”.

quarta-feira, 1 de julho de 2026

Revista O Médium


Você conhece a revista O Médium, publicada pela Aliança Municipal Espírita de Juiz de Fora?

Tradicional publicação espírita, hoje ela está disponível bimestralmente no formato digital, que você acessa pela internet, e em três línguas: português, espanhol e inglês.

Acesse a revista O Médium nos seguintes links:


👉🇧🇷 Acesso em português: https://omedium.amejf.org.br/2026-edicao-769/

👉🇺🇸Acesso em inglês: https://omedium.amejf.org.br/2026-edition-769/

terça-feira, 30 de junho de 2026

Vídeo - Educando o Adolescente


Educando o Adolescente é o tema do vídeo que disponibilizamos acima, da série Educação Espírita.

Saiba qual é a visão do Espiritismo a respeito da adolescência e o papel da educação nesse período da vida.

Para assistir mais vídeos da série acesse:

segunda-feira, 29 de junho de 2026

Podcast - Ajudar a quem precisa


O podcast Análise & Crítica traz para você um novo episódio: Ajudar a Quem Precisa.

Acompanhe em:

E lembre-se que toda segunda-feira tem um novo episódio publicado no Spotify.

Dar de graça


Recebemos notícias sobre palestrantes espíritas que estariam cobrando para comparecer a eventos do movimento espírita, o que nos leva a fazer esta abordagem. Não teceremos juízo sobre esta ou aquela pessoa, nem quanto aos motivos, atendo-nos exclusivamente à questão se é lícito ou não cobrar para fazer uma palestra ou um seminário. Também não vamos entrar no mérito dessas informações serem falsas ou verdadeiras, levando em consideração, pelo menos em princípio, da boa fé de uns e de outros. Afinal, e essa é a pergunta que deve ser feita, para fazer uma palestra na reunião pública de um centro espírita fora do seu domicílio, ou para falar num evento do movimento espírita, o palestrante espírita pode cobrar um valor qualquer, a título de remuneração?

Iniciemos fazendo uma distinção muito importante. Não podemos confundir o reembolso das despesas de viagem do palestrante com remuneração profissional. Ao convidar um palestrante de fora, de outra cidade ou estado, é de bom tom que quem convida assuma as despesas de transporte, hospedagem e alimentação do mesmo, que não tem nenhuma obrigação de bancar esse custo, que em verdade não lhe pertence, e que mesmo tendo toda boa vontade, nem sempre pode assumir. Reembolso de despesa de viagem é uma coisa, remuneração profissional é outra coisa.

As notícias dão conta que os palestrantes que fazem cobrança remunerada, alegam que, em verdade, almejam apenas uma contrapartida para a perda de remuneração profissional que teriam, por conta das horas despendidas para cumprir o compromisso espírita, o que lhes impediria o exercício profissional. A alegação parece justa, principalmente para quem é profissional liberal, e é justamente neste ponto que devemos entender se é lícito ou não cobrar por uma palestra no movimento espírita.

Ao lembrarmos que Jesus nos disse para dar de graça o que de graça recebemos, muitas pessoas entendem que isso só deve ser aplicado ao exercício da mediunidade, entretanto, precisamos olhar com maior profundidade a aplicação desse ensino, pois a vida mesma nos é dada de graça por Deus, e necessitamos agradecer do fundo de nossa alma ter a oportunidade do encontro com o Espiritismo na atual existência, encontro esse que nos possibilita um novo viver, reparando o mal que fizemos no passado, ao mesmo tempo em que construímos a própria felicidade.

Allan Kardec nos deu o exemplo sobre o que devemos fazer. Sempre trabalhou gratuitamente pela divulgação do Espiritismo, tocando sua vida pessoal e familiar apenas e tão somente com os proventos de sua aposentadoria e rendas advindas do seu esforço de anos de trabalho profissional, não misturando o movimento financeiro da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas com as suas finanças pessoais.

Na famosa viagem de palestras realizada no ano de 1862, para divulgação do Espiritismo, ele o fez às expensas dos espíritas das várias cidades por onde passou, que o convidaram fraternalmente e assumiram as despesas. Kardec ainda solicitou que todo excedente da arrecadação financeira realizada para cobrir as despesas dos eventos, fosse doada aos mais necessitados das respectivas cidades.

Diante do exemplo de Kardec, na aplicação da máxima “dai de graça o que de graça recebestes”, que o Cristo nos trouxe, podemos concluir que não é lícito cobrar para realizar palestra no movimento espírita, devendo o palestrante espírita, seja qual for sua profissão, adequar sua agenda para manter equilíbrio entre seus compromissos profissionais e familiares, com os compromissos doutrinários, lembrando que ninguém que tenha abraçado a Doutrina Espírita, é obrigado a assumir compromissos de divulgação da mesma. Abrir e manter uma agenda de palestras junto ao movimento espírita é decisão individual no uso do livre arbítrio, e caso decida por isso, deve o palestrante espírita trabalhar com amor e desprendimento de si mesmo, pois a causa do Espiritismo deve estar acima de qualquer outro interesse.

O Espiritismo está no mundo para proceder à transformação moral das pessoas que, assim transformadas, transformarão moralmente a humanidade. Divulgar o Espiritismo é compromisso da consciência desperta para a imortalidade da vida, visando um futuro melhor para todos, motivo pelo qual no movimento espírita não temos sacerdócio, sendo os dirigentes dos centros espíritas e das federativas espíritas, colaboradores voluntários, inexistindo remuneração, pois isso é vedado pelos respectivos estatutos legais, obedecendo a legislação pertinente.

Não é cabível, diante desse entendimento e do exemplo dado por Allan Kardec, que agora queiramos ser remunerados a qualquer título, para fazer a divulgação do Espiritismo, consolando os corações e esclarecendo as mentes, mesmo porque o Espiritismo é doutrina emanada dos Espíritos, os verdadeiros autores dos seus princípios e de todo o seu edifício doutrinário, não nos cabendo tomar o lugar deles na consecução da obra, mas sim trabalhar com humildade na sua divulgação.

A figura do profissional espírita é inadmissível, sendo uma aberração que devemos afastar veementemente das fileiras doutrinárias, cabendo ao espírita manter sua vida pessoal e sua vida doutrinária em perfeito equilíbrio, sem prejudicar nem uma nem outra, sabedor que está, acima de tudo, a serviço do Cristo pelo bem da humanidade.

Vídeo - O educador e o afeto

A necessidade do sentimento na ação educativa é a abordagem do vídeo da série Educação Espírita que agora publicamos para você assistir. Lem...