terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Vídeo - A inteligência artificial e a educação


Está na moda a inteligência artificial, com vasta aplicação, inclusive na educação. O que o Espiritismo tem a dizer sobre esse tema?

Assista o vídeo A Inteligência Artificial e a Educação, que publicamos na série Educação Espírita.

Toda terça-feira, às 09 horas, um novo episódio é publicado.

Acompanhe em:

segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Podcast - A formação de hábitos


Está no ar o episódio #0153 do podcast Análise & Crítica, com o tema A Formação de Hábitos, trazendo reflexões sobre o papel dos pais, e da família, na formação de bons hábitos das crianças.

Assista em:

Toda segunda-feira pela manhã você tem um novo episódio publicado no Spotify.

Assista e divulgue!

Em busca de si mesmo


Marcus de Mario

Muitas pessoas não sabem quem são, não tem uma ideia muito definida sobre seu potencial e o que devem fazer na vida, deixando-se levar pelo dia a dia do trabalho profissional, do cuidar dos filhos, do desfrutar dos prazeres e emoções passageiras, tendo metas que não ultrapassam o viver corporal e material, embora todos saibamos que um dia a morte irá nos arrebatar desta vida, mas como isso aparentemente está longe de acontecer, vai-se vivendo sem um olhar para o futuro espiritual que nos aguarda, como demonstra e ensina o Espiritismo. Equivocam-se os que assim pensam, pois a morte, melhor denominada de desencarnação pela Doutrina Espírita, não tem tempo certo para acontecer, podendo chegar em nossa infância, adolescência, juventude, madureza ou velhice, ou seja, em qualquer tempo e em qualquer circunstância. Sendo isso historicamente comprovado, com as gerações se sucedendo, por que não pensamos nessa realidade da vida?

Enquanto vivemos neste mundo corporal, precisamos fazer esforços pelo nosso aperfeiçoamento intelectual e moral, para que possamos retornar ao mundo espiritual melhor preparados, com acréscimos de crescimento espiritual, tendo bem utilizado a oportunidade reencarnatória que nos foi concedida por Deus. Estar na Terra é uma experiência muito válida para desenvolvimento do nosso potencial divino, onde o passado, ou seja, as existências anteriores, não fica perdido, pelo contrário, pois todos trazemos ideias inatas e tendências de caráter que são fruto dessa multiplicidade existencial.

Lembra-nos o educador espírita Walter Oliveira Alves, em seu livro Educação do Espírito, que “é indispensável valermo-nos das conquistas passadas para, através do esforço e do trabalho no presente, amparado no ideal superior elevado e nobre, construirmos gradativamente nosso futuro”.
Do passado trazemos uma bagagem de vivências e aprendizados; no presente temos oportunidade de ação e trabalho, renovando ou não essa bagagem; no futuro teremos a colheita e a oportunidade de novas conquistas. Como vemos, as encarnações são solidárias entre si, e é no hoje que devemos encontrar a nós mesmos, compreendendo que esse encontro é interior, não adianta procurar quem somos em ações e coisas exteriores. O meu eu não é corporal, é espiritual.

Somos maravilhosas criaturas criadas por Deus, tendo por destino a perfeição, mas alcançá-la só depende de mim mesmo, e não dos outros ou das coisas que posso ter ou posso experimentar. A busca de mim mesmo exige que eu faça um encontro comigo mesmo, a sós, meditando e sentindo o potencial divino que está em mim, e então vivendo mais plenamente quem sou: espírito imortal e reencarnado.
Referindo-se à criança, fase pela qual todos passamos, Walter Oliveira Alves ainda lembra que “os estímulos exteriores vão acordando gradativamente as potências já desenvolvidas no passado. É necessário, pois, acompanhar o desenvolvimento natural e progressivo da criança, oferecendo-lhe os estímulos necessários, não somente para “acordar” o potencial que se encontra temporariamente “adormecido”, corrigir impulsos mal direcionados, como também para desenvolver, a partir daí, as demais potências da alma”.

Em outras palavras, o processo de descoberta de si mesmo deve ter início na infância, facilitando a adaptação do Espírito à humanidade, permitindo que ele seja um transformador moral da mesma, a partir de sua própria transformação, consciente de sua realidade imortal. Naturalmente isso não será pleno se ficar apenas no campo teórico, pois não adianta acumular conhecimentos e horas de meditação sem vivenciar as própria experiências, sem transformar impulsos e tendências, sem ampliar o potencial divino através do relacionamento cotidiano com os outros.

Nesse entendimento, afirma Walter:
Assim, o cristão somente estará aprendendo o Evangelho de Jesus à medida em que vai mudando a si mesmo, acomodando as suas estruturas inferiores aos ensinamentos novos que está querendo assimilar. Resumindo, não basta saber de cor os ensinamentos do Cristo, é preciso interiorizar esses ensinamentos nas estruturas profundas do Espírito, para que venhamos a viver conforme esses mesmos ensinamentos. Não basta saber, é preciso ser.

Eis o que nos ensina o Espiritismo. Esforcemo-nos para sermos verdadeiros espíritas, verdadeiros cristãos, se queremos ser felizes hoje e, com certeza, também amanhã.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Carta aos educadores


Rio de Janeiro, 15 de janeiro de 2026

Ninguém deveria ser chamado de professor ou de professora, pois o que precisamos é de educadores e educadoras, ou seja, de guias, de tutores, de mestres na arte de orientar, estimular e facilitar a aprendizagem por parte dos educandos. A verdade é que ninguém ensina nada a ninguém, mas todos estamos aprendendo o tempo todo uns com os outros, e nas mais diversas circunstâncias. Seria maravilhoso se parássemos de dar aula e déssemos mais atenção ao ouvir, ao compartilhar, ao fazer a jornada do aprendizado junto com quem está procurando aprender, seja na escola ou em qualquer outro lugar.

Por falar em escola, bem que os educadores deveriam aprender a se colocar no lugar do outro, e isso se chama empatia! Bem que eles poderiam ter entusiasmo no que fazem, indo além dos conteúdos curriculares! Bem que os educandos poderiam não obedecer idades e séries, e isso se chama interatividade! Mas se insistimos em salas de aula, séries por idade, provas, notas, horários certinhos para cada atividade, fica difícil termos um educador que não seja professor, pois nessa formatação ele é obrigado a apenas ensinar e mais ensinar.

Precisamos superar as turmas enfileiradas e presas numa gaiola de quatro paredes chamada sala de aula. Por que não fazer rodas de conversa, grupos de trabalho e pesquisa, debates, apresentações multimídias, aulas práticas em contato com a natureza, permitindo liberdade para o educando aprender? A escola seria muito mais prazerosa, temos certeza!

Saber ouvir, fazer pensar, sentir quem está com você. Essa é a função do educador, e não falar, falar… ensinar, ensinar… avaliar, avaliar… Somos todos seres humanos, nas mais variadas faixas etárias e nas mais diversas condições sociais, mas somos todos seres humanos, todos sentimos e pensamos, ficamos alegres e tristes, amamos e odiamos (mas o ódio é muito ruim). Por que esquecemos dessa essência que nos faz únicos no mundo? Sejamos educadores, para que os educandos possam dar o voo da alma e fazerem um mundo muito melhor.

Marcus De Mario

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Acolhimento e pertencimento no centro espírita


A revista O Consolador publicou em sua edição 957, de 18/01/2026, meu artigo Acolhimento e Pertencimento no Centro Espírita, para o qual convido você para leitura.

Vamos refletir juntos?

Leia o artigo em:

Vídeo - Importância da ternura no lar


A série Educação Espírita traz para você o vídeo Importância da Ternura no Lar, com reflexões oportunas e importantes à luz da Doutrina Espírita.

Toda terça-feira, sempre às 09 horas, um novo vídeo é publicado.

Acompanhe em:

segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

Podcast - A busca de si mesmo


Você sabe quem você é? O que você está fazendo neste mundo? O episódio desta semana do Análise & Crítica traz várias reflexões importantes com o tema A Busca de Si Mesmo.

Assista o podcast em:

Toda segunda-feira pela manhã um novo episódio é publicado no Spotify.

Acompanhe e compartilhe!

O desenvolvimento integral


Marcus De Mario

As escolas e as famílias estão muito interessadas no desenvolvimento intelectual das crianças, e isso é importante, mas devemos dizer que não é o mais importante. Claro que adquirir conhecimentos, trabalhar habilidades e realizar uma formação técnico-profissional são coisas que fazem parte da educação, mas na verdade a educação é muito mais do que isso. Temos que levar em consideração que a criança, enquanto ser humano que é, além de pensar, também sente; além de raciocinar, também se emociona; além de memorizar, também raciocina. O que estamos dizendo é que a criança deve realizar seu desenvolvimento intelectual junto com o desenvolvimento emocional. Quando isso não acontece, porque estamos priorizando o intelectual, o cognitivo, podemos ter uma pessoa com muitos conhecimentos e ao mesmo tempo ser insensível e indiferente para com os outros. Não estamos afirmando que isso sempre irá acontecer, mas é grande a probabilidade, e basta olhar para a convivência humana para constatar isso.

Somos seres integrais: inteligência mais sentimento, razão mais emoção, espírito mais corpo. Aqui entramos com as informações prestadas pela Doutrina Espírita, considerando que todo ser humano é um Espírito reencarnado, trazendo imensa e profunda bagagem de outras existências, que recebe os elementos da sua preparação no mundo espiritual, e que incorpora os aprendizados da atual encarnação. Por tudo isso somos seres complexos e em construção, e uma educação que não leva essa realidade em consideração, é uma educação falseada, prejudicial ao processo de evolução do Espírito rumo à perfeição.

Allan Kardec informa que a educação, e ele está se referindo especificamente à educação moral, deve combater as más tendências que o Espírito esteja trazendo, e ele toca aqui num ponto essencial: o caráter, que nada tem a ver com a inteligência. Aliás, ele ainda diz que quando conhecermos a arte da educação moral tanto quanto conhecemos a arte da educação intelectual, faremos uma grande transformação nos indivíduos e na humanidade, pois está faltando desenvolvimento do senso moral, está faltando sentimento, e sobrando egoísmo e orgulho.

Hoje em dia queremos avaliar as crianças com a aplicação de provas de matemática e língua portuguesa, na esperança de encontrar alguns gênios infantis, mas o fato é que até podemos encontrá-los, mas isso nada dirá do seu caráter, da sua índole moral. E perguntamos: de que adianta ter uma criança craque em matemática e/ou português, se, ao mesmo tempo, é mentirosa, desonesta, bagunceira, egoísta? Não está faltando alguma coisa? Claro que está: está faltando o que, na verdade, é essencial: um bom caráter! E de pessoas com mau caráter já estamos fartos, pois eles fazem muito mal para as pessoas e para as coletividades.

Proclama o Espiritismo a necessidade da educação integral, isso porque o ser humano é um ser integral, dotado do potencial divino desde sua criação. É por isso que Jesus afirma que somos a luz do mundo, que somos o sal da terra, como lemos no seu formidável e profundo Sermão da Montanha, que todo educador deveria estudar.

Resumindo o que dissemos até agora, a educação deve trabalhar ao mesmo tempo o desenvolvimento da inteligência e do sentimento. Estamos carentes de sentimento no coração, de honestidade nas ações, para que as conquistas intelectuais gerem o bem para todos, e isso depende da educação, que por sua vez depende do que os educadores estão fazendo, no que eles acreditam e, infelizmente, temos mais professores do que educadores. Professor é aquele que ensina, que transmite conhecimentos, preso a normas, currículos, métodos; educador é aquele que guia, incentiva, orienta, facilita o processo de aprendizagem. O professor prende o educando ao seu querer, ao seu saber; o educador dá asas para o educando voar por conta própria. O professor acredita que somente ele sabe; o educador aprende o tempo todo na partilha com o educando.

O desenvolvimento integral, do educando e do educador, mescla os conhecimentos com os sentimentos, não esquecendo que ambos são Espíritos imortais e reencarnados, e que ambos fazem sua jornada rumo à perfeição, numa caminhada que é, ao mesmo tempo, individual e coletiva, pois somos seres de relação, nunca estamos sós, e dependemos uns dos outros.

As escolas e as famílias devem ser espaços legítimos de convivência, onde as pessoas devem se sentir bem, devem se respeitar e se solidarizar, aprendendo o tempo todo, enriquecendo a própria alma, afinal, tanto a escola quanto a família são institutos de educação, e quando isso é esquecido, sinal de problemas, muitos problemas, pela frente.

domingo, 11 de janeiro de 2026

Podcast - Dinâmica da evangelização espírita


Está disponível o episódio #0151 do podcast Análise & Crítica, trazendo reflexões sobre a dinâmica, criatividade e atividades pedagógicas que devem caracterizar a evangelização espírita infantojuvenil.

Assista o episódio Dinâmica da Evangelização Espírita acessando o link:

Não esqueça que toda segunda-feira pela manhã um novo episódio é publicado.

Ainda e sempre, Chico Xavier


Marcus De Mario

Aprendemos com a leitura e estudo de O Livro dos Médiuns, obra que os Espíritos Superiores e Allan Kardec dedicaram à mediunidade, que não existe médium perfeito em nosso planeta, que ainda se encontra no estágio de mundo de expiações e provas, e, por esse motivo, não temos nenhum endeusamento quanto ao médium Chico Xavier, não o consideramos um semideus, ou que ele não possa ser criticado, pois além de médium com diversas faculdades mediúnicas, era também um ser humano sujeito às vicissitudes da vida corporal, como qualquer outro ser humano, mas com um diferencial importante: durante toda a sua existência lutou para ser humilde e caridoso, sempre estudando a Doutrina Espírita, e procurando pautar seus pensamentos, palavras e ações pelos ensinos morais de Jesus Cristo, consoante os encontramos no Evangelho.

Não chegamos a conhecer pessoalmente a Chico Xavier. Nunca estivemos em Pedro Leopoldo ou Uberaba, onde ele residiu e trabalhou. Tivemos oportunidade de estar com ele tanto em São Paulo quanto no Rio de Janeiro, mas circunstâncias outras fizeram com que acabássemos não comparecendo aos eventos, e assim nunca tivemos contato direto com ele. Apesar disso, desde a adolescência lemos suas obras psicografadas, assim como acompanhamos os relatos biográficos trazidos por diversos amigos e amigas que com ele conviveram, como Ramiro Gama, Clóvis Tavares e Nena Galves.

Durante muitos anos fizemos a leitura dominical da coluna assinada por José Herculano Pires (Irmão Saulo), publicada no jornal Diário de São Paulo, onde ele trazia mensagens psicografadas pelo médium mineiro, às vezes acompanhadas de palavras explicativas do próprio Chico Xavier, colocando na sequência seu comentário. Essas publicações deram origem a vários livros, como Diálogo dos Vivos, Astronautas do Além, Chico Xavier Pede Licença, entre outros, e Herculano Pires foi amigo e defensor de Chico Xavier, como podemos ver no excelente livro Na Hora do Testemunho.

Transferindo-me da capital paulista para a cidade do Rio de Janeiro, isso no final da década de 1970, travei amizade com Gerson Simões Monteiro, de saudosa memória pelo muito que fez pela divulgação espírita e pelo movimento de unificação. Ele, sim, conheceu pessoalmente Chico Xavier, e gostava de contar como foi o primeiro encontro entre ambos, na cidade de Uberaba. Gerson acabara de passar pelo drama da desencarnação de seu filho, então com dois anos de idade, vitimado pelo câncer. Resolveu então procurar consolo junto ao médium, que ainda não conhecia, encetando viagem na companhia de sua esposa. Logo após a chegada, foram à farmácia para comprar um medicamento e, ali, à porta, encontraram o médium, que estava de saída. Gerson o abraçou, em lágrimas, dizendo, aflito, que a dor era muito grande. Chico lhe disse: “Meu irmão Gerson, hoje à noite vá ao grupo espírita. O que está lhe acontecendo é uma provação necessária para você e uma expiação que seu filho tinha que enfrentar, mas tenha fé em Deus e acalme-se”. E assim se despediram.

Depois, mais calmo, conversando com sua esposa, nosso amigo, agradecendo a Deus por esse encontro providencial com o médium mineiro, lembrou de dois detalhes muito importantes. Ele não havia se apresentado ao médium, então, como Chico Xavier o havia chamado pelo nome, se eles nunca se tinham visto? E como foi falando da criança se, no desespero da dor, ele, Gerson Monteiro, nem havia contado o motivo da aflição? Esses detalhes, que poderiam passar despercebidos, mostram-nos que não há como colocar em dúvida as faculdades mediúnicas de Chico Xavier.

Há pessoas que não questionam a mediunidade de Chico Xavier, mas não aceitam, por vários motivos, a literatura assinada por Emmanuel e por André Luiz, e temos todo o respeito por quem assim pensa, embora não concordemos com essa opinião, mas compreendemos que divergências existem e, desde que tenham base no bom senso, devem ser levadas em conta. Agora, tem pessoas que estão confundindo a mediunidade com a pessoa do médium, fazendo ataques sem fundamento a Chico Xavier, aos Espíritos e aos espíritas que nele confiam. Ataques muitas vezes raivosos e que faltam com o respeito a quem tem outra opinião, o que denota que esses críticos estão faltando com o que deve caracterizar o verdadeiro espírita: fraternidade.

Chico Xavier teve uma vida dedicada ao amor do próximo, à caridade material e moral e, em depoimentos pessoais, sempre deixou claro sua dedicação à Codificação Espírita, nas obras assinadas por Allan Kardec, obras essas que sempre estudou.
Podemos não concordar com a totalidade das opiniões de Chico Xavier, de Emmanuel e de André Luiz, divergindo nisto e naquilo, mas daí a condenar toda a obra literária do médium, vai uma grande distância, e temos que tomar muito cuidado para não sermos pedra de tropeço na regeneração moral da humanidade.

sábado, 10 de janeiro de 2026

Educa-me com amor


Recomendo a você, que é professor, pedagogo, evangelizador, pai, mãe, enfim, a você que é um educador por ter crianças e jovens sob sua responsabilidade, a visitar o site Educa-me com Amor, mantido pela educadora Milena Barbosa.

O nome já indica a sua importância, mas vai além disso, pois o conteúdo é de grande qualidade e muito importante, pois você irá conhecer o Método Pestalozziano, isso mesmo, você terá uma aventura maravilhosa com o educador suíço Pestalozzi, que viveu de 1746 a 1827, cuja vida e obra estão ali também.

No conteúdo do site você encontra Atividades Práticas, Cursos de Educação Natural, Livros Infantis que trabalham valores essenciais da vida, Artigos, e pode se inscrever para receber a Newsletter com novidades.

Bem, agora acesse e mergulhe em tudo o que o site oferece:

sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

Canal Orientação Espírita


No canal Orientação Espírita, que mantemos no YouTube, você encontra amplo conteúdo em séries, programas, cursos e shorts:

Programas
Espiritismo e Educação
O Evangelho em Espírito e Verdade
Na Era do Espírito

Séries
Educação Espírita
Orientação Espírita
Pais e Filhos, A Arte de Educar
O Jovem e o Espiritismo

Cursos
Educação do Espírito
As Potências da Alma

E muito mais.

Acesse www.youtube.com/OrientaçãoEspírita e faça sua inscrição, ativando o sininho para receber as novidades.

Cartas aos educadores


Rio de Janeiro, 08 de janeiro de 2026

Somos seres humanos e isso é maravilhoso! Temos capacidade de sonhar, chorar, sorrir, pensar, construir, inventar, escrever, sentir e mil outras coisas, isso porque somos os únicos seres que, ao mesmo tempo, utilizamos a inteligência e o sentimento. Somos curiosos, adoramos fazer descobertas, e delas fazemos modificações e transformações. Somos fantásticos! Mas, apesar disso, insistimos em fazer escolas com salas de aula, onde os professores seguem um currículo formatado, e são obrigados a aplicar testes e provas, e a preencher formulários, ao ponto de avaliarmos a capacidade humana somente com exames de matemática e língua portuguesa, esquecidos que somos… seres humanos!

Por que a professora do ensino fundamental tem que seguir aquele currículo? Por que ela tem que dar aula? Por que não pode fazer diferente? E por que o aluno tem que ficar sentado e ouvindo? Por que não pode expandir sua curiosidade e criatividade? E essas questões não são apenas para essa professora, mas para todos os professores, em todos os segmentos da educação, do infantil ao universitário.

Tive, em meus tempos de ensino médio, a feliz ocasião de encontrar o professor Ivan, que adorava livros e trabalhava conosco aulas de literatura, onde ele não dava aula, mas nos contagiava com histórias literárias de diversos autores, para que pudéssemos ir além da leitura, e conseguíssemos saborear as palavras e seus contextos. Talvez venha daí o meu gosto por escrever… e tornei-me um escritor!

No processo educacional não podemos perder esse fato: somos seres humanos! Talvez eu devesse escrever isso em caixa alta ou em negrito para chamar a atenção, mas o ponto de exclamação serve justamente para esse fim.

Como educador, não deixe de sonhar e acreditar, permitindo que o educando seja criativo e acredite em si mesmo, no seu potencial.. Essa é a beleza da educação, que deve extrapolar as paredes de uma sala de aula, ir muito além do currículo, afinal, e só para lembrar mais uma vez, tanto eu como você, quanto qualquer outra pessoa, seja qual for sua idade, todos somos seres humanos!

Marcus De Mario

terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Vídeo - Educação em valores espirituais


Educação em Valores Espirituais é o tema do vídeo que você vai assistir clicando no link acima, e que faz parte da série Educação Espírita.

Toda terça-feira, às 09 horas, um novo vídeo é publicado.

Acompanhe em:

segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

Podcast - Conversando sobre Chico Xavier


Está no ar, através do Spotify, o episódio #0150 do podcast Análise & Crítica, com o tema Conversando sobre Chico Xavier.

Assista em:

Toda segunda-feira pela manhã você tem um novo podcast disponível.

Educação sempre


Marcus De Mario

Um novo ano tem início e, entre projetos que continuam e projetos a serem realizados, uma coisa não muda: nossa luta pela educação humanizada e espiritualizada, tendo como base os princípios que formam a Doutrina Espírita. Mesmo não tendo ainda a repercussão e compreensão que almejamos, continuaremos o trabalho pela Educação do Espírito, e trazendo uma novidade: toda quinta-feira, pela manhã, publicaremos o Cartas aos Educadores, no Instagram, com textos curtos e reflexivos destinados aos professores, aos pais e aos evangelizadores. Será uma cartinha por semana, convidando para refletir e praticar, pensar e vivenciar.

Também continuaremos a campanha pela realização, Brasil afora, do Seminário Educação do Espírito, no modo presencial, incentivando os centros espíritas para que reúnam os evangelizadores, professores, pedagogos e pais para estudar a teoria e a prática da educação no entendimento do Espiritismo, como tão bem definiu Allan Kardec, secundado por valorosos educadores espíritas, pois acreditamos que assim teremos uma melhor dinâmica no processo educacional.

Os luminares do Espiritismo, trazendo as lições do mais alto através de diversos médiuns, trabalharam com Kardec uma doutrina, qual o Espiritismo, que possui bases alicerçadas na Filosofia, na Ciência e na Religião, cujos princípios apontam sem erro para a necessidade da educação moral dos indivíduos para que haja a transformação moral da humanidade. Não existe solução para os males sociais apenas com programas de segurança pública, ou econômicos, ou apenas por força de leis regulatórias que os próprios legisladores não cumprem. É urgente que a educação seja prioridade, e infelizmente constatamos que nem mesmo os dirigentes espíritas, em muitos casos, despertaram para essa verdade doutrinária.
Em muitas instituições espíritas a evangelização das crianças e dos jovens é colocada em segundo plano, não é uma prioridade, e poucos esforços são feitos para a formação de evangelizadores, assim como à família é dado pouco espaço, quando sabemos, na feliz expressão dos Espíritos, que o lar é a primeira escola do espírito imortal e reencarnado. Como se ainda estivéssemos na primeira metade do século vinte, a advertência de Leopoldo Machado continua válida: estamos fazendo Espiritismo para os mortos, quando o Espiritismo é para os vivos.

Não estamos aqui para falar do nosso trabalho, que é pequenino e falho, mas para lembrar que no movimento espírita despontam corações e mentes de subido valor na defesa da Educação do Espírito: Léon Denis, José Herculano Pires, Anália Franco, Eurípedes Barsanulfo, Dora Incontri, Ney Lobo, Walter Oliveira Alves, Dalva Silva Souza, Sandra Borba Pereira, Thomás Novelino, Heloísa Pires, Lucia Moysés, Pedro de Camargo, o próprio Leopoldo Machado, entre outros que nossa memória não tem capacidade de registrar nestas linhas, e sem contar com os Espíritos que assinam textos sobre educação, mas que fizeram e fazem um trabalho maravilhoso pela educação à luz do Espiritismo, com livros, palestras e realizações escolares que aí estão nos alertando para a necessidade da Educação do Espírito.

O terreno, como vemos, está semeado. Na década de 1970, Herculano Pires lançou a revista Educação Espírita, com o apoio da Edicel, que não conseguiu florescer, sufocada que foi pelo espinheiro da incompreensão. Depois, na década de 1990, Walter Oliveira Alves lançou a Revista Pedagogia Espírita, com o apoio do Instituto de Difusão Espírita de Araras, que apesar dos seus bons frutos, não teve continuidade. Agora, em 2024, lançamos a Revista Educação Espírita, que por ser digital e de baixo custo, com trabalho voluntário de seus idealizadores, está se mantendo e, às duras penas, conquistando colaboradores e assinantes (na verdade a assinatura é gratuita).

Educação sempre, esse é o nosso lema, para que as novas gerações recebendo as luzes do Evangelho redivivo pelo Espiritismo, possam alavancar a mudança planetária de mundo de expiações provas para mundo de regeneração.

Como compreendia o lúcido educador Paulo Freire, que nunca foi espírita, se a educação sozinha não pode mudar o homem e o mundo, as soluções, inevitavelmente, passam pela educação. Como o Espiritismo, em sua essência, é doutrina de educação, sua aplicação é do que precisamos, a começar pela nossa educação, ou seja, pela nossa autoeducação, para que sejamos bons exemplos e, possamos, na devida proporção, um dia afirmamos com Jesus: amai-vos uns aos outros, como eu vos amei.

A Educação do Espírito é a aplicação prática da tese da educação moral defendida por Allan Kardec em O Livro dos Espíritos, e trazida à Terra, através da escola, por Pestalozzi. O que estamos esperando, os espíritas, para abraçar a educação?

Vídeo - Orientação aos Pais

Da série Educação Espírita trazemos para você o tema Orientação aos Pais , pois a educação dos filhos é de máxima importância. Toda terça-fe...