sexta-feira, 14 de abril de 2017

Diante da crise

A nação brasileira está passando nos últimos tempos por momentos complicados, que tem repercutido na atmosfera social, levando a uma incerteza quanto ao futuro. Entre os vários episódios ocorridos podemos destacar as delações premiadas levando autoridades públicas, parlamentares e outras pessoas aos tribunais; o impeachment da presidente da república; a falência financeira de vários estados; o eclodir da violência com o crescimento da criminalidade; o aumento do desemprego por motivo da crise econômica.

Diante desse quadro muitas pessoas adentram pela desesperança, pela desmotivação, ou reagem subvertendo a ordem e os valores morais, como no caso de saques na ausência da autoridade policial, ou em manifestações públicas que descambam para a violência, ou mesmo em praças esportivas com a explosão do ódio e da agressividade selvagem. São demonstrações do quanto estamos ainda vinculados aos instintos e ao imediatismo, procurando na violência ou na repressão dos órgãos de segurança pública, solução para problemas que na verdade são de ordem moral.

Uma sociedade que se considere civilizada não pode submeter-se à ordem e à legalidade apenas quando há coerção da autoridade policial, sendo que na sua ausência essa mesma sociedade atropela as leis, as regras de boa convivência, e se manifesta em atos de selvageria ou, ao contrário, de indiferença.

Precisamos encontrar equilíbrio revisando nossos valores de vida e nossas atitudes no coletivo, reconstruindo, sem traumas, a zona de conforto em que até então vivíamos, e que nos satisfazia, mas que agora a crise social está nos solicitando transformar.

E para onde vamos? Par os valores morais da vida, humanizando-nos e espiritualizando-nos, aprendendo paulatinamente, e com perseverança, a colocar em prática a regra de ouro da educação: aprender a fazer ao outro o que gostaria que o outro me fizesse.

É uma regra universal e para todos os tempos que, desejemos ou não, nos liga a Jesus, ícone do cristianismo, regra que tem por alicerce o amor ao próximo, justamente o que está faltando, e que deveria ser o norteador da educação, pois se temos muitos aprendizados na família e na escola, falta-nos aprender o essencial, até hoje menosprezado pelos pais e professores, que são os encarregados do ensino.

De que adianta alta dose de conhecimentos se nos falta o sentimento?

Precisamos substituir a autoridade da segurança pública, via policiamento ostensivo e embates violentos, pela autoridade da educação moral, via desenvolvimento do caráter e das virtudes, em manifestações de justiça e de amor. Assim realizando, as crises haverão de minimizar e mesmo desaparecer com o tempo, e o desânimo e a desesperança serão substituídos pelo trabalho incessante e a perspectiva de um futuro cada vez melhor.

quarta-feira, 12 de abril de 2017

A solução está na educação moral

Nossa experiência de vida, afinal já ultrapassamos a casa dos sessenta anos, nos permite dizer que estamos diante de um quadro social profundo de crise de valores, tanto individuais quanto coletivos, provocando escândalos os mais diversos, em todas as áreas de atuação humana. Apesar de aparentemente o mundo estar perdido, como dizem muitas pessoas, não vemos motivo para desânimo, pelo contrário, pois estamos fazendo uma revisão dos nossos valores de vida, estamos repensando a ética e aprimorando nossa justiça. Muitas pessoas se deixam levar por uma onda de pessimismo, mas a verdade é que para reconstruir a nós mesmos e a sociedade em que vivemos, o trabalho é penoso, exigindo perseverança e paciência.

Não é fácil sair da zona de conforto que criamos e na qual vivíamos, e que agora tem suas estruturas abaladas, necessitando de reformas. Viver numa casa em obras é penoso, mas o resultado final compensa. É nisso que temos de pensar no momento: nossos valores estão em ebulição, estão questionados, e temos que reformulá-los, pois o que parecia legítimo já não o é mais, o que parecia correto está equivocado. Agora precisamos também pensar no outro, e não somente em nós mesmos.

Essa crise de valores já estava anunciada, sendo acelerada após a segunda grande guerra mundial, e poderia ter sido evitada, ou pelo menos muito minimizada, se desde aquela época, e estamos falando da década de 40 do século 20, tivéssemos nos aplicado na implantação da educação moral nas famílias e nas escolas. Isso mesmo, nessas duas tão importantes instituições sociais.

A escola tem a missão de educar, mas essa misssão só é completa se conjugada com a família, pois ela é a primeira escola, o lar é onde os filhos ganham a orientação provinda dos exemplos, é onde ganham o desenvolvimento dos hábitos, e todos sabemos que isso pode ser positivo ou negativo. E o papel da escola é muito mais do que instruir, do que ficar em procedimentos pedagógicos atrelados a conteúdos de matérias, ou disciplinas, curriculares.

O tempo passou e várias gerações deixaram de receber a educação moral, os bons exemplos, os valores e virtudes que fariam da nossa sociedade atual exemplo de justiça, paz e amor. O que temos assistido é injustiça, violência e egoísmo. Jovens e adultos imediatistas, materialistas e que não pensam nem no próximo nem no dia de amanhã.

E não será a segurança pública a solução do problema. Precisamos de sentimento, de humanização, de um trabalho porfiado na educação que espiritualize, que humanize, que desenvolva as visrtudes, que forme o caráter. E já se vão mais de 70 anos do fim da Segunda Guerra, e ainda não compreendemos que a melhor opção é a educação moral das crianças e jovens.

Quanto mais tempo adiarmos a verdadeira solução, mais tempo teremos de crises e escândalos. Saiamos da retórica, da teoria, do discurso, para vivenciarmos, tanto na família quanto na escola, os novos tempos de uma sociedade mais justa e feliz, novos tempos dependentes da nossa educação moral e das novas gerações.

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Os muros de concreto e a falência da sociedade

A cidade do Rio de Janeiro vive uma realidade iniciada há décadas: favelização social com a ocupação de morros e outras áreas por favelas, também chamadas de comunidades. Segundo o Censo 2010 do IBGE, temos 1.393.314 pessoas em 763 favelas na cidade, o que significa que 22,03% da população (6.323.037 nesse ano) vive em aglomerados subnormais, como classifica oficialmente o instituto. Todos sabemos que boa parte dessas favelas são dominadas pelo tráfico de drogas ou pelas milícias, com alto índice de violência, que nem mesmo a intervenção das Unidades de Polícia Pacificadora - UPPs tem resolvido. Tiroteios e mortes são comuns, num índice alarmante, e nem mesmo as crianças são poupadas, muitas delas uniformizadas e em plena atividade escolar, como temos visto através dos noticiários. E face a mais uma morte de uma criança dentro de uma escola inserida em uma favela, o prefeito do Rio de Janeiro dclara a solução para o problema: vai blindar com muro de concreto todas as escolas municipais que estão em favelas e comunidades. Por que não blinda também as moradias dos cidadãos que vivem de forma ordeira e honesta nessas comunidades? Eles também não merecem essa proteção? E os postos de saúde e outras instituições de caráter sócio-educacional ali existentes?

Parece que para o senhor prefeito importante é proteger alunos e professores, mesmo que os moradores estejam sob o jugo do tráfico, da milícia, da violência. Desde que as balas perdidas não entrem na escola ...

Concretar muros no entorno das escolas que estejam em áreas de risco é decretar a falência da sociedade carioca, é mostrar a falta de visão da autoridade pública, é abrir o espaço urbano generosamente para o mal. Não importa o que esteja acontecendo do lado de fora, desde que a escola esteja protegida. Entretanto, por que os milhões de reais que serão gastos para a construção desses muros não são gastos com a urbanização da favela? Com a introdução de mais creches e escolas? Com a instalação de posto de saúde? Com a instalação de água, esgoto e luz para todos? Em outras palavras: muros não resolvem, o que resolve é intervenção social com educação, cultura, saúde e saneamento.

Durante a campanha eleitoral muito foi falado em gestão humanizada, em prestação de serviços de qualidade à população, com menos obras pela cidade, a não ser aquelas realmente necessárias. Mas agora vamos assistir a construção de muros de concreto em dezenas, ou centenas, de escolas.

Se muros, cercas eletrificadas, alarmes, seguranças armados, câmeras de vigilância, muros de concreto trouxessem a paz e a justiça social, há muito o Rio de Janeiro - e outros grandes centros urbanos brasileiros - estaria classificado como melhor cidade para se viver.

Agora é a hora de não mais adiar projetos sociais nas favelas e comunidades da cidade maravilhosa, e sim a Prefeitura, com as parcerias público-privadas, mergulhar com tudo no resgate desses aglomerados subnormais, integrando-os aos bairros em que se situam, ou transformando-os definitivamente em bairros, mas não apenas no papel, e sim de fato.

E que o investimento em educação de valores humanos, em educação moral, em educação humanizada, em educação que gera autonomia responsável, seja visto como a solução dos males que impregnam nossa sociedade. Temos consciência que esse resultado não é de curto prazo, mas com certeza gerará uma sociedade regenerada em médio e longo prazo.

A educação é tudo. A escola é muito importante. A família é fundamental. Enquanto estivermos fugindo da realidade com paliativos e máscaras, o mal continuará a sair vitorioso e em festa.

quarta-feira, 29 de março de 2017

Educando o espírito

Temos trabalhado há bom tempo uma visão espiritualizada e humanizada da educação, sempre acreditando que através dela faremos um mundo bem melhor. Nesse esforço lançamos a Pedagogia da Sensibilidade e a Escola do Sentimento, projetos destinados às escolas, com os quais temos desenvolvido palestras, seminários e treinamentos, sem qualquer vínculo religioso, abraçando o professorado principalmente do ensino fundamental.

Também tenho desenvolvido o Projeto Educação do Espírito, esse destinado às escolas espíritas de evangelização infantojuvenil, numa proposta pedagógica transformadora que inclui a família como um todo, envolvendo também os pais e responsáveis.

Muitos bons frutos tenho colhido, mostrando que o amor deve ser a base da educação, e que novas gerações educadas no bem e na espiritualidade conseguem renovar os padrões morais da sociedade humana, descortinando um futuro de maior justiça social, bem diferente do que temos assistido atualmente.

Tudo isso numa visão integral do ser humano, considerando-o uma alma imortal, que precisa ter seus vícios de toda ordem transformados em virtudes ativas, aprendendo a ética da convivência solidária, o amor compreensivo, a paz da fraternidade, ou seja, tudo aquilo que sempre sonhamos mas que não estávamos vislumbrando no horizonte.

Todos os projetos podem sr vistos em www.marcusdemario.wixsite.com/marcusdemario.

Devemos seguir em frente, vendo na educação o melhor caminho para renovação de ideias e ideais. Quanto mais cedo trabalharmos a humanização e espiritualidade na educação mais cedo veremos os bons frutos dessa inalienável semeadura.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Entre o bem e o mal

Fala-se em crise econômica, crise social, crise política, crise de valores e tantas outras crises, e, diante desse quadro, as projeções futuras se tornam nebulosas e contraditórias. Esquecemos que, na verdade, estamos vivendo um momento em que o bem e as virtudes estão tomando conta da vida, e aqueles que durante muito tempo se mantiveram no mal, estão tendo de prestar contas.

Não existe acaso. Uma nova geração de juízes, promotores, desembargadores e humanistas se apresenta para combater com veemência o egoísmo, o orgulho, a prepotência, a hipocrisia, a corrupção, num descortino histórico, pois não há mais como continuarmos a viver através de interesses pessoais e de pequenos grupos, em prejuízo da coletividade humana e do próprio planeta. Se temos leis consideradas muito boas, elas devem ser colocadas em prática, e aqueles que infringem essas leis devem ser punidos.

Devemos apoiar decididamente todas as ações que visam combater o desvio de verba pública, o enriquecimento ilícito, a corrupção de todos os níveis, para que uma sociedade melhor surja desse esforço, que não é realizado sem pedras pelo caminho, pois o mal procura reagir de todas as formas possíveis para camuflar a verdade e manter as regalias que sempre usufruiu, em detrimento do bem estar do povo.

Não nos iludamos com as promessas do socialismo materialista representado por diversos partidos políticos, e por ícones de nossa estrutura social. Quando falta espiritualidade nos discursos e, principalmente, nas bases ideológicas, os resultados, como já assistimos, trarão imensas desilusões. Estejamos atentos e utilizemos o bom senso, não permitindo a repetição de cenários que já trouxeram muita dor, sofrimento e arrependimento.

É tempo de semear o bem, de procurar o que é justo, de trabalhar honestamente e de implantar a solidariedade, a cooperação e a fraternidade. Os direitos são iguais e uma nova ordem social está nascendo, para trazer paz de espírito, extinguir a miséria e promover equilíbrio social.

Não fiquemos escandalizados com as reações hipócritas, com as manobras sorrateiras, com a falsidade dos discursos de autoridades públicas, de legisladores e empreendedores, pois eles estão navegando em águas equivocadas, e, mais tempo ou menos tempo, acabarão por naufragar em seus atos impensados.

Façamos nossa parte apoiando as investigações promovidas pela Justiça Federal e pelo Ministério Público e, igualmente, trabalhando pelo bem, pois se aqueles que muito têm devem ser responsabilizados pelos desvios que cometem, nós também devemos ser honestos no pouco, pois com a mesma medida que julgarmos o outro, seremos julgados.

Vale lembrar um ensino trazido há mais de dois mil anos: a cada um será dado segundo suas obras.

Acreditemos em dias melhores, que a tempestade vai se transformar em bonança, e que o futuro será bem melhor que o presente.

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

O professor e sua conduta

No dia-a-dia da escola, diante dos desafios da vida que invadem a sala de aula, principalmente com relação aos temas como sexualidade, luto, morte, separação, drogas, violência doméstica é possível detectar cinco posturas comuns ao professor:
Tentar ignorar os problemas 
A tendência do professor é ignorar o assunto em sala de aula, ou aplicar um bom sermão para calar qualquer tentativa de abordagem do mesmo, como se isso resolvesse os dramas e indagações dos alunos.
Dizer que não foi preparado para lidar com isso
Embora reconheça a importância das questões apresentadas pelos alunos, declara não ter conhecimento nem preparo pedagógico específico para tratar do tema, e muitas vezes empurra a questão para a coordenação ou a direção da escola.
Fingir que está diante do quadro apenas para passar os conteúdos
Postura comum de grande parte dos professores, entrando e saindo da sala de aula com um planejamento fechado, como se dar aula fosse sinônimo de escrever e apagar, ditar lições e corrigir exercícios, muitas vezes fazendo com que os alunos "gastem" o tempo da aula apenas copiando matéria.
Alegar que não ganha para encarar essas questões
Comum mas irresponsável essa atitude. Nenhum profissional pode se eximir de dar tudo de si no trabalho que exerce, e o professor não é diferente, mesmo porque a formação intelectual e moral do futuro cidadão está em suas mãos. Como todo mundo sabe que o salário de professor é baixo, e nem por isso deixa de procurar a profissão, o argumento, por isso mesmo, também não é válido.
Repetir, ano a ano, as mesmas provas, testes, trabalhos, textos, exercícios
Por comodidade e facilidade o tempo passa e o trabalho se repete, de tal forma que alunos de séries mais adiantadas explicam para aqueles das séries iniciais tudo o que o professor vai fazer e dar em sala de aula. Essa atitude do professor é porta aberta para a desatualização pedagógica e seu desligamento da realidade da vida.

O que fazer para mudar essas atitudes comuns do professorado? Propomos seja trabalhado em grupos de estudo e cursos de capacitação os Princípios de Conduta do Educador, que são os seguintes:
Afeto
Desenvolver o sentimento de simpatia e afeição dos educandos.
Ajuda
Satisfazer todas as necessidades de cada dia dos educandos.
Amor
Imprimir nos corações dos educandos esse sentimento através do incessante contato.
Bondade
Utilizar de calma e paciência na solução dos problemas.
Estímulo
Desenvolver nos educandos as habilidades e raciocínios que os capacitem a fazer uso eficiente e constante deles em todas as relações e circunstâncias.
Natureza
Estudar as questões do bem e do mal, fazendo com que os educandos se posicionem e se preparem com fatos reais como base para suas concepções de estética e arte, justiça e vida moral.
Convicção
Crer no que faz, acreditar no processo da educação moral e comunicar isso ao educando através do entusiasmo e da perseverança.

Esses sete princípios exigem uma mudança de postura do professor, passando de transmissor de conhecimentos para construtor de consciências.
 
Ignorar os temas da vida ou passar ao largo dos mesmos, implica em criar vazios no processo de educação, que fatalmente farão falta para o pleno desenvolvimento intelectual e moral do educando.
 
É urgente o trabalho de estímulo ao pensar, ou seja, fazer com que o educando pense sobre si mesmo, a vida e a construção da sociedade, para que possa identificar-se plenamente consigo mesmo, com o próximo e com a natureza.
 
Propomos, portanto, um trabalho pedagógico amplo, total e feito com amor e não mero profissionalismo, e nem mesmo com discursos retirados de estudos e leituras de livros, mas sim pela prática transformadora de criar uma escola participativa e um ensino desafiador.

Como fazer
Para a realização plena desse trabalho, a escola precisa ter como parâmetro um projeto pedagógico bem desenvolvido, como aqui apresentamos, onde estejam abolidos os sermões, as pressões, os regulamentos impostos pela direção, os exercícios prontos e estejam implantados: 

1 - A conquista e melhora dos sentimentos dos educandos; 
2 - O despertamento nos educandos das nobres e puras qualidades morais; e 
3 - O desenvolvimento dessas qualidades nas ações externas, através da atividade e da obediência consciente."

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Contra o ódio, somente o amor

O antídoto contra o ódio é o amor, e o amor deve ser aplicado na educação, propiciando o desenvolvimento de pessoas de bom caráter, de paz, de fraternidade, solidárias, e isso deve ser feito tanto na família quanto na escola. 

Infelizmente vemos muita preocupação com segurança pública, com fatores econômicos e tantas outras coisas, e pouca preocupação com a educação, que vive confundida com instrução, com acúmulo de conhecimentos, sem a devida formação do caráter dos indivíduos. É então que assistimos contristados o ódio protagonizar cenas dantescas de ataques terroristas, de crimes os mais diversos, onde a vida humana perde seu significado e seu valor. 

Se tivessemos optado pela educação com amor, pela educação formadora do caráter, pela educação humanizada, pela educação que desenvolve virtudes, se tivessemos feito essa opção tempos atrás, provavelmente o fanatismo religioso, o radicalismo das ideias, a agressividade gratuita não fariam mais parte do cenário social da humanidade. 

Disse-nos o Mestre Jesus que devemos amar o próximo como nos amamos, e Ele não condicionou esse amor a nenhum fator que não fosse o próprio amor, pois é nesse sublime sentimento que devemos encontrar a concordância, o respeito, exercendo o diálogo construtivo, o que nos levará, com o tempo, a combater com eficácia o egoísmo, o orgulho, a indiferença, a prepotência, a hipocrisia e outros vícios morais que ainda nos desonram. 

Eduquemos com amor as novas gerações, para que elas substituam o fanatismo e o ódio, de toda ordem, pelo entendimento e pela paz. 

Que nossas orações envolvam todas as vítimas da violência, e que nossa solidariedade ampare todos os que ficaram com a alma dilacerada pela dor.

Vídeo - A evangelização e a comunidade

A evangelização espírita e sua interação com a comunidade no entorno do centro espírita, é o tema do vídeo da série Educação Espírita que co...