terça-feira, 7 de abril de 2026

Vídeo - O Livro dos Espíritos e a Educação


Da série Educação Espírita, que publicamos toda terça-feira, às 09 horas, no canal Orientação Espírita, trazemos o vídeo com o tema O Livro dos Espíritos e  a Educação.

Conheça o conteúdo pedagógico da obra básica do Espiritismo.

Acesse os vídeos no YouTube:

Programa - Espiritismo e Educação


Toda segunda-feira, ao vivo, com início às 20h30, o programa Espiritismo e Educação está no ar através da Web Rádio Estação da Luz.

Os educadores Marcus De Mario e Ronaldo Gomes abordam temas relevantes da educação através do pensamento da Dourtina Espírita.

Os vídeos do programa ficam depois disponíveis em dois canais no YouTube: Estação da Luz - Tavares e Orientação Espírita.



terça-feira, 31 de março de 2026

Vídeo - Educar é Libertar


Assista o episódio Educar é Libertar da série Educação Espírita, que vai ao ar toda terça-feira, às 09 horas.

Acompanhe a série no YouTube:

Podcast Coragem e Esperança - Paciência


Você sabia que ninguém, de fato,"perde a paciência"? É o que nos ensina a Doutrina Espírita, e você vai aprender nesse episódio do podcast Coragem e Esperança, que você acessa no seguinte link:

Acompanhe o podcast no Spotify.

terça-feira, 24 de março de 2026

Prece - Para Corrigir Um Defeito


Entregamos a você mais uma oração contida na Coletânea de Preces Espíritas, publicada por Allan Karcec, em O Evangelho Segundo o Espiritismo.

Ouça e medite a Prece para Corrigir um Defeito:

As preces estão disponíveis no Spotify.

Vídeo - Valores morais e espirituais


Em mais um vídeo da série Educação Espírita, abordamos a importância do desenvolvimento dos valores morais e espirituais na infância.

A série Educação Espírita apresenta um novo vídeo toda terça-feira, às 09 horas.

Acompanhe no YouTube:

quarta-feira, 11 de março de 2026

Podcast - Manter a Esperança


Agora você acompanha no Spotify o podcast Coragem e Esperança, com palavras de conforto e esclarecimento à luz da Doutrina Espírita.

Aqui está, para você assistir, o episódio Manter a Esperança:

terça-feira, 10 de março de 2026

Vídeo - Biblioteca viva

 

Na série Educação Espírita apresentamos a Biblioteca Viva, como apoio pedagógico ao processo educacional no centro espírita, e também na escola.

Conheça essa iniciativa!

A série Educação Espírita vai ao ar toda terça-feira, às 09 horas, no canal Orientação Espírita, pelo YouTube.

segunda-feira, 9 de março de 2026

Podcast - O desenvolvimento integral


A necessidade de equilíbrio entre o desenvolvimento cognitivo e o emocional do espírito reencarnado, é abordado no episódio O Desenvolvimento Integral, do podcast Análise & Crítica.

Assista em:

Acompanhe o podcast no Spotify.

A importância do estudo e o livro


Marcus De Mario

Como aprender uma ciência sem realizar seu estudo profundo? Como realizar esse estudo profundo sem mergulhar na leitura dos livros que abordam essa ciência? Essas perguntas também se referem ao Espiritismo ou Doutrina Espírita, que é uma ciência e uma filosofia com vastas consequências morais, portanto, não se pode aprender o Espiritismo com leituras esparsas, superficiais, ou assistindo este ou aquele vídeo na internet; não se aprende o Espiritismo apenas ouvindo palestras na reunião pública do centro espírita. Apressamo-nos a dizer que não estamos, em absoluto, dizendo que pequenas leituras, vídeos e palestras não sejam importantes, pois têm a sua importância, mas afirmamos que são insuficientes para o real conhecimento sobre a Doutrina Espírita.

O livro, seja ele físico (impresso) ou digital, é muito importante, é essencial para o conhecimento de qualquer ciência, de qualquer sistema filosófico, e isso não é diferente com o Espiritismo, que surgiu no mundo através do lançamento de um livro em 18 de abril de 1857, ou seja, O Livro dos Espíritos, e teve seu desdobramento doutrinário com o lançamento de outros livros: O Livro dos Médiuns; O Evangelho Segundo o Espiritismo; O Céu e o Inferno e A Gênese, todos assinados por Allan Kardec em conjunto com os Espíritos Superiores. E foram surgindo outros livros, autoria de diversos pesquisadores como Léon Denis, Gabriel Delanne, Camille Flammarion, entre outros, isso nos primórdios do Espiritismo, hoje chegando a alguns milhares de livros catalogados como espíritas, tanto de autores encarnados quanto desencarnados, por meio de variados médiuns.

Observamos, contristados, que muitas pessoas frequentadoras dos centros espíritas, inclusive participantes de grupos de estudo, não leem, mantendo-se na superfície do conhecimento da Doutrina Espírita. Por isso, são muito influenciáveis pela palavra de qualquer pessoa, que consideram autoridade no assunto, sem se darem ao trabalho de verificação, de pesquisa, para saber se essa palavra está com a verdade. E assistimos dizerem “fulano ou fulana falou num vídeo que eu assisti…”. Agora, será que essa fala está doutrinariamente correta? Ninguém, neste mundo, é isento de se equivocar, ou de misturar uma opinião pessoal com o que, de fato, ensina a doutrina.

Precisamos tomar cuidado com os lobos em pele de ovelha, com os hipócritas que, se fosse permitido, enganariam até os eleitos, até os espíritos missionários, como nos alertou Jesus. Tudo deve ser passado pelos crivos da razão, da lógica, do bom senso, e pela universalidade do ensino dos espíritos, mas como fazer isso sem estudar? Lembrando que esse estudo, como adverte Kardec, deve ser feito com profundidade, com metodologia, com perseverança, com seriedade, pois de outra maneira não há como compreender e apreender o Espiritismo. Por isso ele também adverte da existência dos falsos espíritas, que são aquelas pessoas que dizem abraçar o Espiritismo, mas não transformam suas opiniões, seus valores, suas ideias e suas condutas, fazendo da doutrina apenas uma casca, um verniz social e nada mais, continuam tão egoístas, orgulhosas, preconceituosas, radicais, como sempre foram.

Os dirigentes espíritas precisam apoiar a divulgação do livro espírita e o estudo profundo do Espiritismo, mas infelizmente muitos centros espíritas não possuem biblioteca, nem tão pouco livraria; muitos alegam falta de pessoas interessadas para implementar os grupos de estudo, e assim o tempo vai passando, e o conhecimento do Espiritismo, para muitos, é incipiente e, ainda mais grave, misturado a crenças e ideias que nada tem a ver com a Doutrina Espírita.

Em todas as atividades do centro espírita o livro espírita deve ser exaltado, divulgado, incentivando-se a sua leitura, assim como o mesmo deve acontecer com relação à participação nos grupos de estudo, Mesmo sendo a instituição pequena, com poucos recursos, devem-se fazer esforços para, pelo menos, manter uma biblioteca espírita para empréstimo de livros, facultando assim aos seus frequentadores o acesso a essa literatura tão importante.

Quanto à desculpa de não se ter tempo para ler, isso é apenas uma questão de formação do hábito, que muitas vezes depende apenas da vontade da pessoa, do seu querer. Qualquer pessoa pode reservar alguns minutos por dia para leitura de uma obra espírita, ou para ouvir, pois hoje temos o recurso do áudio book, iniciando pelos livros da Codificação Espírita, as obras assinadas por Kardec, que, aliás, devem sempre ser relidas, anotadas e meditadas.

O Espiritismo é um proposta ética de vida, não é simplesmente uma religião, assim como o centro espírita não é uma igreja onde comparecemos para um ritual de devoção semanal. O Espiritismo é, ao mesmo tempo, uma ciência e uma filosofia com amplas consequências morais, revivendo o Evangelho, daí sendo, desse ponto de vista, também uma religião.
Incentivemos a leitura do livro espírita e o estudo do Espiritismo!

sábado, 7 de março de 2026

Podcast - Coragem e Esperança


Está disponível no Spotify o podcast Coragem e Esperança, com áudios feitos para esclarecer e consolar através do Espiritismo. São áudios de até dois minutos com palavras de encorajamento para sua vida.

Os seguintes episódios já estão publicados:

Agir e Servir
Com Jesus
Confia e Serve
Coragem Moral
Jesus
Jesus, o Líder Perfeito
Liderança
Manter a Esperança
Tempo e Serviço

Acesse o podcast Coragem e Esperança em:

terça-feira, 3 de março de 2026

Prece - Pai Nosso


Da Coletânea de Preces Espíritas, publicada no último capítulo da obra O Evangelho Segundo o Espiritismo, ofertamos ao seu coração o Pai Nosso, ensinado por Jesus:

Publicamos a coletânea no Spotify.

Vídeo - Desenvolvendo a Espiritualidade


Conheça a proposta pedagógica de desenvolvimento da espiritualidade do educando no vídeo que faz parte da série Educação Espírita.

Toda terça-feira, às 09 horas, um novo vídeo está disponível para você assistir:

segunda-feira, 2 de março de 2026

Podcast - Educação, base da vida


Está no ar o episódio #0157 do podcast Análise & Crítica, com o tema Educação, Base da Vida.

Assista em:

Toda segunda-feira publicamos um novo áudio.

Todas as publicações você acompanha no Spotify. 

O mundo de regeneração e a educação


Marcus De Mario

Comenta-se muito no movimento espírita que estamos em plena transição planetária da categoria de mundo de expiações e provas para mundo de regeneração, e não poucas vezes a data para tal acontecimento já foi marcada, mas sem que as condições necessárias ocorressem, isso porque qualquer datação está sujeita aos desígnios de Deus, o verdadeiro Senhor da vida, e ao uso que fazemos do livre arbítrio, ou seja, não há como prever uma data, mesmo porque a transição planetária é um processo, não possuindo linhas demarcatórias, e não se verificará quando toda a humanidade estiver promovendo o bem, pois ainda durante muito tempo viveremos a mescla entre o bem e o mal, mas com predomínio do primeiro, o que ainda não é verdadeiro, mas não temos dúvida que o será com o decorrer do tempo. O que devemos saber quanto a esse processo de transição, que é de ordem moral e não material, é se existe a possibilidade de acelerá-lo e, se existe, qual o meio mais eficaz para tal.

O Espiritismo é apresentado pelos Espíritos Superiores e por Allan Kardec, como sendo uma doutrina ao mesmo tempo científica, filosófica e religiosa, ou seja, com vastas consequências morais, num conjunto de princípios que nos remetem à imortalidade da alma, à reencarnação, a Deus como Pai e Criador, à lei de progresso, ao relacionamento entre o mundo espiritual e o mundo corporal, caracterizando-se por ser, em sua essência, uma doutrina eminentemente educativa, pois informa que todos estamos reencarnados para darmos continuidade ao nosso aperfeiçoamento, pois nossa destinação é alcançar o estado de Espírito Puro, também conhecido como Espírito Perfeito, entendendo que essa perfeição será sempre relativa, pois o perfeito absoluto pertence unicamente a Deus.

Ora, ninguém alcança a perfeição sem esforço próprio, sem acionar a vontade, sem adquirir conhecimentos e passar pelas mais diversas experiências existenciais, exatamente como faz um aluno matriculado na escola, que sabe que galgar os anos escolares, obtendo os certificados de cada grau de ensino, exigem dele esforço pessoal, pois ninguém pode aprender por ele, do mesmo modo que ninguém pode nos substituir diante da lei divina do progresso, motivo pelo qual Jesus, nosso guia e modelo, sentenciou sabiamente: a cada um é dado segundo as suas obras.

Diante disso, entendemos que não basta ter o conhecimento do Espiritismo, é necessário praticá-lo no dia a dia, vivenciando seus princípios com todas as pessoas, em todas as circunstâncias, o que requer naturalmente valoroso trabalho de autoconhecimento e autoeducação, cada um combatendo em si o egoísmo e o orgulho, que são a base de todo mal, ao mesmo tempo em que desenvolve a caridade e a humildade, base de todo o bem. É um trabalho que se sucede de encarnação a encarnação, com a conquista de si mesmo; o reconhecimento do amor, da misericórdia e da justiça divinas; a ação da caridade para com todos, pois sem ela a fé fica sem obras, que são o testemunho de quem efetivamente somos e do grau espiritual de nosso progresso.

Da educação individual, passamos para a educação coletiva através da família, da escola e demais instituições humanas, ressaltando-se as duas primeiras pela sua importância e finalidade. Sim, podemos acelerar o processo de transição planetária, o que depende do que estamos fazendo com a educação, até o momento confundida com o ensinar, o instruir, o adquirir conhecimentos, o desenvolver habilidades técnicas. Se essas coisas fazem parte da educação, entretanto não a representam completamente, pois está faltando o desenvolvimento do senso moral, a sensibilização dos sentimentos, motivo pelo qual o Espiritismo defende a aplicação da educação moral, considerando a criança um espírito reencarnado, um ser integral dotado de inteligência e sentimento.

Infelizmente temos visto famílias e escolas completamente perdidas, sem saberem realizar o processo educacional dos seus filhos e alunos, desdenhando das ideias inatas e das tendências de caráter trazidas pelo espírito reencarnado, e poucos esforços fazendo para correção das más tendências e aperfeiçoamento das boas tendências morais, assim permitindo que o egoísmo e o orgulho, que o materialismo e a indiferença, façam-se presentes com muita força, tendo como consequências a violência de toda ordem, o desrespeito aos direitos humanos, a injustiça social espelhada na miséria, e tantos outros males.

Somente a educação moral aplicada com perseverança, geração a geração, pode alterar esse quadro. Algumas pessoas reclamarão que esse é um processo demorado, lento, e que as soluções de que a humanidade necessita são urgentes. Contudo, de nossa parte perguntamos: por acaso leis severas, punições, planos econômicos, ações de segurança pública e outras medidas que vivem sendo adotadas, têm tido o resultado esperado? Que adianta termos conhecimento se este não é acompanhado do sentimento?

A transição planetária para mundo de regeneração passa pela educação, e enquanto esta não for entendida como educação moral do ser integral, que é um espírito reencarnado, muito tempo ainda teremos pela frente nessa verdadeira guerra entre o bem e o mal que assistimos todos os dias. Acelerar ou retardar o processo é dependente do que entendemos por educação e como a estamos promovendo.

sábado, 28 de fevereiro de 2026

Veredas do Amor


Já está disponível meu novo lançamento literário. É o romance Veredas do Amor, onde narro a história de meus avós Alfredo e Carmem, filhos de famílias de imigrantes italianos, separados por diferenças sociais, mas unidos pelo coração.

A história abrange as décadas de 1920 e 1930, na cidade de São Paulo e no interior paulista, trazendo lances emocionantes e muitos fatos de uma época onde existiam muitos preconceitos e poucos conhecimentos científicos.

Acompanhe o farmacêutico que se aventura pelo interior, acompanhado da esposa e dois filhos pequenos, e que relata, de viva voz, a história de amor que vai lhe encantar.

Você não pode deixar de ler!

O livro está publicado em dois formatos: impresso (físico) e digital.

Adquira o livro Veredas do Amor no seguinte link:

terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Vídeo - Finalidade da educação


Da série Educação Espírita, aqui está o episódio 099 com o tema Finalidade da Educação, para sua reflexão.

A série vai ao ar toda terça-feira, às 09 horas, no YouTube:

Prece - Para Afastar os Maus Espíritos


Dando continuidade à Coletânea de Preces Espírita, oferto ao seu coração a Prece para Afastar os Maus Espíritos:

Acesse as preces no Spotify.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Podcast - Educação sempre


Assista o episódio #0156 do podcast Análise & Crítica, postado no Spotify, com o tema Educação Sempre, acessando o link:

Toda segunda-feira pela manhã, um novo episódio é publicado.

Dinâmica da evangelização espírita


Marcus De Mario

Em visita a um centro espírita, onde fomos recebidos com muito carinho e fraternidade, a responsável pela evangelização infantojuvenil, uma simpática senhora que, por certo, a criançada já devia chamar de vovó, pois que ali estava nesse trabalho faziam quase cinquenta anos, narrou-nos os procedimentos, rotinas e atividades que ela praticava, junto com outra companheira, também de idade mais distante da juventude. Notava em seus olhos o brilho do amor e dedicação à tarefa evangelizadora das crianças, mas tudo o que me descreveu estava pedagogicamente ultrapassado, parado no tempo, como se ali não estivéssemos no século vinte e um, mas sim, quando muito, na década de mil novecentos e oitenta do século vinte.


Indaguei se ela acompanhava as orientações do movimento espírita, e se tinha leitura dos principais educadores espíritas, e ela confessou estar tão atarefada com a família e o centro espírita, onde também desenvolvia outras tarefas, que não tinha tempo para ler e estudar novos materiais, mas que ela tinha feito mais de um curso de capacitação de evangelizadores, isso, provavelmente, quando jovem, e digo provável, porque ela não me disse quando havia feito esses cursos. Acontece que um educador não pode se dar por satisfeito e parar de estudar e de se educar. A educação é um processo dinâmico e contínuo.


Então, veio a famosa queixa: as crianças estão sumindo do centro espírita; os pais não mostram mais interesse em levar os filhos para a evangelização. Perguntamos: porquê? Ela vagueou os olhos pelo ambiente, e respondeu depois de pensar por alguns instantes: “Deve ser por causa dessas coisas novas de tecnologia, hoje em dia as crianças só querem saber de celular, e aqui nós não permitimos seu uso. Falar de Jesus com elas é um problema.”

Bem, as tais coisas novas de tecnologia atestam a evolução científica, e portanto do conhecimento, que a humanidade vem realizando nas últimas décadas, dando-nos a internet, as telas digitais, a inteligência artificial e tantas outras coisas que agora fazem parte do nosso modo vivencial. Tempos atrás precisávamos ir a uma agência bancária para pagar as contas do mês, agora utilizamos um aplicativo instalado no celular e tudo fazemos: pagamentos, transferências, aplicações, quase tudo. Isso não pode ser desconsiderado pelos evangelizadores.

Já se foi o tempo do uso do flanelógrafo, do jogral e outras práticas educacionais que tiveram sua importância no passado, mas que hoje não mais correspondem à realidade das novas gerações. E o uso de dependências físicas não adaptadas às crianças é outro problema, pois muitos centros espíritas ainda utilizam do improviso para o desenvolvimento da evangelização.

Precisamos acordar para a importância e dinâmica da evangelização espírita infantojuvenil, que deve ser prioridade nos serviços prestados pelo centro espírita. Para uma melhor dinâmica, os evangelizadores precisam entender que devem parar de dar aula, de querer ensinar e ensinar, pois estamos lidando com seres humanos que são espíritos reencarnados, que possuem um determinado grau de progresso, que pensam e sentem, que sonham e são criativos, que possuem o potencial divino para desenvolver, e que necessitam dos devidos estímulos para isso. Não temos que ensinar, mas estimular, orientar, facilitar, por isso a aula deve ser substituída por rodas de conversa, pesquisas, debates, atividades mais práticas e ligadas à vida.

E, por mais amor tenhamos à tarefa evangelizadora espírita, devemos compreender a necessidade de ampliarmos a equipe de colaboradores, permitindo aos jovens se qualificarem para a tarefa, chegando o momento de nos retirarmos ou ficarmos apenas na supervisão ou coordenação geral, mas sem atrapalhar, sem ficarmos parados no tempo, o que somente irá prejudicar o processo.

Tanto a criança quanto o jovem gostam de participar, e trazem atualmente uma bagagem grande de conhecimentos, pois a tecnologia digital muito facilitou isso, e não podemos descartar sumariamente essa realidade. Recomendamos a leitura e estudo das obras dos educadores espíritas Lucia Moysés e Walter Oliveira Alves, cujos livros estão publicados e disponíveis, onde o evangelizador irá encontrar farto material teórico e prático voltado para a evangelização infantojuvenil. Devemos dizer que é uma obrigação, um dever de consciência, todo evangelizador espírita, individualmente e em grupo, fazer essas leituras e estudos.

Para terminar, deixemos uma indagação no ar: será que a queda de frequência das crianças e dos jovens, não é também motivada pela falta de dinâmica, criatividade e atualidade dos procedimentos utilizados pelos evangelizadores? Pensemos...

 

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Vídeo - Orientação aos Pais


Da série Educação Espírita trazemos para você o tema Orientação aos Pais, pois a educação dos filhos é de máxima importância.

Toda terça-feira, às 09 horas, um novo vídeo é publicado.

Não deixe de acompanhar no canal Orientação Espírita:

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Podcast - Como melhor educar


Assista o episódio 0155 do podcast Análise & Crítica, trazendo o tema Como Melhor Educar.

Acesse:

Tenha boas reflexões! 

Como a criança aprende


Marcus De Mario

Às vezes lidamos com a criança sem atentarmos que ela é um ser humano que carrega pensamentos, sonhos e emoções, e ainda mais, traz consigo uma bagagem de vidas passadas preenchida com aprendizados e vivências que, na verdade, não se perdem, só estão um tanto quanto adormecidas, mas que se manifestam gradativamente em suas ideias e tendências. Por não prestarmos atenção em tudo isso, somos meio mecânicos, burocráticos no trato com ela, querendo que nos obedeça e nos dê pouco trabalho, esquecidos que a criança não é uma máquina programável pelos nossos desejos.

Lendo o maravilhoso livro Vivendo, Amando e Aprendendo, do educador norte americano Léo Buscaglia, que nos deixou admiráveis obras, encontramos sua transcrição de um texto de Frederick Molfett, da Secretaria de Educação de Nova York, publicado no documento “Como a Criança Aprende”:

Assim é que a criança aprende, captando as habilidades pelos dedos das mãos e dos pés, para dentro de si. Absorvendo hábitos e atitudes dos que a rodeiam, empurrando e puxando o seu próprio mundo. Assim a criança aprende, mais por experiência do que por erro, mais por prazer do que pelo sofrimento, mais pela experiência do que pela sugestão e a dissertação, e mais por sugestão do que por direção. E assim a criança aprende pela afeição, pelo amor, pela paciência, pela compreensão, por pertencer, por fazer e por ser. Dia a dia a criança passa a saber um pouco do que você sabe, um pouco mais do que você pensa e entende. Aquilo que você sonha e crê é, na verdade, o que essa criança está se tornando. Se você percebe confusa ou claramente, se pensa nebulosa ou agudamente, se acredita tola ou sabiamente, se sonha sonhos sem graça – adoro isso – ou dourados, se você mente ou diz a verdade, é assim que a criança aprende.

Que maravilha esse texto, lembrando-nos que a criança é um ser humano, e que muito se espelha em nós, os adultos encarregados da sua educação. Não podemos esquecer isso!

Completando esse texto, afirma Buscaglia:

Temos de dizer às crianças que elas têm a escolha de se tornarem entusiastas ou perdedoras. Pois não encontrar o amor é não encontrar a vida.

Mas qual, nós as encaixotamos numa sala de aula, as obrigamos a estudar isso e aquilo, as repreendemos quando são muito curiosas e perguntadeiras, nos escandalizamos quando não seguem as regras que nós estabelecemos, e as avaliamos com famigeradas provas e notas, levando em consideração apenas o que memorizaram de conhecimentos, esquecidos que à nossa frente estão seres humanos com fome de participação, de acolhimento, enfim, de amor.

Por que não podemos deixar que, gradativamente, as crianças façam escolhas? Por que não podemos trabalhar o desenvolvimento do amor no processo educacional efetivado pela escola? Sim, o amor não é mensurável por uma prova, não há como avaliá-lo com uma nota de zero a dez, pois o amor se manifesta pela empatia, pela resignação, pela resiliência, pelo afeto com os outros, pelo sentido que se dá à própria vida. Como montar um currículo para ensinar o amor? Mas quem foi que disse que o amor requer um currículo com temas específicos a serem estudados progressivamente? O amor não é, na verdade, uma experiência de vida, acalentado nos relacionamentos com outros seres humanos?

Como a criança aprende? Aprende convivendo, aprende conversando, aprende tentando fazer, aprende sonhando, aprende buscando respostas para os seus porquês. A criança aprende através de tudo isso e muito mais, desde que tenha liberdade e não queiramos sempre lhe entregar respostas prontas e acabadas. Ela tem o direito de escolher se quer ser uma pessoa entusiasta, amante da vida, ou perdedora, triste e acomodada.

Não esqueçamos que estamos lidando com um Espírito reencarnado, que reencarnou para dar continuidade ao seu aperfeiçoamento não apenas intelectual, mas principalmente moral, e que, como educadores, não podemos fazê-lo perder essa oportunidade divina de progredir, mesmo porque responderemos por isso, não esqueçamos.

Quando aprendermos como a criança aprende, e já deveríamos saber isso, pois já fomos crianças, a educação fará a diferença neste mundo de Deus, e as novas gerações, com certeza, transformarão a humanidade para bem melhor.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Carta aos educadores


Rio de Janeiro, 29 de janeiro de 2026

O professor Mariano, dedicado ao seu trabalho na escola pública, exclamou numa live que o sistema não permitia que ele fizesse nada de diferente do que a organização escolar exigia, a partir dos parâmetros estabelecidos pela secretaria de educação, e sua fala fez com que vários outros professores e professoras que o ouviam, também se manifestassem, havendo concordância geral quanto ao engessamento do sistema, à alta burocracia, e que, enquanto docentes em sala de aula, pouco podiam fazer, a não ser seguir as diretrizes.

Isso me fez lembrar, e como é bom ter boas lembranças, da professora Marilda, lá nos meus tempos ginasiais, que já vão longe. Ela era professora de Técnicas Comerciais, e era revolucionária! Era extraordinariamente diferente! Não seguia o currículo pré-formatado, era questionadora, e nos levava para experiências de campo, extraescolares, como ir a uma agência bancária para entrevistar o gerente. Eu era tímido, e no início tive dificuldade, mas com o tempo passei a “adorar” aquelas aulas, que eram verdadeiras rodas de conversa.

Bem, ela foi acusada pelo sistema de ser subversiva, de ser comunista – estávamos em plena ditadura militar – e acabou afastada da escola. Apesar disso, a semente que ela havia plantado, ou seja, a semente da liberdade, já estava em ação em nossas mentes e nossos corações e, pelo menos comigo, deu frutos.
Conto essa história para lembrar que mesmo sobre pesado engessamento, é possível fazer diferente, é possível fazer a diferença, mesmo sabendo que as consequências possam não ser tão boas para si, mas que importa isso? Se ficarmos acomodados, nunca transformaremos a nós mesmos, os outros e o sistema.

Para reflexão recomendo assistir os filmes Sociedade dos Poetas Mortos e Escritores da Liberdade, num convite para a ação, pela humanização do ensino, pelo fazer diferente para fazer a diferença, olhando para o futuro, enquanto agimos no presente. Somente assim seremos agentes de mudança, fazendo nossos educandos pensarem e desenvolverem o senso moral, para que possam, amanhã, consolidar a educação que hoje sonhamos.

Vídeo - Grupos de trabalho e pesquisa


Você conhece a metodologia dos Grupos de Trabalho e Pesquisa no processo de aprendizagem? Assista o vídeo e mergulhe nesse universo pedagógico.

A série Educação Espírita publica vídeos semanais todas as terças-feiras, às 09 horas.

Acompanhe em:

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Podcast - Interpretações duvidosas


No podcast Análise & Crítica desta semana trazemos o tema Interpretações Duvidosas, com abordagem sobre o personalismo, achismo e ideais pessoais de muitos espíritas, deturpando o Espiritismo.

Ouça em:

E acompanhe por aqui o podcast, que está publicado no Spotify.

A criança


Marcus De Mario

Com o advento da Doutrina Espírita, o mistério infantil deixou de existir, e as fantasias sobre a criança caíram por terra, pois sabemos que ela é um Espírito reencarnado, e esse fato renova todos os conceitos psicológicos, antropológicos e pedagógicos que essas respectivas ciências, e outras, elaboraram e elaboram sobre a infância, sobre esse ser humano que é totalmente dependente dos adultos, e que vai se desenvolvendo gradativamente, demonstrando uma personalidade que não se repete, um ser complexo que desafia todas as conceituações que se prendem exclusivamente ao corpo orgânico.

Vejamos o caso de um menino de dois anos de idade, conforme reportagem disponível nos meios de comunicação, que domina o jogo de sinuca, fazendo jogadas que somente os jogadores mais experientes e campeões conseguem fazer. Testemunham os pais do garoto que ele desde cedo começou a mostrar essa habilidade, sendo que ninguém da família domina esse jogo. Perguntamos: de onde ele trouxe tal habilidade, pois não foi desenvolvida, ninguém lhe ensinou, é dele, está nele? Somente com a reencarnação e a alma imortal é possível ter uma resposta satisfatória.
Muitas pessoas, entre elas muitos cientistas, não acreditam na existência da reencarnação, mesmo diante dos fatos mais patentes que atestam sua realidade, como o caso aqui assinalado, mas que importa isso se os fatos são teimosos e, como nos disse um amigo incrédulo, “eu não acredito, mas se a reencarnação existisse, iria explicar muitas coisas que hoje não têm explicação”. Esse é o pior cego, pois não é cego dos olhos, mas da razão e do bom senso, recusando-se a acreditar no que sua consciência lhe diz ser verdade.

Essa recusa dos fatos mais patentes com relação à reencarnação ocorre porque a pessoa não acredita na alma e sua imortalidade, ou tem uma ideia muito vaga sobre a mesma, e o nascer de novo somente pode acontecer se considerarmos o ser humana uma alma que sobrevive à morte, mantendo sua individualidade, podendo assim renascer tantas vezes quanto necessário, naturalmente num novo corpo e numa nova personalidade, mas sem perder o que já conquistou, que se apresentam como ideias inatas e tendências de caráter, como habilidades que muitas vezes nos assombram, nos maravilham.

Essa visão da Doutrina Espírita revoluciona e transforma o entendimento sobre a criança, que traz consigo uma bagagem de aprendizados e experiências que vai se revelando pouco a pouco, ao mesmo tempo em que predispõe o Espírito, pela fragilidade inicial do corpo, a receber a influência dos encarregados da sua educação. É sobre essa influência dos adultos que precisamos conversar com maior profundidade, pois a educação é a base do futuro adulto que teremos inserido na sociedade.

Infelizmente muitos pais e professores não trabalham o essencial na educação: a formação do caráter, o desenvolvimento do senso moral. Ficam tão preocupados com a aquisição de conhecimentos por parte das crianças, com sua formação profissional, com sua obediência aos ditames dos adultos que lhe são responsáveis, que esquecem de corrigir as más tendências de caráter que ela esteja revelando, e muitas vezes, com maus exemplos, ainda reforçam essas más tendências, como no caso daquela criança que responde veemente aos pais que ela só faz o que quer e que eles não mandam nela, e os pais somente fazem reprimendas leves, ou se põem a discutir com ela para ver quem vence, quem é o mais forte, encerrando o episódio com um castigo, com uma punição, até que tudo aconteça novamente, numa repetição sem fim. Cansados, os pais se acusam e trocam farpas entre si, enquanto a criança continua crescendo egoísta e orgulhosa.

Também temos o caso do Espírito que mostra boa índole, meiguice aliada à inteligência, e que os pais fazem questão, com seus maus exemplos, de desvirtuar ou embotar, ao ponto da criança necessitar de apoio psicológico para ter um encontro consigo mesma e melhor conviver com os outros.

Quanta coisa mudaria, na família e na escola, se aceitássemos a verdade da imortalidade da alma e da reencarnação, e mudaria para melhor, com um processo educacional que respeitasse a criança e fosse mais libertador das consciências, trabalhando sua realidade espiritual, que também é nossa, levando-a a direcionar a inteligência para o bem de todos, desenvolvendo com harmonia seu potencial divino.

Declarar que a criança é um Espírito reencarnado vai além de uma proposição doutrinária, pois significa uma nova visão e uma nova postura pedagógicas, colocando a educação num novo patamar, e exigindo dos educadores que se eduquem para que possam educar, tendo visão de futuro sobre o ser humano e a humanidade.

terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Vídeo - A inteligência artificial e a educação


Está na moda a inteligência artificial, com vasta aplicação, inclusive na educação. O que o Espiritismo tem a dizer sobre esse tema?

Assista o vídeo A Inteligência Artificial e a Educação, que publicamos na série Educação Espírita.

Toda terça-feira, às 09 horas, um novo episódio é publicado.

Acompanhe em:

segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Podcast - A formação de hábitos


Está no ar o episódio #0153 do podcast Análise & Crítica, com o tema A Formação de Hábitos, trazendo reflexões sobre o papel dos pais, e da família, na formação de bons hábitos das crianças.

Assista em:

Toda segunda-feira pela manhã você tem um novo episódio publicado no Spotify.

Assista e divulgue!

Em busca de si mesmo


Marcus de Mario

Muitas pessoas não sabem quem são, não tem uma ideia muito definida sobre seu potencial e o que devem fazer na vida, deixando-se levar pelo dia a dia do trabalho profissional, do cuidar dos filhos, do desfrutar dos prazeres e emoções passageiras, tendo metas que não ultrapassam o viver corporal e material, embora todos saibamos que um dia a morte irá nos arrebatar desta vida, mas como isso aparentemente está longe de acontecer, vai-se vivendo sem um olhar para o futuro espiritual que nos aguarda, como demonstra e ensina o Espiritismo. Equivocam-se os que assim pensam, pois a morte, melhor denominada de desencarnação pela Doutrina Espírita, não tem tempo certo para acontecer, podendo chegar em nossa infância, adolescência, juventude, madureza ou velhice, ou seja, em qualquer tempo e em qualquer circunstância. Sendo isso historicamente comprovado, com as gerações se sucedendo, por que não pensamos nessa realidade da vida?

Enquanto vivemos neste mundo corporal, precisamos fazer esforços pelo nosso aperfeiçoamento intelectual e moral, para que possamos retornar ao mundo espiritual melhor preparados, com acréscimos de crescimento espiritual, tendo bem utilizado a oportunidade reencarnatória que nos foi concedida por Deus. Estar na Terra é uma experiência muito válida para desenvolvimento do nosso potencial divino, onde o passado, ou seja, as existências anteriores, não fica perdido, pelo contrário, pois todos trazemos ideias inatas e tendências de caráter que são fruto dessa multiplicidade existencial.

Lembra-nos o educador espírita Walter Oliveira Alves, em seu livro Educação do Espírito, que “é indispensável valermo-nos das conquistas passadas para, através do esforço e do trabalho no presente, amparado no ideal superior elevado e nobre, construirmos gradativamente nosso futuro”.
Do passado trazemos uma bagagem de vivências e aprendizados; no presente temos oportunidade de ação e trabalho, renovando ou não essa bagagem; no futuro teremos a colheita e a oportunidade de novas conquistas. Como vemos, as encarnações são solidárias entre si, e é no hoje que devemos encontrar a nós mesmos, compreendendo que esse encontro é interior, não adianta procurar quem somos em ações e coisas exteriores. O meu eu não é corporal, é espiritual.

Somos maravilhosas criaturas criadas por Deus, tendo por destino a perfeição, mas alcançá-la só depende de mim mesmo, e não dos outros ou das coisas que posso ter ou posso experimentar. A busca de mim mesmo exige que eu faça um encontro comigo mesmo, a sós, meditando e sentindo o potencial divino que está em mim, e então vivendo mais plenamente quem sou: espírito imortal e reencarnado.
Referindo-se à criança, fase pela qual todos passamos, Walter Oliveira Alves ainda lembra que “os estímulos exteriores vão acordando gradativamente as potências já desenvolvidas no passado. É necessário, pois, acompanhar o desenvolvimento natural e progressivo da criança, oferecendo-lhe os estímulos necessários, não somente para “acordar” o potencial que se encontra temporariamente “adormecido”, corrigir impulsos mal direcionados, como também para desenvolver, a partir daí, as demais potências da alma”.

Em outras palavras, o processo de descoberta de si mesmo deve ter início na infância, facilitando a adaptação do Espírito à humanidade, permitindo que ele seja um transformador moral da mesma, a partir de sua própria transformação, consciente de sua realidade imortal. Naturalmente isso não será pleno se ficar apenas no campo teórico, pois não adianta acumular conhecimentos e horas de meditação sem vivenciar as própria experiências, sem transformar impulsos e tendências, sem ampliar o potencial divino através do relacionamento cotidiano com os outros.

Nesse entendimento, afirma Walter:
Assim, o cristão somente estará aprendendo o Evangelho de Jesus à medida em que vai mudando a si mesmo, acomodando as suas estruturas inferiores aos ensinamentos novos que está querendo assimilar. Resumindo, não basta saber de cor os ensinamentos do Cristo, é preciso interiorizar esses ensinamentos nas estruturas profundas do Espírito, para que venhamos a viver conforme esses mesmos ensinamentos. Não basta saber, é preciso ser.

Eis o que nos ensina o Espiritismo. Esforcemo-nos para sermos verdadeiros espíritas, verdadeiros cristãos, se queremos ser felizes hoje e, com certeza, também amanhã.

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