Postagens

Mostrando postagens de 2015

Carta pela paz no mundo

Imagem
CARTA PELA PAZ NO MUNDO


Marcus De Mario
Esta carta é ao mesmo tempo um apelo à razão e à emoção, procurando falar às mentes e aos corações de todos os homens e mulheres da humanidade, da criança ao idoso, no sentido de sensibilizar para a paz, para as atitudes de não violência, para o respeito aos direitos do outro, e para uma educação que valorize o ser humano e lhe dê um ideal superior de vida, levando-o a sentir sua espiritualidade, único antídoto contra o egoísmo, o orgulho, a hipocrisia, a vaidade, a indiferença e a violência que ainda predominam no mundo. A solidadriedade, a cooperação, a fraternidade e a liberdade devem caracterizar a sociedade humana do terceiro milênio, sob pena de continuarmos a assistir, durante muito tempo, a injustiça social, a miséria, a poluição ambiental, a exploração de todos os matizes, os preconceitos de toda ordem, e as guerras que semeiam a desordem e a destruição, fomentando ódios e vinganças. Para que os novos paradigmas substituam as velhas estru…

Novos Rumos para a Educação

Imagem
Com a presença confirmada do Prof. José Pacheco, da conhecida Escola da Ponte (Porto, Portugal), e que agora realiza imenso trabalho transformador no Projeto Âncora (Cotia/SP), o Instituto Brasileiro de Educação Moral - IBEM, em parceria com a UNISUAM, realizará nos dias 06 e 07 de novembro de 2015, o Fórum de Educação dos Países de Língua Portuguesa - Novos Rumos para a Educação.
Pela primeira vez representantes dos países de língua portuguesa: Brasil, Portugal, Moçambique, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné-Equatorial, Timor Leste e São Tomé e Príncipe estarão reunidos para conhecer e estudar propostas transformadoras do ensino. E não apenas eles, mas os professores, diretores escolares, coordenadores pedagógicos, estudantes de pedagogia, educadores sociais e todos os interessados que se inscreverem para fazer a participação.
Entre essas propostas os participantes do Fórum terão oportunidade de conhecer o Projeto Âncora (Cotia/SP), a Escola do Sentimento (Rio de Janeiro/RJ) e o C…

Escolas diferentes pelo mundo

Imagem
Na escola sueca Vittra Telefonplan não há classes nem salas de aula. O ambiente de design moderno busca incentivar a criatividade e o desenvolvimento de diferentes habilidades, onde os alunos se organizam em grupos para discutir temas e resolver problemas em conjunto. A escola é formada por espaços de convivência, que reúnem conforto e acesso a ferramentas tecnológicas. Na Suécia, as escolas --incluindo a Vittra-- são gratuitas.

A Green School em Bali, na Indonésia, oferece uma "educação natural, holística e centrada no aluno". Isso significa que as crianças têm disciplinas como inglês, matemática e ciências, mas também artes e meio ambiente no espaço integrado com a natureza. Para a escola, o importante é desenvolver nos alunos hábitos social e ambientalmente responsáveis.

Na Dinamarca, a Ørestad Gymnasium diz que oferece aulas com ferramentas 100% digitais. Os alunos levam os seus notebooks e recebem materiais eletrônicos para acompanhar os conteúdos. Além disso, parte das a…

20% dos alunos já praticaram bullying contra colegas

A presença de casos de bullying em escolas brasileiras aumentou de 5% para 7%, segundo pesquisa do Ministério da Saúde e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) realizada com contribuição da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP), da Universidade de São Paulo (USP). O levantamento apontou ainda que 20,8% dos estudantes já praticaram algum tipo de bullying contra os colegas e que a prática é proporcionalmente maior entre os meninos do que entre as meninas.
Hoje universitária, uma estudante de Ribeirão Preto (SP) que prefere não ser identificada afirma que sofreu bullying no colégio. “Me chamavam de gordinha, pegaram em um ponto que me incomoda muito”, relembra. Atualmente, ela recebe acompanhamento psicológico e afirma que apoio escola e dois pais foi fundamental. “Busquei aconselhamento com a coordenação e com os meus pais, mas é uma marca que fica”, comenta.
O relato da estudante é um dos 109.104 colhidos em todos os estados brasileiros em 2009 e 2012 e que ser…

Brasil deve aprender a valorizar o professor

O G1 publicou:
Após uma semana na Coreia do Sul participando do Fórum Mundial de Educação, o ministro da Educação Renato Janine Ribeiro considera que a principal lição que o Brasil deve tirar da experiência coreana é a valorização do professor. O Fórum, realizado pela Unesco em Incheon, reuniu representantes de mais de cem países para discutir os próximos passos a serem seguidos pelos países para melhorar a educação mundial.
"O grande ponto que nós temos que tirar da lição coreana é a valorização do professor. Esse é um grande ponto que a Unesco recomenda, que o Brasil quer pelo seu Plano Nacional de Educação e que a Coreia [do Sul] pratica", disse o ministro em entrevista ao G1.
"A valorização do professor e do diretor são outros pontos importantes do que o Fórum recomenda. Também estamos neste caminho e não é um caminho fácil, porque a carreira docente foi muito desprestigiada nas últimas décadas", comentou.
----------------------------------------------------------…

A política governamental e a o salvamento da educação

Até quando assistiremos a educação ser vista pelo governo como uma moeda de troca para favores aos partidos políticos e grupos de interesse financeiro? Até quando o ministro da educação - e também secretários de educação -, será escolhido entre políticos de carreira? Até quando as vozes de Anísio Teixeira, Paulo Freire, Darcy Ribeiro, Anália Franco, Cristóvam Buarque, Lauro de Oliveira Lima e outros, serão esquecidas ou relegadas a teses acadêmicas? Até quando práticas renovadoras como, por exemplo, do projeto Âncora (Cotia/SP). serão vistas como "experimentais"? Até quando?
Estamos na estrada da educação há quinze anos, ofertando aos interessados a pedagogia da sensibilidade e a Escola do Sentimento, através do Instituto Brasileiro de Educação Moral (IBEM), e os frutos colhidos até agora são bem poucos, pois não há interesse em transformação ou mudança, não há esforço em humanizar a prática pedagógica e a escola, não há um querer fazer o que deve ser feito para sairmos da me…

Será que existem filhos difíceis?

Muitos pais, perturbados pela conduta de seus filhos, nem sempre obedientes, estão internando suas crianças e adolescentes em escolas especiais, militarizadas, onde tudo imita um quartel com sargentos ferozes impondo rígida disciplina e castigos exemplares como exercícios fatigantes, limpeza de banheiros e assim por diante. É uma escola, isso mesmo, não é um quartel. E dá-lhe choradeira por parte dos mais novos, pobres coitados abandonados por seus pais e na mão de executores rígidos de normas absurdas.
A novidade vem dos Estados Unidos. Pais aborrecidos com seus filhos, que não sabem mais o que fazer com eles, é só matriculá-los nessa casa dos horrores, onde um discurso pseudo pedagógico é feito, prometendo que seus rebentos dali sairão "pianinho", sabendo obedecer e se comportar. E o que é obediência? O que será saber se comportar direitinho?
Ficamos aqui pensando: será que não são os pais os necessitados dessa "escola"? Muitos declaram causas tão sem importância p…

Qualidade em sala de aula

O professor brasileiro, conforme constatação de pesquisa realizada, gasta, em média, 20% do tempo de aula somente para acabar com a bagunça e chamar a atenção dos alunos. Isso significa que de 50 minutos de aula, na verdade temos apenas 40, ou seja, 10 minutos são literalmente perdidos, levando-se em consideração que esse tempo é gasto em advertências, admoestações, um verdadeiro confronto entre professor/a e alunos/as, o que não é pedagógico e nada tem a ver com a formação das crianças e jovens. Já é questionável o fato da aula ter esse tempo estipulado de 50 minutos, consagrado historicamente e mundialmente, mas que ninguém consegue explicar por que não pode ser 60 minutos ou mesmo uma hora e meia, ou, vamos mais longe, por que tem que ter um tempo previamente estipulado, um tempo padrão para todas as aulas e para todos os professores/as e alunos/as? Talvez seja esse um dos fatores de aborrecimento dos estudantes. Seja como for, ficar dez intermináveis minutos discutindo com os alunos…