quarta-feira, 29 de julho de 2026

Vídeo - Desenvolvendo o Senso Moral


A importância do desenvolvimento moral durante a infância, e como ele acontece, é a abordagem desse vídeo da série Educação Espírita.

Toda terça-feira um novo vídeo é publicado.

Acompanhe em:

terça-feira, 21 de julho de 2026

Vídeo - Espiritismo e Educação


A série Educação Espírita traz para você uma abordagem sobre o Espiritismo e a Educação, mostrando que a doutrina espírita é essencialmente uma doutrina educativa.

Assista o vídeo e faça seu comentário.

Lembrando que a série vai ao ar toda terça-feira, às 09 horas, no canal Orientação Espírita:

segunda-feira, 20 de julho de 2026

Podcast - Toda criança deve ser amada


O podcast Análise & Crítica traz o tema Toda Ctiança Deve Ser Amada, comentando à luz da doutrina espírita a grave questão da violência contra a criança.

Assista em:

Mais episódios você assiste no Spotify.

O jovem no centro espírita


Marcus De Mario

O jornal Correio Fraterno, de São Bernardo do Campo/SP, em sua edição 529, de maio/junho de 2026, publicou importante reportagem com o título A Inserção do Jovem nos Setores da Casa Espírita, onde traz os resultados de evento realizado pelo Grupo Espírita Paulista, em 26 de abril, na cidade de São Caetano do Sul/SP, reunindo aproximadamente 150 pessoas, de diversas localidades, que debateram o tema, e dele chegaram a conclusões e sugestões que vamos aqui destacar.

O Grupo Espírita Paulista existe desde 2020, reunindo importantes instituições espíritas do estado: a USE – União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo, a FEESP – Federação Espírita do Estado de São Paulo, a Aliança Espírita Evangélica e a União Fraternal dos Discípulos de Jesus, com o objetivo de promover encontros para compartilhamento de experiências nas áreas de infância, juventude, mediunidade, assistência social, gestão e comunicação.

Desse encontro foram propostas sete sugestões, enfeixadas sob o título Ações Propostas para Efetivar a Parceria do Jovem Trabalhador, que reproduzimos em seguida:

Atendimento fraterno – implantar curso para os jovens terem mais subsídios para a abordagem de outros jovens fora da casa espírita.

Assistência social – valorizar o empenho e o entusiasmo dos jovens para efetivar as ações voltadas à assistência social da casa.

Gestão – implantar o “jovem aprendiz”, dando oportunidade para que eles participem das reuniões de diretoria como estagiários.

Comunicação – oportunizar aos jovens a divulgação nas mídias sociais dos eventos e trabalhos da casa, sob a supervisão dos dirigentes.

Estudo – promover a integração entre o departamento de estudos e a mocidade, para maior proximidade doutrinária e pedagógica.

Evangelização infantil – implantar o “jovem evangelizador”, que será auxiliado por evangelizadores mais experientes.

Reunião mediúnica – implantar cursos de mediunidade para o jovem, para que ele possa gradativamente ir se aproximando desse trabalho na casa espírita.

Parabenizamos a iniciativa e as sugestões elaboradas, que, a nosso ver, devem ser amplamente divulgadas, por sua importância, para melhor dinamização do centro espírita, permitindo a inserção do jovem tanto no contexto do estudo do Espiritismo, quanto para sua real integração nas diversas atividades que são realizadas, e que não devem ficar apenas nas mãos dos adultos, das pessoas mais experientes.

Vindo de família espírita, tendo meus pais já frequentando o centro espírita, tenho muito que agradecer a eles, e também aos dirigentes espíritas dos diversos centros espíritas que na década de setenta formavam a 17ª União Distrital Espírita, órgão da USE – União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo. E faço esse agradecimento porque abriram as portas para minha participação, sem restrições, e com todos muito aprendi, tornando-me dirigente do Departamento de Mocidades, e foi também com o incentivo deles que fiz minha estreia como palestrante.

Hoje vemos jovens atuando em empresas de tecnologia, estando à frente de projetos, invenções e até mesmo sendo os principais gestores, e perguntamos: não está na hora dos dirigentes espíritas trabalharem para a inserção e integração dos jovens, visando não apenas o amanhã, mas também o hoje dos centros espíritas e do movimento espírita?

A iniciativa paulista precisa ter abrangência nacional, pois mostra que a união faz a força, ao reunir as principais instituições espíritas do estado para o diálogo, com a procura de caminhos possíveis para as demandas que as instituições espíritas estão enfrentando.

Fazemos votos que as ações propostas gerem frutos, com o empenho dos dirigentes espíritas em trabalhar cada vez mais com os jovens.

domingo, 19 de julho de 2026

A importância do estudo e do livro espírita


O escritor e palestrante espírita Donizete Pinheiro publicou importantíssimo artigo na Agenda Espírita Brasil, com o título O Evidente Desinteresse pelo Estudo, mostrando a queda no número de Clubes do Livro Espírita, as baixas tiragens do livro espírita, a falta de procura da livraria e da biblioteca nos centros espíritas, tudo isso refletindo a falta de interesse em ler e estudar, o que compromete o aprendizado sobre o Espiritismo.

Leia na íntegra esse artigo acessando o link abaixo:

O texto traz também sugestões de como ampliar a divulgação e o acesso ao livro espírita, seja ele físico ou digital.

O assunto é muito importante!

quarta-feira, 15 de julho de 2026

A natureza superior de Jesus


Está publicado na revista O Consolador, edição 982, de 12 de julho de 2026, meu artigo A Natureza Superior de Jesus, onde esclareço, com base em estudo de Allan Kardec, quem é Jesus na visão da doutrina espírita.

Leia o artigo em:

terça-feira, 14 de julho de 2026

Vídeo - Pedagogia da Sensibilidade


A série Educação Espírita traz para você a Pedagogia da Sensibilidade, numa abordagem humanizada e espiritualista.

Os vídeos da série são publicados toda terça-feira no canal Orientção Espírita:

segunda-feira, 13 de julho de 2026

Podcast - A questão das apostas online


Qual é a visão da doutrina espírita sobre as casas de apostas online, que tanto tem preocupado os especialistas em saúde pública?

Ouça o podcast e tire suas conclusões:

O podcast Análise & Crítica vai ao ar toda segunda-feira no Spotify.

Acompanhe!

Mãe e filho: a questão do exemplo


Marcus De Mario

Trazemos para reflexão o relato feito por um amigo acerca de uma cena ocorrida em plena via pública, retratando um acontecimento que nos oferta ocasião para um belo estudo de caso no campo da educação. Eis o fato

Estava esse amigo deslocando-se de volta à sua casa, depois de cumprido seu compromisso social, isso ainda dia claro, tendo que aguardar o sinal de trânsito oferecer-lhe oportunidade para atravessar a rua, no que era secundado por outras pessoas, entre elas uma senhora acompanhada de uma criança de seis ou sete anos de idade. Nisso que todos aguardavam, essa senhora, com a criança segura em sua mão, mostrando bastante impaciência, não esperou o sinal abrir, e foi atravessando a rua, quase sendo atingida por um carro. Ela não recuou, pelo contrário, continuou a atravessar, arrastando a criança e xingando o motorista, reclamando muito. Em sua opinião quem estava errado era o outro, no caso o motorista, e não ela, quando a verdade é que o sinal estava aberto para os veículos e não para os pedestres.

Pois bem, o que essa cena tem a ver com a educação?
Não sabemos ao certo se essa senhora era mãe ou avó da criança, mas isso é de menor importância, pois temos um adulto responsável por uma criança, e isso é o mais importante, visto que os pais têm a missão de educar os filhos, assim como os avós têm a missão de educar os netos, colaborando, portanto, com os pais. Mesmo que fossem tia e sobrinho, o papel educativo da pessoa adulta não estaria alterado.

Muitas vezes os responsáveis pela educação das crianças, que são espíritos reencarnados, esquecem da força que o exemplo possui na tarefa educativa, não vigiando suas falas e atitudes, que normalmente são imitadas e incorporadas pelo Espírito na fase infantil desta existência. Se o adulto não obedece as regras da melhor convivência social, se vive irritado, se não mede o que fala, a tendência da criança que convive com esse adulto é fazer o mesmo, pelo exemplo que está recebendo.

Temos pais que acreditam que isso é bobagem, afinal o filho é só uma criança, ainda não entende das coisas da vida, e não é uma única cena na rua, ou em casa, que fará a diferença. Pode ser que uma única vez caia no esquecimento, mas quando o comportamento é repetido várias vezes, torna-se uma marca, um padrão a ser seguido por quem está de camarote assistindo, absorvendo o que lhe é ensinado pelo exemplo.

São bem conhecidos os episódios ocorridos no ambiente escolar, quando a professora precisa conversar com os pais de um aluno agressivo, e acaba sendo agredida pelos mesmos. É aqui que vemos a propriedade do ditado popular que afirma “tal pai, tal filho”, ou seja, que os filhos tendem a seguir os valores e comportamentos dos pais, muitas vezes reforçando más tendências de caráter que este traz de suas existências passadas, quando elas deveriam ser corrigidas pela educação.

Essa senhora da cena descrita e que nos serve de estudo de caso, poderá alegar que ela sempre foi assim e não é agora que vai mudar. Já ouvimos isso muitas vezes, mas essa fala é um grande equívoco, porque a educação, e nesse caso mais particularmente a autoeducação, não tem prazo de validade, não possui um período de idade certo para acontecer, deve ser promovida incessantemente, ainda mais quando se é responsável por uma criança que, amanhã, será o adulto que vai fazer a sociedade em que vivemos. Não gostaríamos que ela fosse um adulto vinculado ao bem, ao respeito, à ética do viver? É bom que assim queiramos, pois amanhã poderemos estar na dependência dele.

Como nos ensinam os Espíritos Superiores nas lições que Allan Kardec compilou e publicou em O Livro dos Espíritos, a educação deve ser compreendida mais amplamente como sendo a educação moral do espírito reencarnado, motivo pelo qual temos trabalhado a Educação do Espírito, na proposta de integrar o desenvolvimento cognitivo com o desenvolvimento emocional, ou em outras palavras, o desenvolvimento da inteligência com o desenvolvimento moral, ou do sentimento.

Esse é o caminho para destruirmos o egoísmo e o orgulho, as duas chagas morais que entretém todos os vícios. Para que essa caminhada seja coroada de êxito, não podemos esquecer que é de nossa competência, dos adultos, o desenvolvimento constante da autoeducação, pois somente pode ser considerado um educador aquele que se educa.

Para isso, temos um exemplo inquestionável: Jesus, nosso guia e modelo. E se ele é nosso guia e modelo, a ele devemos fazer todos os esforços em seguir, com isso, ao mesmo tempo, servindo de exemplo, mesmo imperfeitamente, às crianças que o Pai nos confiou, procurando bem educá-las, para que o amanhã da humanidade seja melhor do que o hoje.

terça-feira, 7 de julho de 2026

Vídeo - A Escola do Sentimento


Assista o vídeo A Escola do Sentimento, apresentando uma nova proposta pedagógica para as escolas.

Toda terça-feira você tem um novo vídeo educacional à sua disposição.

segunda-feira, 6 de julho de 2026

Podcast - O que pretendemos com o Espiritismo


Sabemos o que é o Espiritismo e sua finalidade? Como o estamos praticando e divulgando?

Essa é a abordagem do episódio de hoje do podcast Análise & Crítica, convidando você para refletirmos juntos.

Acesse o podcast em:

Toda segunda-feira um novo episódio é publicado através do Spotify. 

Espiritismo, kardecismo e umbanda


Marcus De Mario

Muitas pessoas ainda confundem o Espiritismo com crenças e práticas que, na verdade, nada tem com a Doutrina Espírita. O Espiritismo é uma doutrina formada por um conjunto de princípios filosóficos, científicos e religiosos (ou de consequências morais), tendo surgido em 18 de abril de 1857 com o lançamento da obra O Livro dos Espíritos, por Allan Kardec (pseudônimo do professor Hippolyte Leon Denizard Rivail). Isso aconteceu na França, mais particularmente na cidade de Paris, em plena metade do século 19, depois de pouco mais de dois anos de intensas investigações e observações dos fenômenos de ordem mediúnica, ou espiritual. O Espiritismo não é obra de um homem, e sim dos Espíritos, que, através de diversos médiuns, ditaram as instruções, os esclarecimentos, os ensinos. Coube a Kardec organizar, selecionar, pensar, perguntar e publicar, motivo pelo qual ele sempre insistiu em dizer que o Espiritismo é doutrina dos Espíritos.


Podemos agora fazer outro esclarecimento: não existe o kardecismo e, portanto, também não existem kardecistas. Existe o Espiritismo e os espíritas, e ponto final. A palavra kardecismo nos remete ao entendimento da existência de uma doutrina formulada por Allan Kardec, o que não existe, não é verdadeiro. A doutrina partiu dos Espíritos, dos seres humanos que se encontram desencarnados, vivendo no mundo espiritual, e possui quatro princípios básicos que sustentam todo o edifício doutrinário: 1 – Deus – como Pai e Criador de tudo o que existe no universo; 2 – Imortalidade da Alma – proclamando a vida depois da morte, que é apenas do corpo físico; 3 – Comunicabilidade – a comunicação entre desencarnados e encarnados através da mediunidade; 4 – Evolução – porque todos somos destinados à perfeição.



A partir desses quatro princípios básicos desdobram-se outros princípios, como a reencarnação, o livre arbítrio, a lei de causa e efeito, entre outros, que estão muito bem estudados e consolidados nas demais obras de Allan Kardec, a chamada codificação espírita: O Livro dos Médiuns; O Evangelho segundo o Espiritismo; O Céu e o Inferno e A Gênese. Devemos também destacar, pela sua importância, os livros O Que é o Espiritismo, Obras Póstumas e a coleção da Revista Espírita, publicação mensal que Kardec dirigiu de 1858 a 1869 (quando desencarnou no final do mês de março).

E com relação à Umbanda? Os umbandistas não são também espíritas? Com todo respeito aos nossos irmãos umbandistas, às suas crenças e práticas, a bem da verdade devemos esclarecer que não, eles não são espíritas. Espírita é aquele que estuda e pratica o Espiritismo, conforme seus princípios publicados nas obras assinadas por Allan Kardec. Então, aquele que se insere na Umbanda é umbandista. O que acontece é que muitos templos umbandistas utilizam, de forma equivocada, a expressão espírita, causando então uma certa confusão entre os adeptos e, principalmente, entre os leigos.

Mas não existem pontos de contato entre o Espiritismo e a Umbanda? Sim, isso é verdade, mas nem por isso se confundem. São distintas na origem, na doutrina e na prática. O Espiritismo não possui nenhum tipo de ritual, não utiliza roupas especiais, paramentos, incensos, cantorias, pontos riscados etc. A Umbanda surge do sincretismo religioso entre as crenças e rituais trazidas pelos negros escravizados da África, com as crenças e rituais do Catolicismo, que à época do Brasil enquanto colônia de Portugal, e depois em sua fase imperial, era a religião oficial do país. Os pontos de contato através da crença na imortalidade da alma e na utilização da mediunidade, não confundem as duas doutrinas, que são muito diversas entre si.

Os espíritas se reúnem no Centro Espírita, que não é nem fraco nem forte, nem de mesa branca ou qualquer outra coisa, mas apenas Centro Espírita, onde desenvolvem atividades em diversas áreas: estudo, mediunidade, evangelização da família, promoção social e tantas outras, visando sempre o progresso intelectual e moral das pessoas e da humanidade.

Assim, vemos que a origem histórica é muito diversa: os cultos e crenças dos povos africanos, injustamente escravizados e trazidos ao Brasil, são antigos, perdem-se no tempo, e não possuem uma unidade, tendo muitas variantes de acordo com cada povo, com cada região. O Espiritismo surge em 1857, no solo europeu, sendo uma doutrina perfeitamente elaborada. Os cultos africanos sofreram simbiose com o Catolicismo, dando origem ao que hoje chamamos cultos afro-católicos, entre eles a Umbanda, o Candomblé, a Quimbanda. O Espiritismo insere-se na cultura para transformá-la, a partir de sua visão imortalista do ser e da vida, mantendo seus princípios e práticas isentos de mesclagens com outras doutrinas.

Nos cultos afro católicos que, repetimos, merecem todo nosso respeito, existe a utilização de altares, roupas especiais, atabaques, cantos específicos, ou seja, toda uma ritualística inexistente no Espiritismo, onde tudo é feito com simplicidade, sem qualquer vínculo com paramentos, sacerdócio, vestimentas especiais e outras coisas que são a característica das crenças e cultos originárias da África, e que tiveram uma identificação, forçada ou não, com o Catolicismo.

Espírita é aquele que segue os princípios do Espiritismo, conforme os encontramos nas obras da codificação espírita, assinadas por Allan Kardec. Os umbandistas são espiritualistas, mas não são espíritas. Os espíritas são, também, espiritualistas, mas não se confundem com outras crenças e doutrinas que acreditam na sobrevivência e manifestação da alma.

Convidamos os interessados para a leitura e estudo de O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec, magistral obra construída na forma de diálogo, para real conhecimento do Espiritismo. E pedindo licença a Kardec, que cunhou a frase “Fora da Caridade não há Salvação”, bandeira do verdadeiro espírita, podemos encerrar estes esclarecimentos afirmando que “Fora de Kardec não há Espiritismo”.

quarta-feira, 1 de julho de 2026

Revista O Médium


Você conhece a revista O Médium, publicada pela Aliança Municipal Espírita de Juiz de Fora?

Tradicional publicação espírita, hoje ela está disponível bimestralmente no formato digital, que você acessa pela internet, e em três línguas: português, espanhol e inglês.

Acesse a revista O Médium nos seguintes links:


👉🇧🇷 Acesso em português: https://omedium.amejf.org.br/2026-edicao-769/

👉🇺🇸Acesso em inglês: https://omedium.amejf.org.br/2026-edition-769/

Vídeo - Por uma nova evangelização espírita

Por Uma Nova Evangelização Espírita é a abordagem que fazemos em mais um vídeo da série Educação Espírita, que semanalmente publicamos no ca...